Cimeira

Na documentação entregue ao Governo está “a vontade do povo do Baixo Alentejo”, frisou Florival Baiôa, recordando a importância vital que tem para a região “ter acessibilidades condignas e um comboio modernizado.

Florival Baiôa frisou que “o que se pede em termos de investimento é pouco, mas que significa muito pois permitirá o desenvolvimento há muito esperado”. Acrescentou que a região “paga muitos impostos e recebe pouco em troca, que é solidária com o país e que espera que essa solidariedade tenha retorno”. Mostrando descontentamento com o facto, deste Governo não ter “executado as recomendações aprovadas na Assembleia da República no que se refere às necessidades do Baixo Alentejo”, Florival Baiôa disse que “há dois encontros marcados com a tutela, um dia 5, com as Infraestruturas e outro dia 12, com o ministro do Planeamento, para que o Governo perceba que ajudando o Baixo Alentejo, a região também dará o seu contributo ao país.” Neste contexto, o presidente da Câmara de Cuba, que marcou presença na iniciativa do Beja Merece+ vestido de negro, pediu ao ministro do planeamento que o receba, “em conjunto com o movimento, também no dia 12 deste mês”. João Português esclareceu que já pediu “muitos encontros com a tutela para ser ouvido sobre as questões das acessibilidades ao concelho de Cuba” e que “nunca recebeu resposta”.

O ministro do Planeamento respondeu que “o Governo está a tratar das questões das regiões” e que “as reivindicações do Baixo Alentejo estão contempladas no PNI 2030, nomeadamente a eletrificação do troço Casa Branca/Beja”. Nelson Souza disse, ainda, que “a cimeira dos «Amigos da Coesão» é em Beja para se tratar de garantir que Portugal tenha meios para executar os projetos fundamentais ao desenvolvimento das suas regiões”.

No início da manhã deste sábado, o primeiro-ministro, António Costa realçou “a importância da realização desta cimeira onde se procura encontrar os meios necessários para a resolução dos problemas das pessoas das diferentes regiões da Europa, o mais rapidamente possível”.


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O Baixo Alentejo sempre foi abandonado, por todos os Governos desde que a contra revoluçao começou , como para castigar pelas suas ideias de voto tem sido como que um boicote ao desenvolviento destas duas provincias,é o meo sentimento.

Antonio Tagarroso

01/02/2020

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