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Atualidade Ensino superior

Nova residência de estudantes do IPBeja vai disponibilizar mais 503 camas

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Nova residência de estudantes do IPBeja vai disponibilizar mais 503 camas

Foto: IPBeja

A nova residência de estudantes do Instituto Politécnico de Beja foi inaugurada e vai disponibilizar 503 camas para alunos, docentes e investigadores, sendo uma infraestrutura "moderna, tecnológica, segura e duradoura", afirmou a presidente da entidade. O edifício, localizado junto à Escola Superior de Tecnologia e Gestão, inclui um piso térreo e três pisos elevados dotados com 327 alojamentos, divididos por 126 quartos individuais e 150 duplos e por 25 estúdios individuais e 26 duplos. Segundo o Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), 15 destes 327 quartos dizem respeito a pessoas com mobilidade reduzida.

O alojamento, que contou com um investimento de cerca de 22 milhões de euros, tem ainda zonas de convívio e de estudo, cozinhas comunitárias, áreas técnicas, espaços de refeição, uma lavandaria, um ginásio, um claustro, um pátio interior e uma zona verde não coberta.

Na sessão de inauguração, que decorreu na nova residência, a presidente do IPBeja, Maria de Fátima Carvalho, afirmou que esta obra é "um sonho" e que representa "um marco estratégico para o IPBeja" e "para as condições de vida e de estudo dos mais de 2500 estudantes" que acolhe.

"Em tempo recorde foi possível idealizar, financiar e construir um equipamento moderno que oferece 503 novas camas aos nossos estudantes", disse.

A responsável, que admitiu que a nova residência é "uma referência nacional de construção moderna", classificou-a como "muito mais ecológica, segura e duradoura".

Por sua vez, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, na sua intervenção, reconheceu a importância das instituições assegurarem alojamento aos estudantes no ensino superior para garantirem uma maior "igualdade" de oportunidades.

O líder do Governo afirmou também que esta residência vem "demonstrar que é possível construir com outra filosofia, com outro enquadramento, garantindo qualidade, sustentabilidade e rapidez".

Em alusão ao nome do alojamento, Residência Europa, Luís Montenegro justificou-o dizendo que "o Instituto Politécnico de Beja trabalha com a Europa para ser mais forte [e] para fortalecer Portugal", existindo, por isso, "uma esperança" para que se continue a "construir o futuro" do país.

No final da visita, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas, garantiu que esta é uma obra que "pode transformar a região", sendo um possível "fator de atratividade para estudantes e de competitividade para estas instituições".

Esta residência, segundo explicou, "aumenta a capacidade de receber estudantes deslocados" e "é, de facto, um dos bons investimentos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)".

"O Instituto Politécnico de Beja, tal como o Instituto Politécnico de Portalegre, são instituições muito importantes para o desenvolvimento das regiões e para a coesão territorial", sintetizou.


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