A Organização das Nações Unidas (ONU), neste Dia Mundial da Água, propôs abordar o tema “Água e Género”. O objetivo é debater sobre a ligação entre água e a equidade de género, uma vez que a falta de acesso a fontes de água doce, saneamento e higiene adequada, em muitas habitações a nível mundial, afetam muito mais as mulheres do que os homens. Desta forma, a ONU quer chamar a atenção para o papel das mulheres e meninas, que são as coletoras e gestoras da água, muitas vezes em condições de extrema vulnerabilidade, por simultaneamente cuidarem de pessoas doentes devido ao consumo de águas contaminadas, o que lhes ocasiona perdas de tempo, saúde, segurança e oportunidades. Além disso, frequentemente, são excluídas dos processos de tomada de decisão. Por isso, é necessário colocar as mulheres no centro da procura de soluções, envolvendo a gestão de recursos hídricos. É a pensar nesta emergência global, que a ONU propõe a campanha chamada: “Onde a água flui, a equidade de género cresce”.
A Quercus, associação nacional de conservação da natureza, quer que os portugueses possam saber a cada mês para que fins é usada a água armazenada nas barragens e pede à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) dados mensais públicos mais detalhados sobre a gestão e monitorização das albufeiras. O motivo deste pedido prende-se com as intempéries ocorridas em Portugal, que "provocaram graves danos a muitos portugueses, com os quais a Quercus está solidária". No entanto, a associação refere que "a sequência anómala de tempestades que assolou o país proporcionou também uma acumulação de riqueza hídrica nas barragens nacionais, que estão atualmente nos seus níveis máximos de armazenamento de água". A Quercus também ressalva que "este é um facto absolutamente extraordinário num país que tem sido crescentemente vulnerável à escassez de água". Estes são motivos que tornam "fundamental garantir aos portugueses que esta abundância hídrica é utilizada de forma eficiente", reforça a Quercus. Alexandra Azevedo, Presidente da associação, lança mesmo o desafio à APA “para reativar o Conselho Nacional da Água, parado há 3 anos, com a marcação de um plenário com especialistas, com caráter de urgência, para ser discutida a gestão da água em Portugal”.
O presidente da Câmara de Ourique, Marcelo Guerreiro, foi eleito para liderar o conselho executivo da Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública no Alentejo durante o mandato 2025-2029, sucedendo ao ex-autarca de Aljustrel, Carlos Teles.
No 17.º Congresso da Água foram entregues os prémios "Revelação e Inovação" e, neste contexto, a EMAS de Beja foi distinguida com uma menção honrosa, na "Inovação", nas pessoas do coordenador do Gabinete de Gestão de Redes e Controlo de Perdas, João Santos, em coautoria com Pedro Travanca e Aisha Mamade, da empresa Baseform, pelo artigo e apresentação técnica intitulada “Inovação, Eficiência e Resiliência na Gestão da Água", pelos resultados "na análise e gestão do desempenho da rede de abastecimento de água de Beja", é explicado no documento enviado à nossa redação.
O ano de 2025 já é considerado um dos mais trágicos no que diz respeito aos grandes incêndios em Portugal, com mais de 250 mil hectares ardidos, vítimas mortais, habitações destruídas e explorações agrícolas e florestais devastadas.
A Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Alentejo, I.P. (CCDR Alentejo, I.P.) informa os agricultores da região Alentejo que já se encontra disponível o formulário para declaração de prejuízos agrícolas causados pela tempestade Martinho. As fortes chuvas e ventos intensos afetaram colheitas e explorações agrícolas, resultando em danos estruturais e perdas significativas para os produtores da região.
As mulheres com endometriose terão, a partir de abril, direito a faltas justificadas ao trabalho e às aulas, até três dias consecutivos por mês, sem perdas de direitos, segundo uma lei publicada em Diário da República.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e o ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, apresentam hoje, dia 19 de março, em Beja, na sede da ACOS - Associação de Agricultores do Sul, a estratégia nacional “Água que Une”. O Governo afirma tratar-se de "um ambicioso plano de ações e investimentos que pretende garantir a gestão sustentável deste recurso, em todo o território nacional, ao longo dos próximos anos. O plano contempla cerca de cinco mil milhões de euros de investimento até 2030 e um segundo ciclo, que se irá prolongar até 2040".
O Alentejo Litoral vai implementar, nos próximos 10 anos, um plano de adaptação às alterações climáticas com medidas que incluem a poupança de água no consumo humano, agricultura, indústria e turismo e o recurso à dessalinização.
Organizações de agricultores do Alentejo consideraram bem-vindos os novos apoios aprovados pelo Governo para fazer face aos prejuízos provocados pela doença da língua azul, ainda que as medidas fiquem aquém do necessário.
A Coligação Democrática Unitária (CDU) critica, na nota de imprensa enviada à nossa redação, "o aumento significativo na fatura da água para 2025, aprovado na Câmara Municipal de Beja pela maioria composta por Partido Socialista (PS) e Partido Social Democrata (PSD)". A CDU afirma que esta "decisão penaliza os munícipes e reforça a posição de Beja como uma das cidades com os custos mais elevados do País no abastecimento de água."
O ministro da Agricultura admitiu hoje, dia 15 de novembro, o recurso a verbas comunitárias ou do Orçamento do Estado (OE) para ajudar agricultores afetados pela doença da língua azul, mas insistiu que é preciso aumentar as notificações das mortes dos animais.
O distrito de Beja tem sido afetado pela Língua Azul, doença que ataca rebanhos ovinos. Esta situação já provocou "prejuízos incalculáveis, com perdas superiores a 50% em comparação ao mesmo período do ano anterior, deixando os agricultores numa situação financeira vulnerável e exigindo uma ação urgente", pode ler-se na nota de imprensa enviada pela Distrital de Beja do Partido Chega que, em coordenação com a deputada eleita pelo círculo eleitoral deste distrito, Diva Ribeiro expressa "o seu compromisso em procurar respostas claras e soluções eficazes."
A Resialentejo, empresa intermunicipal de Valorização de Resíduos do Baixo Alentejo, arranca hoje, 8 de outubro, com uma campanha de sensibilização para o combate ao desperdício alimentar. As iniciativas realizam-se junto da comunidade escolar do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, dos oito municípios onde a empresa desenvolve a sua atividade. Esta campanha, intitulada “Era só o que faltava” surge na sequência da candidatura aprovada, no âmbito do projeto “Educação Ambiental: Laboratório de Cidadania 2023”, financiada pelo Fundo Ambiental, revela o comunicado enviado à nossa redação.
A situação dos viticultores, a braços com enormes dificuldades de escoamento da produção, os extensos e violentos incêndios que voltaram a consumir vastas áreas do território, bem como os problemas que se colocam aos baldios foram alguns dos assuntos abordados na reunião entre uma delegação da Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e o Presidente da República.
Esta semana, a Polícia de Segurança Pública (PSP) de Beja deixa vários alertas sobre burlas informáticas, nomeadamente a novidade da alteração do número de identificação bancária no Site da Segurança Social sem autorização do lesado que impede o recebimento das prestações sociais, as reiteradas perdas de dinheiro em compras na Internet e investimentos facilitados. A PSP de Beja tem um novo número de telefone, 284 100 300, para receber denuncias e atuar de forma mais célere e em conformidade.
Nos últimos dez anos, cerca de 840 milhões de euros de água já tratada e não faturada foram desperdiçados pela rede de distribuição, revela a revista da Deco Proteste, baseada em dados do regulador Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Entre os 161 municípios cujas perdas de água diminuíram face ao ano anterior, os cinco que mais se destacaram foram Alcácer do Sal, Cuba, Palmela, Penedono e Barreiro.
"O maior e mais importante congresso sobre a temática perdas de água", decorreu em Espanha, em San Sebastián e reuniu especialistas de todo o mundo, para debater as melhores práticas sustentáveis na gestão de perdas de água.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) avança que leva hoje, dia 31 de janeiro, "preocupações e reclamações a Bruxelas", relativamente aos cortes que os agricultores sofreram no âmbito da Políticas Agrícola Comum (PAC), nomeadamente à Representação Permanente de Portugal Junto da União Europeia. Amanhã, 1 de Fevereiro, a CNA participa na mesa-redonda “PAC em Português”, promovida pela Confederação, com os deputados portugueses ao Parlamento Europeu.
A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) denuncia "a incompetência do Ministério da Agricultura atestada pela perda de 35% nos montantes a pagar aos agricultores ao abrigo dos Ecorregimes de Agricultura Biológica e de 25% na Produção Integrada".
"Os pagamentos das ajudas da Política Agrícola Comum (PAC) aos agricultores calendarizados para o mês de janeiro confirmam cortes significativos para as explorações agrícolas, com forte impacto negativo nos rendimentos dos agricultores, particularmente para as pequenas e médias explorações", denuncia a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) defendeu que as opções políticas dos sucessivos governos são responsáveis pela falta de água no Algarve e no Alentejo e propôs um conjunto de medidas, como apoios face às perdas de produção.
O Partido Comunista Português (PCP) entregou no parlamento dois projetos de lei para eliminar a caducidade da contratação coletiva e repor o tratamento mais favorável ao trabalhador, considerando que a legislação laboral se tornou num “instrumento de chantagem” sobre os trabalhadores.
A sessão intitulada “EMAS em Foco: Conversas em torno da água”, terá lugar no auditório da Associação Empresarial do Baixo Alentejo (NERBE/AEBAL), em Beja, onde "serão apresentados e debatidos temas cruciais para o desenvolvimento do setor da água e da região, como são exemplo as perdas de água, a transição digital, a telemetria e a sustentabilidade em toda a sua linha", revela a Empresa de Água e Saneamento (EMAS) de Beja.
Portugal é um dos países da zona euro em que as famílias podem sofrer perdas de poder de compra devido à subida das prestações dos créditos à habitação, pois existe uma predominância de empréstimos com taxas variáveis, alertou Bruxelas.
A nível nacional quase dois mil milhões de litros de água perdem-se antes de chegar ao consumidor, o que representa um desperdício de quase 25% de água que passa nas condutas de abastecimento em Portugal. Em Beja a taxa de perda de água oscila entre 19% a 20%.
Os produtores de arroz do Vale do Sado, no Alentejo, contabilizam este ano 20% de perdas em relação à campanha de 2021, com uma redução da área de cultivo na ordem dos 1.500 hectares, devido à seca.
A pandemia de covid-19 dificultou a entrada dos jovens no mercado de trabalho e o ensino à distância provocou perdas de aprendizagem que podem ser irreversíveis, segundo o relatório “Estado da Nação: Educação, Emprego e Competências em Portugal”.
A seca afetou muito a produção de cereais no distrito. Os concelhos mais afetados foram os de Beja, Serpa, Castro Verde, Almodôvar, Ourique, Aljustrel e Mértola.
A ministra da Agricultura e da Alimentação anunciou, em Aljustrel na passada sexta-feira, que vai ser lançado o concurso público para requalificar o Aproveitamento Hidroagrícola do Mira, que abrange os concelhos de Odemira, distrito de Beja, e Aljezur, no de Faro.
“Perdas de Água - A insustentável realidade” é o tema de um encontro que vai decorrer em Beja, nesta sexta-feira, para debater as diversas áreas relacionadas com a redução de perdas de água, divulgou a organização.
O Festival Internacional de Teatro do Alentejo (FITA) tem propostas para hoje, para a cidade de Beja. Duas peças de teatro para assistir no Pax Julia e uma proposta de programação paralela na Galeria do Desassossego.
Cerca de sete em cada 10 famílias portuguesas (71 por cento) tinha dificuldades económicas em 2021, de acordo com um barómetro da Deco Proteste. Um valor superior ao reportado em 2020.
A água da albufeira do Monte da Rocha, em Ourique (Beja), que está a cerca de 15% da capacidade, vai ser reservada para dois anos de abastecimento público, com rega apenas de culturas perenes, como o olival.
90 por cento do País está em seca severa ou extrema e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um novo agravamento da situação. Portugal e Espanha estiveram na União Europeia a pedir medidas para minimizar os efeitos deste flagelo na Península Ibérica.
A associação da hotelaria e restauração AHRESP defende que o Governo deve reforçar o apoio a fundo perdido atribuído à tesouraria das empresas, para compensá-las das "fortes perdas" devido à redução da atividade económica provocada pela pandemia.
A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, em comunicado enviado à comunicação social, acusa o Governo de ter “falta de sensibilidade”, para com as entidades que enfrentam novamente uma redução de atividade, realçando que não percebe “os critérios para tal discriminação”.
O Executivo da Direção Regional do Alentejo do PCP (DRA) “assinala os resultados obtidos na região num quadro particularmente exigente”, nas autárquicas 2021, referindo, também, terem ficado, “sem prejuízo da sua expressão nacional, aquém dos objetivos colocados.”
O Ministério da Agricultura avançou que, já podem ser reportados, pelos agricultores, os prejuízos na sequência do incêndio que deflagrou em Odemira, e que se estendeu ao concelho de Monchique, no final da semana passada.
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