Lixo Hospitalar

Através de nota informativa, o Conselho de Administração da ULSBA refere que “após ter tido conhecimento do relatado, questionou a responsável do Centro de Saúde de Beja por esta situação e deliberou proceder a um inquérito interno para apurar o porquê do sucedido, uma vez que esta é uma situação anómala, que não decorre de qualquer norma em vigor, nem de ordem de serviço pontual por parte do órgão executivo, configurando uma prática que vai, inclusive, contra aquilo que são as boas-práticas neste domínio levadas a cabo pela instituição e devidamente acompanhadas pelos respetivos prestadores de serviços”, que colaboram com a instituição neste domínio.

Prossegue, referindo que “o material em causa, até à data de hoje,” referindo-se ao dia de ontem, em que foi detetada esta situação, “estava acondicionado na cave do edifício do Centro de Saúde, nunca tendo sido utilizado, pois o seu prazo de validade havia expirado. No caso concreto, por nunca ter sido utilizado, este material - não contaminado - não constituiria risco para a saúde pública”.

A nota informativa termina dizendo que “a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo lamenta e pede desculpas pelo sucedido, assegurando que serão apuradas as responsabilidades por este caso isolado.”


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Lixo hospitalar fora do molok, é muito grave, mas dentro não o é menos. O lixo hospitalar carece, necessariamente, de tratamento MUITO ESPECIAL.

ATENTO

15/06/2018