Coincidindo com o Dia Internacional do Enfermeiro, a greve pretende reivindicar, entre outras medidas, a contratação de mais profissionais, o fim dos contratos precários e o pagamento dos retroativos entre 2018 e 2021, referentes à progressão na carreira.
O SEP exige ainda um horário de 35 horas semanais para todos os enfermeiros, assim como a rejeição do pacote laboral que o Governo pretende implementar e da proposta que está em negociação de um novo acordo coletivo de trabalho, alegando que “visa retirar rendimento aos enfermeiros”, agravando os “problemas já hoje existentes".
O sindicato decidiu avançar para a greve como forma de reclamar uma avaliação do desempenho “justa, sem quotas e objetiva”, que avalie cada enfermeiro com base na prestação de cuidados e de acordo com as suas competências e funções.
A estrutura sindical espera “uma grande adesão” a esta greve, reconhecendo, porém, que nas últimas paralisações da enfermagem, o Tribunal Arbitral tem vindo a ampliar os serviços mínimos, definindo que têm de trabalhar o mesmo número de enfermeiros do que os escalados para os domingos.
A última grave nacional dos enfermeiros convocada pelo SEP decorreu em 20 de Março, registando uma adesão de cerca de 71%, de acordo com números avançados pelo sindicato.
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