“Após quatro semanas a dar sinais de estabilização, o preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO Proteste desceu, no passado dia 19 de abril, para 222 euros e 99 cêntimos”.
No primeiro trimestre de 2023, mais de 7 000 famílias procuraram aconselhamento no Gabinete de Proteção Financeira da DECO. 44 por cento sentia problemas financeiros decorrentes do aumento do custo de vida. Em 2022, foram acompanhadas pela associação cerca de 31 500 famílias. Um recorde de pedidos.
A Deco chama a atenção para as diferenças entre o preço da prateleira e o valor pago na caixa dos supermercados ou a reduflação (diminuição do tamanho dos produtos, mas o preço fica inalterado).
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) nota que existe "uma pressão muito grande para que os consumidores façam as suas compras nas grandes superfícies, impulsionada pelas campanhas promocionais e pelos incentivos dados pelo Governo”.
No cabaz de 63 alimentos essenciais que a Deco Proteste monitoriza, há mais de um ano, estão incluídos 41 alimentos aos quais será agora aplicada a isenção de IVA.
O aumento do custo de vida continua em destaque e hoje revelamos que o bacalhau, o café torrado moído e as massas espirais foram os três produtos que lideraram no aumento dos preços na passada semana.
A dificuldade em enfrentar as despesas com a alimentação sofreu o maior aumento, 15 por cento, seguindo-se as despesas com a habitação, cinco por cento, e a mobilidade, quatro por cento, segundo a Deco Proteste.
Quase metade dos adolescentes portugueses admitem sofrer de ansiedade devido aos seus hábitos online, mas apenas 17 por cento dos pais o reconhecem, revela uma análise da revista Deco Proteste.
Os trabalhadores com crédito à habitação podem pedir desde o início do ano para reter menos IRS mensalmente, mas a perceção da Ordem dos Contabilistas Certificados e da Deco é que a medida está a ser pouco usada.
Há 10 produtos alimentares que custam mais caros ao bolso dos portugueses, neste novo ano, assegura a Deco, referindo que, desde fevereiro de 2022, que o cabaz aumentou 33 euros.
38 por cento dos portugueses ficam em casa, assegura a Deco. No distrito de Beja, as câmaras de Beja, Serpa e Odemira têm sugestões para a noite de 31 de dezembro, a baixo custo.
Se está a pensar comprar bacalhau para a ceia de Natal saiba que, de acordo com a Deco, está mais caro 20 por cento, desde janeiro deste ano, custa agora 12 euros e 77 cêntimos, o quilo.
A Deco revela que abastecer a despensa já custa aos portugueses 210 euros e que, no espaço de uma semana, comprar os bens alimentares essenciais ficou mais caro seis euros.
Desde fevereiro deste ano que os bens alimentares têm registado elevados. A carne e os laticínios foram os que ficaram mais caros, na semana de 16 a 23 deste mês, revela a Deco.
A Associação para a Defesa do Consumidor (Deco) apelou ao reforço da rede de cuidados de saúde mental, com mais especialistas. Nos tempos de espera para consulta de doentes "muito prioritários" diz que no hospital de Beja são "82 dias".
A taxa de inflação, em outubro, fixou-se nos 10,2 por cento, o valor mais elevado desde maio de 1992, de acordo com o INE, e os portugueses continuam a suportar subidas, sem tréguas, nos preços dos alimentos e energia.
A Deco Proteste considera que a medida anunciada pelo Governo, de aumentar a tarifa da água para os maiores consumidores em 43 concelhos em situação mais crítica de seca vai recair sobre as famílias mais numerosas e critica a sua aplicação.
A portaria que define esta matéria já foi publicada e a Deco explica quem tem direito a esta medida.
Face à situação crítica do País, a organização de defesa do consumidor testou vários modelos de redutores de caudal e refere que a poupança de água pode estar perto dos 36 garrafões de cinco litros por dia.
Os preços continuam a subir e esta tendência parece não ter fim à vista. Neste contexto, a Deco revela algumas medidas que podem ajudar as famílias a reduzir despesas com combustíveis, eletricidade, gás e água.
Os preços dos bens alimentares voltaram a subir, de 13 a 20 deste mês, afirma a Deco. A Associação de Defesa do Consumidor sublinha que “um cabaz com bens alimentares essenciais custa 205 euros e 54 cêntimos”. Peixe e carne registaram os maiores aumentos, estão mais caros 15 por cento.
A DECO Proteste, desde o início da guerra na Ucrânia, que tem vindo a acompanhar a escalada de preços nos bens alimentares. Um cabaz de produtos essenciais já pode custar mais de 200€.
A negociação foi feita em Bruxelas e estabelece um teto máximo para o preço do gás utilizado para produção de eletricidade. Esta semana a gasolina ficou mais cara um cêntimo, mas o preço do gasóleo diminuiu cerca de sete cêntimos por litro. Ir às compras voltou a ficar mais caro um euro e 21 cêntimos, diz a Deco.
A Deco afirma que “desde o início da guerra, o preço do cabaz alimentar já aumentou 19 euros e 31 cêntimos”. Esta semana o preço dos combustíveis desceu ligeiramente devido à descida do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) de 23 para 13 por cento. E os testes de farmácia, ou seja testes rápidos de antigénio, já não são suportados, mas sim pagos pelos utentes.
Se passar por uma autoestrada com pórticos eletrónicos, como as ex-SCUT, só tem duas formas de pagar a portagem: por débito direto, caso tenha um sistema de pagamento automático ou através dos CTT. Só que os valores em dívida, prazos de pagamento e onde fazê-lo não estão visíveis para os utilizadores, alerta a Deco.
O uso de máscara caiu mas há situações em que continua a ser obrigatório. Nestes casos mantêm-se as multas que podem chegar aos 500 euros, lembra a Deco.
No espaço de pouco mais de uma semana, o mesmo cabaz de bens alimentares essenciais passou a custar mais 6,75 euros ( mais 3,46 por cento). Para abastecer a despensa de alimentos essenciais, os consumidores podem agora ter de gastar mais de 200 euros, diz a Deco.
Cerca de sete em cada 10 famílias portuguesas (71 por cento) tinha dificuldades económicas em 2021, de acordo com um barómetro da Deco Proteste. Um valor superior ao reportado em 2020.
Esta semana os combustíveis voltaram a ficar mais caros. Os preços, por litro, do gasóleo e da gasolina subiram de novo. Mas os portugueses sentem, igualmente, que pagam mais nas compras do supermercado pois os custos associados ao bens-alimentares estão mais difíceis de suportar.
O Falar Claro sugere para esta terça-feira um debate, entre os comentadores do painel fixo, centrado nas questões com impacto no futuro do distrito de Beja. O novo Governo toma posse amanhã e Ana Horta, José Pinela Fernandes e Tomé Pires vão identificar, e refletir, sobre o que seria importante garantir para o território na próxima legislatura.
A Deco avaliou a rede de transportes públicos no Alentejo. Esta análise resultou do facto desta organização de defesa do consumidor ter sido alertada para esta matéria. Identificou várias falhas. “Fraca oferta de horários” e falta de resposta “às reais necessidades dos utilizadores” são duas das reveladas.
A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) tem recebido reclamações de consumidores a quem tem sido cobrado nas lojas da NOS Comunicações um valor extra de 0,80€, pelo pagamento presencial das suas faturas de telecomunicações.
A DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor vai continuar a promover, mensalmente, sessões gratuitas de atendimento ao consumidor, na vila de Odemira, durante este ano de 2022, na terceira quinta-feira de cada mês.
A Deco Proteste – Defesa do Consumidor promove a ação “Mais despesas de educação no IRS”. O objetivo é pedir ao parlamento a alteração da lei, que vigora desde 2015, com efeitos no Orçamento do Estado (OE) para 2022. Os consumidores podem associar-se a esta iniciativa, assinando a carta aberta.
“Consumir energia com eficiência - O combate à pobreza energética” é o tema da sessão on-line que a Deco faz hoje, entre as 18h00 e as 19h30 horas, no âmbito da parceria com o Município de Odemira.
A revista da Deco Proteste destaca o projeto-piloto das equipas comunitárias de saúde mental da ULSBA e “as respostas dadas na zona de Beja, com agilidade e de uma forma mais completa.”
Qualquer trabalhador que a autoridade de saúde determine que deve permanecer em casa, seja por estar doente com Covid-19, seja por haver uma probabilidade de ter sido exposto a um foco de infeção, “tem direito a um subsídio de doença cujo valor corresponde a 100% da remuneração de referência líquida, sem que possa ser inferior a 65% da remuneração de referência bruta", diz a Deco.
A Euroconsumers e as suas congéneres, das quais a DECO PROTESTE faz parte, realizaram um estudo sobre as perceções dos consumidores em relação à COVID-19, nomeadamente sobre a vacinação. Os dados apurados revelam que 67% dos portugueses concordam com a vacinação obrigatória para a população adulta, um valor superior à média da União Europeia.
Nesta sexta-feira vai para o ar, como habitualmente, às 17.00 horas, o Magazine da Semana. Hoje o tema em destaque é o “burnout” e o convidado, que fala sobre este assunto que mereceu especial atenção durante a pandemia nos profissionais de saúde, é o médico psiquiatra da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) Pedro Moura.
No âmbito do Dia Mundial da Poupança recordamos que a ideia de criar uma data especial para promover a noção de poupança surgiu em outubro de 1924, durante o primeiro Congresso Internacional de Economia, em Milão. Todos os anos são organizadas diferentes atividades neste dia.
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