O Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (Sindepor) anunciou uma greve ao trabalho extraordinário em novembro e dezembro, para exigir a abertura imediata de negociações com a tutela sobre uma carreira que corrija desigualdades.
Hospitais em serviços mínimos, centros de saúde e estabelecimentos de ensino fechados reflete a "grande adesão à greve", que decorre hoje e que foi decretada pela Frente Comum. Nalguns casos, diz a estrutura sindical, chegou aos 90 por cento.
Nesta sexta-feira 27, é dia de greve nacional dos trabalhadores da administração pública central, regional e local. Um protesto que vai afetar vários setores desde a saúde, à educação e à justiça.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou uma greve nacional para o dia 10 de novembro, contra os problemas existentes no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e exigindo soluções ao Ministério da Saúde.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) convocou uma greve nacional de médicos para esta terça e quarta-feira, com concentração hoje, 17 de outubro, pelas 15h00, frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) decidiu manter a greve marcada para a próxima semana, por considerar que a proposta do Ministério da Saúde tem de garantir igualdade para todos os médicos em termos salariais e de condições de trabalho.
A Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública anunciou uma greve nacional de trabalhadores para o dia 27 deste mês, reiterando que a proposta do Governo de aumentos de 52 euros é "miserabilista".
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) anunciou uma nova greve, em 17 e 18 de outubro, em resposta à posição do Governo de "legislar unilateralmente" o novo regime de dedicação plena, sem a concordância dos sindicatos.
O Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) anunciou uma greve de trabalhadores não docentes para esta segunda-feira, 9, "pela valorização das profissões".
Esta sexta-feira, 6, fica marcada pela greve nacional de professores, convocada pela plataforma que integra nove estruturas sindicais do setor, entre elas a Federação Nacional de Professores (Fenprof). Depois, na segunda-feira, 9, é dia de greve dos trabalhadores não docentes, que também pode comprometer o funcionamento das escolas.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) anunciou um novo prolongamento, até 22 de outubro, da greve dos médicos às horas extraordinárias, que terminaria no dia 22 deste mês.
Em comunicado publicado na sua página, o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) refere que a primeira greve, a 8 de setembro, será em Braga, Viana do Castelo e Setúbal, seguindo-se depois Faro, Beja, Bragança, Aveiro, Évora, Castelo Branco, Portalegre e Açores, entre 12 e 19.
Os funcionários judiciais voltam hoje, 4, às greves, com uma paralisação de um dia convocada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça e o primeiro dia de mais quatro meses de greves típicas, mas também criativas, do Sindicato dos Funcionários Judiciais.
O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) convocou uma greve para a próxima segunda-feira, 4, ao longo de todo o dia, admitindo agravar a luta «se o governo mantiver a arrogância governativa que tem evidenciado». Hoje, sexta-feira, 1, paralisam os funcionários judiciais.
Greve nacional a 14 e 15 de novembro, manifestação no primeiro dia da greve, caravana pelo país na defesa da carreira médica e do Serviço Nacional de Saúde (SNS) entre 5 de setembro e 15 de novembro, e delegação em Bruxelas para reunir com deputados portugueses no Parlamento Europeu e com a Comissária Europeia para as questões da Saúde – são as respostas da Federação Nacional dos Médicos (FNAM) à má fé e irresponsabilidade do ministério da Saúde e do Governo.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) convocou para hoje e amanhã, 30 e 31 de agosto, uma greve daqueles profissionais de saúde na região do Alentejo.
Os pré-avisos de greve comunicados ao Ministério do Trabalho e à direção-geral da administração pública totalizaram 1.499 até junho, um aumento de 92,2 por cento face ao mesmo período do ano anterior, segundo dados oficiais.
Os dados são divulgados pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM) que afirma estar a aguardar resposta do Ministério da Saúde sobre as propostas efetuadas, no sentido de se chegar a um acordo.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) decretou uma greve de médicos para os primeiros dois dias deste mês e para esta terça-feira, 1, uma concentração, às 15h00, à porta do Ministério da Saúde. A FNAM diz que a proposta de alteração salarial é “irrisória” e que decidiu partir para a greve.
Blocos de cirurgia e centros de saúde encerrados é o resultado do segundo dia da greve dos médicos, que o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) estima que mantenha a “forte adesão” de cerca de 90 por cento registada na terça-feira, 25. No hospital de Beja “as cirurgias estão paralisadas a 100 por cento" de acordo com o sindicato.
Nesta sexta-feira, 21, às 14h30, realiza-se no Ministério da Saúde (MS), uma última reunião para uma derradeira tentativa de conseguir um acordo de princípio que seja capaz de salvar o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Os trabalhadores da mina de Neves-Corvo, em Castro Verde, iniciaram ontem uma greve, de dois dias, para exigir aumentos salariais e o STIM assegura que está a ter “boa adesão”.
Os trabalhadores da mina de Neves-Corvo, em Castro Verde, realizam uma greve de duas horas, no início de cada turno, nesta quarta e quinta-feira, dias 19 e 20, para exigir aumentos salariais.
A Fesaht está a promover uma quinzena nacional de luta nos hotéis de 17 a 28 deste mês, que culminará com uma concentração precisamente no último dia, junto à porta da Secretaria de Estado do Turismo, em Lisboa.
A greve decretada pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) tem impacto na circulação de comboio no País inteiro, segundo a CP.
O primeiro dos dois dias de greve dos médicos registou uma adesão de cerca de 90 por cento a nível nacional, afetando cirurgias programadas e consultas externas, adiantou o sindicato que convocou a paralisação. A greve dos médicos termina à meia-noite desta quinta-feira, 6.
Os médicos iniciaram dois dias de greve, convocada pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), para exigir “salários dignos, horários justos e condições de trabalho capazes de garantir um Serviço Nacional de Saúde (SNS) à altura das necessidades” da população.
Os trabalhadores da mina de Neves-Corvo, em Castro Verde, vão realizar uma greve de duas horas, no início de cada turno, nos dias 19 e 20 deste mês, para exigir aumentos salariais.
A data, de 6 de junho, coincide com os seis anos, seis meses e 23 dias, ou seja, o tempo de serviço que os professores têm por recuperar. Hoje é dia, também, de manifestações em Lisboa e Porto. Os docentes, e educadores, do distrito de Beja participam na manifestação que decorre, durante a tarde desta terça-feira, em Lisboa.
A Comboios de Portugal (CP) revela que as pessoas que já tenham bilhetes comprados podem pedir o reembolso ou trocar, gratuitamente, para uma alternativa na mesma categoria e classe, referindo-se aos comboios Alfa Pendular, Intercidades, InterRegional e Regional.
Os funcionários judiciais estão de novo em greve nos tribunais e serviços de justiça, uma paralisação a decorrer em moldes diferentes consoante os serviços e comarcas e para a qual o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) espera forte mobilização.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) marcou para hoje uma greve destes profissionais de saúde, acompanhada de uma concentração em frente ao Ministério da Saúde para exigir melhores condições de trabalho e a contratação de mais profissionais.
A realização de greves às avaliações e exames, caso falhe o acordo com o Governo para a recuperação do tempo de serviço dos docentes até 06 de junho, está em cima da mesa, foi anunciado ontem, em Beja, pelo secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof).
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou uma greve para sexta-feira, 12 de maio, acompanhada de uma concentração em frente ao Ministério da Saúde para exigir melhores condições de trabalho e a contratação de mais profissionais.
Hoje, 10 de maio, realizou-se uma greve de professores e educadores do distrito de Beja. Mário Nogueira, da Fenprof, garantiu que "a luta dos professores vai continuar", no plenário da manhã. A mesma certeza deixaram as várias estruturas sindicais que participaram na manifestação, no Jardim do Bacalhau.
Os professores têm estado em greve às provas de aferição numa paralisação sem serviços mínimos, convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) pela recuperação do tempo de serviço.
O Comboio do Cante é uma iniciativa que tem marcado as várias edições da Ovibeja. Em 2023, a organização da feira volta a apostar neste evento que transporta, em 11 autocarros, os muitos cantadores da grande Lisboa que visitaram hoje a feira.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais iniciou, ontem, uma “greve clássica”, paralisando totalmente até 05 de maio, o que “será muito mais prejudicial” do que a última greve, e admite estender a luta até julho.
Os funcionários judiciais vão fazer 10 dias de greve a partir de 26 de abril, sem presença nos tribunais e com perda de retribuição.
Vários sindicatos deram início, esta semana, a novas greves no setor ferroviário que abrangem a Infraestruturas de Portugal (IP) e a CP, até ao final do próximo mês, incluindo um dia de 24 horas, marcado para 6 de abril.
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