O Sindicado de Professores da Zona Sul (SPZS) informa que, na sequência das respostas das escolas da zona Sul ao questionário que realizou sobre as condições de abertura deste ano letivo, é possível afirmar desde já que “o Ministério da Educação pouco ou nada fez para que o regime presencial que se deseja manter garanta segurança à comunidade escolar“.
“A pouco mais de duas semanas do início de um novo ano letivo, os professores pouco sabem, na medida em que as medidas anunciadas são para resolver casos de contágio, caso existam, e não preventivas, como seria de esperar”. Quem o diz é o SPZS, afirmando, também, que se avizinha um novo ano letivo cheio de “incertezas por parte de toda a comunidade educativa.”
O novo calendário escolar já saiu, mas “as medidas conhecidas até agora para o ano letivo 2020/21 são insuficientes”. A afirmação é do SPZS, que refere mesmo prever um “arranque complicado” pois é pedido “um distanciamento dentro da sala de aula de um metro, quando as recomendações são de dois metros”. Perante esta situação, o Sindicato teme que “os pais deixem de ver no ensino público uma opção”.
"O SPZS e a FENPROF lutam desde 2008 pela retirada de amianto das escolas” e o "Sindicato valoriza o facto, do Governo avançar agora com uma lista de estabelecimentos de ensino para este efeito”. O SPZS considera, contudo, que “ainda se está longe do pretendido”, que esta decisão é “um passo tímido” e “estranha estarem fora desta lista as escolas secundárias de Castro e de Serpa.”
Depois de apresentado o ranking que inclui um conjunto de dados sobre as escolas do Ensino Básico e Secundário a nível nacional, o Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) revelou à Voz da Planície a sua posição sobre esta matéria, afirmando que “os rankings servem apenas para alimentar o negócio da educação”.
O ano letivo 2019/2020 terminou de forma atípica exigindo esforços acrescidos a professores, alunos e pais. O próximo deverá começar, assim indicou o Governo, entre 14 e 17 de setembro e de forma presencial. O balanço do ano letivo que findou é, para o SPZS de “ausência do Ministério da educação” e as perspetivas para o próximo são de que “sejam corrigidos a tempo os erros cometidos neste 2019/20”.
O SPZS-Sindicato de Professores da Zona Sul acompanhou, ontem, a reabertura das escolas secundárias, milhares de professores e alunos retomaram as aulas presenciais dos 11º e 12º anos.
Há condições prévias e garantias que têm que ser asseguradas antes da reabertura das escolas, para o 11º e 12º anos, ao que tudo indica a 18 de Maio, e das creches a 1 de Junho, a afirmação é do presidente do SPZS-Sindicato dos Professores da Zona Sul.
Realiza-se hoje, em Beja, no auditório do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), a partir das 09.30 horas, um plenário distrital de professores e educadores. A organização é da responsabilidade do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) e tem como tema principal: o “processo de municipalização da Educação, previsto no Orçamento do Estado para 2020” (OE2020).
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com