Um ano depois o cenário, no que se refere à escolha dos partidos para representar o distrito voltou a coincidir, com a diferença que, desta vez, foi o Chega o primeiro partido a eleger, com 27,73% dos votos, seguido do PS, com 26,49% da votação, e depois da AD, com 20,89%. A CDU voltou a não conseguir eleger pelo distrito, ficando como quarta força política, com 13,56% da votação. O Livre ficou com 2,10%, a IL com 1,95% e o BE com 1,85%.
Estes resultados ditaram, no distrito de Beja, a eleição de um deputado para o Chega, um para o PS e um para a AD. De salientar, ainda, que no distrito de Beja, a abstenção chegou aos 37,68%, ou seja, foi superior à de 2024, que foi de 35,35%.
A nível nacional, a força política vencedora foi a AD, que obteve 32,72%, ficou com 89 deputados.
O PS ficou em segundo lugar, com 23,38%, obteve 58 deputados.
O Chega é a terceira força política mais votada com 22,56% dos votos e elegeu 58 deputados.
A IL obteve 5,53% da votação, ficou com 9 deputados.
O Livre conseguiu 4,20% e ficou com 6 deputados.
A CDU obteve 3,3% dos votos e elegeu 3 deputados.
O BE teve 2,00% de votos e elegeu 2 deputados.
O PAN teve 1,36 % e manteve o deputado.
E o JPP obteve 0,34% e 1 deputado.
A abstenção foi de 35.62%.
Ainda faltam apurar os resultados obtidos nos 24 consulados. São atribuídos neste caso quatro mandatos.
Cabe agora ao presidente da República convidar, como determina a Constituição, a formar Governo o partido mais votado.
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