A DECO PROteste divulgou esta semana os resultados da sua monitorização semanal do cabaz de 63 produtos alimentares essenciais, uma análise que realiza desde fevereiro de 2022, quando a escalada da inflação começou a impactar fortemente os preços.
O preço do cabaz alimentar custa quase mais seis euros do que no início do ano. Passou para 242,14 euros. De acordo com a Deco Proteste, os cereais integrais, a alface frisada e a cebola foram os produtos cujo preço mais subiu nas últimas semanas e os brócolos estão 1,13 euros mais caros, desde o início do ano.
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste subiu 1,49 euros desde a semana passada, segundo os dados atualizados, e remetidos à nossa rádio por esta Associação de Defesa do Consumidor. Segundo a informação atualizada, esta semana, o cabaz essencial de 63 produtos custa agora 238 euros, com destaque para o café moído, que disparou 19%.
O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste ficou quase seis euros mais barato, afirma a associação de defesa do consumidor. Mesmo assim, alerta a Deco, há produtos que continuam a registar subidas de preço significativas de uma semana para a outra.
A próxima data importante é 25 de fevereiro, data até à qual deve validar as faturas pendentes para efeitos do IRS 2024, no Portal das Finanças. "Se não as validar, pode perder dinheiro", avida a Deco Proteste.
A satisfação dos utentes com os cuidados prestados pelos médicos de família tem aumentado nos últimos 25 anos, mas mais de metade das consultas implicam um tempo de espera superior a um mês, indicou a DECO Proteste.
O cabaz alimentar composto por 63 produtos essenciais fixa-se nos 225 euros e 11 cêntimos, o que corresponde a um aumento de 48 cêntimos (0,21%) comparando com os valores apresentados na semana passada. A variação dos preços tem sido feita pela Deco Proteste, entidade de defesa do consumidor, desde fevereiro de 2022.
Cereais, polpa de tomate, café e atum registaram os maiores aumentos percentuais face à semana anterior. A 9 de agosto do ano passado custava menos 15,40 euros. Recorde-se que desde fevereiro de 2022, e com a escalada da inflação, a Deco Proteste, entidade de defesa do consumidor, tomou a iniciativa de realizar uma análise semanal dos preços de um cabaz constituído por 63 produtos alimentares essenciais.
A Deco Proteste, associação de defesa do consumidor, anuncia que o cabaz alimentar, composto por 63 produtos essenciais, custa agora 227,09 euros, menos 97 cêntimos do que na semana anterior, mas mais 11,85 euros do que no mesmo período do ano anterior.
A Deco Proteste considerou como insuficiente o alargamento do IVA da eletricidade a 6% a mais famílias, aprovado em junho, e insistiu que aquela taxa deve ser aplicada na luz e no gás para todos os consumidores.
Nos últimos dez anos, cerca de 840 milhões de euros de água já tratada e não faturada foram desperdiçados pela rede de distribuição, revela a revista da Deco Proteste, baseada em dados do regulador Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Entre os 161 municípios cujas perdas de água diminuíram face ao ano anterior, os cinco que mais se destacaram foram Alcácer do Sal, Cuba, Palmela, Penedono e Barreiro.
Hoje, dia 29 de maio, assinala-se o Dia Mundial da Energia. Nesta efeméride, a Deco Proteste alerta para a importância de poupar energia, "não só para reduzir a fatura mensal dos consumidores, mas também para ajudar a mitigar as alterações climáticas", é referido no comunicado enviado às redações. Para ajudar os consumidores a poupar energia, a Deco desenvolveu a plataforma EVA, com o apoio da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
Os dados do barómetro anual elaborado pela Deco Proteste indicam que "apesar de algumas melhorias face a 2023, nas despesas com mobilidade, saúde e alimentação, as perspetivas para 2024 apontam para um aumento das dificuldades financeiras dos portugueses".
O valor do cabaz alimentar voltou a subir na semana passada. A pescada aumentou mais de dois euros. O preço, por quilo, está agora fixado nos 12 euros, de acordo com a última monitorização de preços feitas Deco Proteste.
Depois de janeiro não ter dado "tréguas" no que se refere ao aumento de preços, no início de um novo mês abastecer o carro e ir às compras está mais caro, de novo, e os portugueses têm de fazer contas para garantir deslocações e a despensa cheia. O gasóleo custa mais 3,5 cêntimos e a gasolina 1,5 cêntimos. E um cabaz de compras já está nos 147 euros.
O preço de um cabaz alimentar, com bens considerados essenciais registou uma descida de 2,80 euros, baixou para 240,99 euros, na última semana, depois de duas semanas sempre a subir. Comparando, contudo, os valores atuais com o mesmo mês de 2023 percebe-se que os portugueses estão a pagar mais 16 euros e 32 cêntimos quando vão às compras. Os dados são revelados pela Deco Proteste.
A Biblioteca Municipal de Vidigueira recebe nesta segunda-feira, dia 22, às 14h30, uma ação da Deco sobre literacia financeira. A sessão é gratuita, mas requer inscrição obrigatória, através dos contactos deste espaço cultural da cidade.
Um cabaz de 63 bens alimentares já custa mais 19 euros do que há um ano. O azeite e a laranja foram os produtos que mais subiram entre o início de 2023 e o início deste ano, asseguram os dados revelados pela Deco Proteste.
A Biblioteca Municipal de Beja recebe nesta segunda-feira, dia 15, às 18h00, uma ação da Deco sobre literacia financeira. A sessão é gratuita, mas requer inscrição obrigatória, através dos contactos deste espaço cultural da cidade.
A Deco Proteste avança que "do dia 4 até 8 deste mês, os preços dos 41 produtos essenciais que faziam parte do cabaz alimentar essencial aumentaram acima dos 6 por cento, em 14 produtos. Os preços que mais cresceram foram o do iogurte líquido, do óleo alimentar e do atum posta em azeite.
As tarifas do serviço de água e saneamento continuam com elevada discrepância entre os municípios, segundo um estudo da Deco Proteste, que defende a urgência de uma regulação tarifária e de um investimento na reabilitação de infraestruturas.
Ir às compras está mais caro do que há um ano, contudo, o cabaz de bens alimentares essenciais monitorizado pela Deco Proteste ficou ligeiramente mais barato na última semana, custando, atualmente, 217 euros e um cêntimo.
A medida do IVA zero sobre alguns produtos alimentares considerados essenciais vai ser prolongada até ao final deste ano, anunciou o primeiro-ministro, António Costa. O cabaz de 46 alimentos com IVA zero custava 211,93 euros a 30 de agosto, menos 6,03 euros do que na primeira semana de janeiro deste ano, avançou a Deco Proteste.
O cabaz alimentar está a custar 211 euros, o valor mais baixo deste ano, revela a Deco Proteste, estando a “custar agora quase o mesmo do que há um ano”, é frisado pela associação de defesa do consumidor.
Três meses depois de introduzida a medida IVA zero, o preço do cabaz alimentar baixou cerca de 12 euros, de acordo com a Deco Proteste. Mas estão mais caros alimentos como os brócolos, a couve-flor, as laranjas e as maçãs. Já o óleo alimentar, a pescada fresca e o tomate viram o preço baixar.
Na primeira semana de julho, o preço do cabaz alimentar voltou a descer para 214 euros, de acordo com uma monitorização de preços divulgada pela Deco Proteste, contudo, comprar exatamente os mesmos alimentos custava menos sete euros e 28 cêntimos há um ano.
A Deco Proteste registou mais de 43 mil e 900 reclamações nos primeiros seis meses do ano, com as queixas relativas ao condomínio e arrendamento, segurança social, comunicações eletrónicas e serviços financeiros a liderarem os piores resultados.
A pescada fresca registou uma subida de dois euros e 13 euros (30 por cento), na semana de 21 a 28 de junho, passando a custar nove euros e 23 cêntimos, segundo a Associação de Defesa do Consumidor, Deco Proteste.
Os medicamentos de venda livre são mais caros nas farmácias do que nos hipermercados e parafarmácias, chegando a diferença aos 14 por cento, revela um estudo da Deco Proteste, segundo o qual Beja é o distrito onde os consumidores pagam mais.
Segundo a Deco, na semana de 27 de abril a 3 de maio, foram 10, os produtos que mais aumentaram de preço. O café torrado moído, o iogurte líquido e os brócolos foram os que mais subiram.
“Após quatro semanas a dar sinais de estabilização, o preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO Proteste desceu, no passado dia 19 de abril, para 222 euros e 99 cêntimos”.
No cabaz de 63 alimentos essenciais que a Deco Proteste monitoriza, há mais de um ano, estão incluídos 41 alimentos aos quais será agora aplicada a isenção de IVA.
A dificuldade em enfrentar as despesas com a alimentação sofreu o maior aumento, 15 por cento, seguindo-se as despesas com a habitação, cinco por cento, e a mobilidade, quatro por cento, segundo a Deco Proteste.
Quase metade dos adolescentes portugueses admitem sofrer de ansiedade devido aos seus hábitos online, mas apenas 17 por cento dos pais o reconhecem, revela uma análise da revista Deco Proteste.
A Deco Proteste considera que a medida anunciada pelo Governo, de aumentar a tarifa da água para os maiores consumidores em 43 concelhos em situação mais crítica de seca vai recair sobre as famílias mais numerosas e critica a sua aplicação.
A DECO Proteste, desde o início da guerra na Ucrânia, que tem vindo a acompanhar a escalada de preços nos bens alimentares. Um cabaz de produtos essenciais já pode custar mais de 200€.
Se passar por uma autoestrada com pórticos eletrónicos, como as ex-SCUT, só tem duas formas de pagar a portagem: por débito direto, caso tenha um sistema de pagamento automático ou através dos CTT. Só que os valores em dívida, prazos de pagamento e onde fazê-lo não estão visíveis para os utilizadores, alerta a Deco.
Cerca de sete em cada 10 famílias portuguesas (71 por cento) tinha dificuldades económicas em 2021, de acordo com um barómetro da Deco Proteste. Um valor superior ao reportado em 2020.
A Deco Proteste – Defesa do Consumidor promove a ação “Mais despesas de educação no IRS”. O objetivo é pedir ao parlamento a alteração da lei, que vigora desde 2015, com efeitos no Orçamento do Estado (OE) para 2022. Os consumidores podem associar-se a esta iniciativa, assinando a carta aberta.
A revista da Deco Proteste destaca o projeto-piloto das equipas comunitárias de saúde mental da ULSBA e “as respostas dadas na zona de Beja, com agilidade e de uma forma mais completa.”
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