“Quando o melro assobia” apresenta hoje, ao auditório da Voz da Planície mais uma moda. Este espaço de rádio leva até aos ouvintes da nossa estação, a sua sugestão semanal de cante alentejano, sempre à sexta-feira, às 07.30, às 09.30, às 16.30 horas e às 18.45 horas. Na rubrica de hoje a proposta vai para o tema: “Hino dos mineiros”, numa interpretação do Grupo Coral do Sindicato Mineiro de Aljustrel.
O Sindicato Independente dos Médicos, desde março de 2020 que tem vindo a chamar a atenção para a necessidade de se protegerem os idosos, sobretudo aqueles que se encontram institucionalizados em lares e ERPI.
Nesta sexta-feira, o “Magazine da Semana”, que vai para o ar às 17.00 horas, tem como comentador convidado Miguel Serra. O arqueólogo fala hoje na Voz da Planície sobre as questões do património, centrando atenções nas matérias que estão em cima da mesa sobre esta matéria, entre elas a audição Parlamentar em que participou esta semana.
A Câmara Municipal de Serpa participa numa audição na Assembleia da República (AR), nesta terça, na Comissão de Cultura e Comunicação, sobre “a não proteção e destruição de vestígios arqueológicos na região do Alentejo.”
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) diz, em comunicado, que o Ministério da Saúde não tem “critérios para uma liderança clínica forte” que “permita a adequada gestão em tempos de pandemia”.
Professores e educadores estão hoje em greve. Em causa está “a total incapacidade do Ministério da Educação para dar resposta aos problemas que afetam os docentes, as escolas, os alunos e as suas aprendizagens, agravada pelo bloqueio imposto ao diálogo e à negociação, mesmo em matérias que a lei estabelece como objeto de negociação coletiva”, refere a FENPROF.
O STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins realizou uma reunião da C. Sindical da EMAS e entregou Carta reivindicativa à administração da Empresa. Aumento dos salários foi uma das reivindicações efetuadas.
“A precariedade no sector, onde os enfermeiros são em número significativo, tem vindo a aumentar. A legislação produzida pelo Governo não resolve nem regulariza os vínculos precários, isto é, o discurso político não tem correspondência com a realidade”. Estes foram os motivos das iniciativas realizadas ontem, pelo SEP, à porta do Hospital de Beja. No Alentejo há 150 e na área da ULSBA 50 com situações por regularizar.
Está a decorrer, até 11 deste mês, a semana de luta descentralizada da CGTP, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito começaram prosseguem hoje e terminam sexta-feira.
Está a decorrer, até 11 deste mês, a semana de luta descentralizada da CGTP, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito começaram ontem, prosseguem hoje e terminam sexta-feira.
A CGTP marcou para o início deste mês de dezembro, uma semana de luta descentralizada, para decorrer entre os dias 7 e 11, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito realizam-se, também, até sexta-feira, dia 11.
O Orçamento do Estado para 2021 consagra a atribuição do suplemento de penosidade e insalubridade nas autarquias já partir do próximo ano. Resultado da luta persistente desenvolvida pelo STAL e dos trabalhadores ao longo de mais de três décadas, frisa a nota de imprensa da delegação de Beja.
Para o STSS os critérios definidos vão criar desigualdades entre profissionais, que correram exatamente o mesmo risco, pois nem todos serão abrangidos.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) reuniram-se com a tutela. Em cima da mesa estiveram as compensações a atribuir aos trabalhadores do SNS no combate à pandemia. As duas organizações sindicais consideram que as propostas que ouviram do Governo ficaram aquém das expetativas.
O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (STSS) lamenta que a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), e defendendo que os Testes Rápidos de Antigénio devem ser feitos por profissionais de saúde devidamente qualificados nos termos da lei, não coloque na linha da frente os Técnicos de Análises Clínicas e Saúde Pública (TACSP), que integram o grupo profissional dos Técnicos Superiores das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica (TSDT).
O défice de Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica é preocupante e começam a surgir consequências graves na saúde dos Portugueses. Este é um alerta que o STSS tem vindo a fazer há vários anos, junto da tutela e dos grupos parlamentares e que vê, agora, esta situação agravada pelo contexto excecional que atravessamos.
Dois meses depois do início do ano letivo a “falta de professores é pior do que se imagina”, a denuncia é feita pelo Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS). O Sindicato fez o levantamento nos distritos de Beja, Évora e Portalegre. O SPZS concluiu que o de Beja é o que tem mais carências, 48 professores em falta. O de Évora tem menos 27 e o de Portalegre menos 41.
O atual sistema de incentivos não tem impacto no aumento de médicos nas zonas carenciadas, criando desigualdades ao violar o princípio de salário igual por trabalho igual, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS).
A ATEP – Associação Todos pela Escola Pública, formada recentemente, reúne representantes de várias associações de pais e encarregados de educação que integraram o MESA – Movimento Escolas Sem Amianto – e representantes de várias outras associações e movimentos da sociedade civil.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) denuncia, em comunicado, a “brutal sobrecarga” dos médicos de família, que diz que têm pacientes “acima da sua capacidade de agenda”. Neste contexto, o SIM recorda o “desinvestimento do Ministério no SNS, que resulta nesta situação”, frisando que os “centros de saúde não estão fechados” mas sim “a rebentar pelas costuras”.
“O Hospital de Beja tem de apostar com mais determinação e arrojo numa estratégia de investigação, de formar lideranças, de investir em equipamento moderno e de melhores condições financeiras aos médicos” afirma a Distrital de Beja do PSD, depois de ter reunido com o SIM. Diz, também, que o “CA da ULSBA” é “subserviente ao Governo”. Conceição Margalha não comenta estas afirmações.
O Sindicato dos Médicos da Zonal Sul (SMZS) exige ao Governo a regulamentação do Prémio de Desempenho previsto na Lei n.º 27-A/2020, que visa os profissionais que desempenharam atos no SNS “diretamente relacionados com pessoas suspeitas e doentes infetados por COVID-19”.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) vai entregar, esta sexta-feira, à administração da ULSBA, um abaixo-assinado dos enfermeiros a contrato individual de trabalho, a exigir igualdade no direito a férias.
A partir de hoje, a Voz da Planície ouve a presidente do Conselho de Administração da ULSBA. Nesta terça-feira, Conceição Margalha responde às questões relacionadas com a falta de especialistas, explicando o que se passa nos diversos serviços, incluindo os de Obstetricia e Cirurgia. Revela, também, que o Hospital vai ter ressonância Magnética. Uma entrevista para ouvir nos jornais das 12.00 e das 17.00 horas.
O SIM Alentejo diz que no Hospital de Beja, “as equipas de cirurgia estão a funcionar abaixo dos mínimos de segurança para os cidadãos e médicos”. O SIM Alentejo pede ao Conselho de Administração da ULSBA “medidas urgentes” para travar o encerramento do “Serviço de Urgência de Cirurgia”. José Aníbal, Diretor Clínico, afirma que o comunicado em causa “é falso” e que está “cheio de erros”.
“A pouco mais de duas semanas do início de um novo ano letivo, os professores pouco sabem, na medida em que as medidas anunciadas são para resolver casos de contágio, caso existam, e não preventivas, como seria de esperar”. Quem o diz é o SPZS, afirmando, também, que se avizinha um novo ano letivo cheio de “incertezas por parte de toda a comunidade educativa.”
O despacho ministerial já saiu em Diário da República e diz que faltam médicos, na ULSBA, em 15 especialidades. A falta “crónica” de especialistas pode ter diversas causas e hoje, na Voz da Planície ouvimos o ponto de vista dos médicos, que aponta “as desadequadas condições de trabalho, derivadas do desinvestimento no SNS,” como uma das razões pela qual continua a haver “falta de especialistas no Interior”.
O novo calendário escolar já saiu, mas “as medidas conhecidas até agora para o ano letivo 2020/21 são insuficientes”. A afirmação é do SPZS, que refere mesmo prever um “arranque complicado” pois é pedido “um distanciamento dentro da sala de aula de um metro, quando as recomendações são de dois metros”. Perante esta situação, o Sindicato teme que “os pais deixem de ver no ensino público uma opção”.
"O SPZS e a FENPROF lutam desde 2008 pela retirada de amianto das escolas” e o "Sindicato valoriza o facto, do Governo avançar agora com uma lista de estabelecimentos de ensino para este efeito”. O SPZS considera, contudo, que “ainda se está longe do pretendido”, que esta decisão é “um passo tímido” e “estranha estarem fora desta lista as escolas secundárias de Castro e de Serpa.”
Depois de apresentado o ranking que inclui um conjunto de dados sobre as escolas do Ensino Básico e Secundário a nível nacional, o Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) revelou à Voz da Planície a sua posição sobre esta matéria, afirmando que “os rankings servem apenas para alimentar o negócio da educação”.
O ano letivo 2019/2020 terminou de forma atípica exigindo esforços acrescidos a professores, alunos e pais. O próximo deverá começar, assim indicou o Governo, entre 14 e 17 de setembro e de forma presencial. O balanço do ano letivo que findou é, para o SPZS de “ausência do Ministério da educação” e as perspetivas para o próximo são de que “sejam corrigidos a tempo os erros cometidos neste 2019/20”.
O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (STSS) pediu uma reunião urgente ao primeiro-ministro. “Em cima da mesa” estão temas como “o Programa de Estabilização Económica e Social - Reforço do SNS, a contratação de profissionais, o reforço da resposta da rede laboratorial, a valorização da Saúde Pública, a carreira e os descongelamentos.”
O STAL de Beja denuncia “a tentativa de limitar a atuação deste Sindicato por parte do Executivo da Câmara Municipal, bem como da chefe de divisão da Cultura, que tentou boicotar o plenário de trabalhadores, agendado para as instalações da Biblioteca Municipal da cidade”, revela esta estrutura sindical em comunicado. Paulo Arsénio nega tais acusações e diz que "o STAL está a tomar uma atitude de hostilidade".
Os trabalhadores dos CTT Expresso e dos CTT-Correios de Portugal estão, hoje, em greve, um protesto decretado pelo SNTCT- Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações.
O SPZS-Sindicato de Professores da Zona Sul acompanhou, ontem, a reabertura das escolas secundárias, milhares de professores e alunos retomaram as aulas presenciais dos 11º e 12º anos.
Há condições prévias e garantias que têm que ser asseguradas antes da reabertura das escolas, para o 11º e 12º anos, ao que tudo indica a 18 de Maio, e das creches a 1 de Junho, a afirmação é do presidente do SPZS-Sindicato dos Professores da Zona Sul.
14 de Abril oficialmente milhares de alunos do ensino básico e secundário deveriam regressar, hoje, à escola para dar inicio ao 3º e último período, mas a pandemia COVID 19 levou o Governo a decidir que, até ao 9º ano, acabaram as aulas presenciais no ano lectivo 2019/2020.
O STAL enviou um ofício ao Governo a “exigir proteção prioritária para trabalhadores de primeira linha”, neste caso em concreto as associações humanitárias de bombeiros. As preocupações têm a ver com questões laborais e de equipamentos de proteção.
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