O que consta das propostas do programa eleitoral de cada candidatura, centrando atenções no que as diferencia, bem como as questões da promoção da atratividade para o concelho, a habitação, os imigrantes e os projetos estruturantes são as matérias sobre as quais os cabeças de lista falam nas suas entrevistas. No final, cada candidato avança o que será um "bom resultado" nas autárquicas 2025 e porque deve a população "apostar" nas suas perspetivas para o território.
O objetivo no dia 12 de outubro, frisou David Catita, candidato à presidência da Câmara, é "vencer, de preferência com maioria, e mudar Beja para melhor".
"Desafetar mil hectares de Reserva Agrícola Nacional (RAN) para que se possa construir e fazer crescer Beja de forma ordenada, bem como contribuir para a requalificação do centro histórico pelas pessoas, ou seja, requalificar pelas pessoas", é uma orientação da estratégia pensada pelo partido Chega, que David Catita explicou nesta entrevista.
"criar um terceiro centro de saúde e gabinetes de apoio nas aldeias, aumentando o apoio domiciliário" são propostas que defendeu, igualmente, para o concelho. "Dar condições dignas aos imigrantes, com contração e acolhimento dignos" são pressupostos que David Catita esclareceu, igualmente, como se pretendem alcançar.
"Ciar uma ligação ferroviária do Penedo Gordo até ao aeródromo como antigamente, ou seja, passar a linha para fora de Beja, criar uma estação no aeródromo e ter duas linhas orientadas, uma de ligação ao aeroporto para mercadorias e passageiros e outra de acesso à cidade" faz, ainda, parte da estratégia do partido Chega pensada para a capital de distrito, que, sublinhou, "tem de assumir a sua centralidade". "Criar uma zona industrial militar perto da Base Aérea", também faz parte dos planos.
Pode ouvir, igualmente, a entrevista com David Catita, cabeça de lista do Chega à presidência da Câmara de Beja, aqui.
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