Esta sexta-feira, 17, ficou marcada pela greve da administração pública agendada pela Frente Comum. Professores e enfermeiros juntam-se à greve. Várias escolas estiveram encerradas durante o dia, com adesão de 100 por cento e em vários serviços públicos sentiram-se constrangimentos. Sábado, haverá manifestação em Lisboa.
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública anunciou uma greve nacional para esta sexta-feira, 17 de março, para exigir aumentos imediatos dos salários e a valorização das carreiras e dos serviços públicos, perante o quadro de empobrecimento dos trabalhadores. À Frente Comum já se juntaram enfermeiros e professores.
A FNAM agendou uma greve nacional de médicos para hoje, e amanhã, em resposta “à falta de compromisso, por parte do Ministério da Saúde, em negociar as grelhas salariais e na falta de medidas para salvar o Serviço Nacional de Saúde (SNS)".
8 de março é Dia Internacional da Mulher e de celebração das suas conquistas. Uma data para refletir, também, acerca do progresso a nível de direitos, assim como honrar a coragem e determinação das mulheres que ajudaram a redefinir a história.
Trabalhadores não docentes de todo o país e professores das escolas dos distritos a sul de Leiria vão estar hoje em greve para exigir melhores condições de trabalho e salariais, e a criação de carreiras específicas.
O protesto com a duração de um mês foi decretado pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) que admite prolongar a paralisação até abril, caso o Ministério da Justiça não atenda às reivindicações.
“Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) cumpriram, ontem, duas horas de greve, mas o Ministério continua sem falar com o Sindicato”, frisa o dirigente do SEP, Edgar Santos, garantindo que a “luta vai continuar”.
Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) estiveram hoje em greve, das 10h00 às 12h00. Vários enfermeiros contaram à Voz da Planície, à porta do hospital da capital de distrito, como estão a ser penalizados nas suas carreiras.
A greve começa à meia-noite de 8 de fevereiro para terminar à mesma hora do dia 21 deste mês. A CP informa que estão previstas “fortes perturbações na circulação, em todos os serviços, entre o dia de hoje e 17 de fevereiro".
Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) vão estar em greve nesta quinta-feira, dia 9 de fevereiro. A decisão foi avançada pela Direção Regional do Alentejo do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) anunciou, na passada quarta-feira, a entrega de um pré-aviso de greve para os próximos dias 8 e 9 de março. A jornada de luta dos médicos tem com lema “É preciso salvar o SNS”.
A circular recebida pelos diretores de escola vai nesse sentido: quando não houver acordo, cabe-lhes a eles decidir quem faz ou não faz greve para se poder garantir os serviços mínimos, já a partir de amanhã.
Hoje foi dia de greve nacional de professores e educadores no distrito e cerca de mil, inundaram as ruas do centro histórico de Beja. O secretário-geral adjunto da Fenprof, José Feliciano Costa, esteve presente e avançou que a adesão foi de 90 por cento, tal como já tinha acontecido em Lisboa e Aveiro.
A greve nacional por distritos começou esta semana e nos dois primeiros, Lisboa e Aveiro, a adesão dos professores foi de 90 por cento, dizem os sindicatos. Hoje é no distrito de Beja e com concentração na capital, às 11h00, nas Portas de Mértola.
Começam hoje, em Lisboa, os 18 dias de greves distritais decretados pela Fenprof. No distrito de Beja a greve nacional é quarta-feira, dia 18, com ações para explicar à comunidade as razões da luta dos professores.
Depois de terminar a greve dos trabalhadores da Comboios de Portugal (CP), no passado dia 2, ao trabalho suplementar, começou outra paralisação, ontem, a dos maquinistas, em vigor até sexta-feira, dia 6.
O Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) convocou uma greve parcial a partir de 3 de janeiro e durante toda a primeira semana de aulas do 2.º período.
Os trabalhadores da Comboios de Portugal (CP) têm estado a fazer greve aos dias feriado e de descanso semanal, desde o passado dia 23 de dezembro de 2022. Esta paralisação afeta a circulação ferroviária hoje.
O setor das telecomunicações decretou uma greve para o período de Natal e Ano Novo. Depois de cumprir os dias do período de Natal, a paralisação voltou, no Ano Novo, começando ontem, para terminar hoje, dia 31.
À meia-noite do passado começou a paralisação às horas extraordinárias dos guardas dos estabelecimentos prisionais, que se prolonga até ao último dia deste mês.
Neste período de Natal e no Ano Novo lembre-se que os trabalhadores da Comboios de Portugal (CP) estão em greve. Os dias afetados são 23, 24, 25 e 26 deste mês, assim como o dia 1 de janeiro de 2023.
Se está a pensar deslocar-se de comboio no Natal e Ano Novo repense esta possibilidade pois os trabalhadores da Comboios de Portugal (CP) marcaram greves de 23 a 26 deste mês e para 1 de janeiro.
A Comboios de Portugal (CP) informa que, devido à greve dos trabalhadores da CP, estão previstas perturbações na circulação de comboios em todo o País, no dia de hoje e seguinte ao da paralisação.
O SEP convocou uma greve de quatro dias. Dois foram feitos a 17 e 18 deste mês e a paralisação regressa hoje e amanhã. Quarta, dia 23, é de concentração junto ao Ministério da Saúde para exigir mais negociações.
Sandra Pereira, eurodeputada do PCP no Parlamento Europeu, esteve na passada sexta-feira, dia 18, em Aljustrel. Visitou a exposição sobre os mineiros e contactou com população e trabalhadores da Almina.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) convocou uma greve de quatro dias, que começou ontem e que afeta os serviços até à meia-noite de hoje. A paralisação regressa nos dias 22 e 23 deste mês.
À greve decretada pela Frente Comum juntaram-se a Federação Nacional de Professores (Fenprof) e os Inspetores Tributários. No distrito de Beja, a adesão ronda os 80 por cento e os serviços mais afetados são as escolas e a recolha de lixo.
A DORBE do PCP reuniu-se para apreciar a situação política, nacional e regional, marcada pela discussão do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) e sublinha que "o documento deixa de fora os projetos estruturantes para o território".
Professores e educadores estão hoje em greve, “em protesto contra a alegada falta de investimento do Governo na educação, exposta na proposta do OE2023”. Sindicatos falam de "forte adesão" e de "resposta significativa" à tutela.
Os sindicatos de professores anunciaram uma greve nacional para o próximo dia 2 de novembro, em protesto contra a alegada falta de investimento do Governo na educação exposta na proposta de Orçamento do Estado para 2023.
Os trabalhadores do setor social estão hoje em luta e realizam uma greve, assim como concentrações no Porto e Lisboa. Na manifestação, na capital do País, marcam presença trabalhadores do distrito de Beja.
No âmbito do anúncio de greve pelo sindicado, a Administração da EuroResinas avança, em nota de imprensa, que “está a tomar medidas para minimizar eventuais impactos decorrentes desta paralisação”.
Os objetivos da greve passam pelo ajuste na grelha salarial, aumento extraordinário dos salários, reposição do poder de compra e fim da descriminação.
A exposição tem como ponto de partida a história dramática da greve dos mineiros de Aljustrel em 1922 e apresenta um século de vida dos mineiros através não só da mostra, como também com debates, visualização de documentário, teatro e espetáculo musical.
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) faz hoje plenários em vários hipermercados do distrito de Beja. Data em que os trabalhadores das grandes superfícies estão em greve.
O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) entregou uma carta no Ministério da Justiça a exigir a adoção imediata de medidas para os problemas dos trabalhadores do setor, que terminaram dois dias de greve na sexta-feira.
Mais de 30 tribunais estão hoje totalmente paralisados devido à greve convocada pelos dois sindicatos representativos dos oficiais de justiça, que registam uma adesão próxima dos 100% por parte destes profissionais.
Uma greve convocada pelos dois sindicatos dos funcionários judiciais ameaça hoje perturbar o normal funcionamento da justiça no dia da reabertura dos tribunais, após o período de férias judiciais de verão.
Os trabalhadores do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) estão em greve durante este mês de agosto, às segundas e sextas-feiras. A exigência de aumentos salariais, que o Sindicato diz “estar na gaveta” é o motivo desta paralisação.
A empresa Comboios de Portugal (CP) alerta para a possibilidade de atrasos e supressões de comboios causados pela greve marcada para amanhã, dia 15 de agosto.
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