Na próxima quinta-feira, 9 de fevereiro, é Dia Nacional de Indignação, Protesto e Luta, marcado pela CGTP, assim como de desfile de trabalhadores em Beja, começa na Casa da Cultura e termina na Praça da República, em "defesa de melhores salários".
Mais de 26 mil alunos estiveram sem aulas no ano letivo passado por falta de professores, revela o relatório “Estado da Educação”, que alerta que os salários impedem os docentes de aceitarem vagas onde as rendas são elevadas.
O Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin) assumiu que os Estados-membros devem “apoiar uma evolução salarial que atenue a perda de poder de compra dos trabalhadores”, no contexto da elevada inflação na zona euro.
A Associação Business Roundtable Portugal (BRP) disse que é preciso "assegurar melhores salários" para reter os profissionais qualificados em Portugal, alertando para um "inferno demográfico" agravado pela saída de jovens do País.
Mais de 50 por cento dos trabalhadores receberam salários inferiores a mil euros em 2022, uma percentagem que sobe para 65 por cento no caso dos jovens com menos de 30 anos, segundo dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
O STAL está a fazer um conjunto de ações de luta, em todo o País, para reivindicar aumento de salários e melhoria nas condições do trabalho. No distrito de Beja, as iniciativas estão marcadas para o dia 9 de fevereiro.
A Resialentejo e o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) celebraram um novo Acordo de Empresa, válido para o próximo triénio, que garante um aumento médio dos salários de 8,2 por cento.
Os últimos dados, revelados num relatório sobre condições do trabalho, dizem que “em 2022, Beja é o distrito nacional com o valor mais baixo do salário médio dos trabalhadores - 25 por cento abaixo da média nacional”.
Os trabalhadores da Misericórdia de Serpa decidiram novas ações de luta e na próxima sexta-feira, dia 9, vão “exigir pagamentos em atraso à porta da instituição”, na data de realização de eleições para a Mesa da Assembleia Administrativa.
Sandra Pereira, eurodeputada do PCP no Parlamento Europeu, esteve na passada sexta-feira, dia 18, em Aljustrel. Visitou a exposição sobre os mineiros e contactou com população e trabalhadores da Almina.
A DORBE do PCP reuniu-se para apreciar a situação política, nacional e regional, marcada pela discussão do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) e sublinha que "o documento deixa de fora os projetos estruturantes para o território".
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal assinalou que o País tem cerca de dois milhões e 300 mil pobres e que deve ser lembrado às empresas o seu papel social, pagando aos funcionários salários que lhes permitam viver em família.
Os trabalhadores do setor social estão hoje em luta e realizam uma greve, assim como concentrações no Porto e Lisboa. Na manifestação, na capital do País, marcam presença trabalhadores do distrito de Beja.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) realiza hoje, em Lisboa, uma manifestação em defesa de melhores salários. O distrito de Beja e as comissões de utentes do Litoral Alentejano marcam presença.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) realiza, em Lisboa, neste sábado, dia 15, uma manifestação em defesa de melhores salários. O distrito de Beja e as comissões de utentes do Litoral Alentejano marcam presença.
Os objetivos da greve passam pelo ajuste na grelha salarial, aumento extraordinário dos salários, reposição do poder de compra e fim da descriminação.
O Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre a situação dos salários em atraso dos trabalhadores da Misericórdia de Serpa. E quer ouvir o secretário de Estado da Saúde no parlamento.
Outubro é o mês de todos os aumentos. As famílias confrontam-se com eletricidade e gás mais caros. O consultor, e comentador da Voz da Planície, José Maria Pós-de-Mina afirma que “custo de vida combate-se com salários mais altos e que compensem a inflação”.
Os trabalhadores da Misericórdia de Serpa e os sindicatos, “impedidos de reunir nas instalações pela instituição”, reuniram-se junto ao edifício para exigir o pagamento dos salários em atraso. Ficou marcada uma manifestação para sábado, dia 8.
O aumento dos preços da energia e do gás, as propostas de aumentos de 4,8 por cento nos salários, de 2023 a 2026, e a inflação de 9,3 por cento são temas em análise no Falar Claro de hoje. Os comentadores refletem sobre os impactos de todas estas matérias nos cidadãos e instituições.
O Governo apresentou em Concertação Social, aumentos salariais, em média e em cada ano, de 4,8 por cento, de 2023 até 2026. Os sindicatos falam em “provocação” aos trabalhadores e prometem lutar contra esta proposta.
A CGTP tem a decorrer, até 15 de outubro, um mês de mobilização e luta, com o lema “Aumento dos salários e pensões – emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos.”
“Há pagamentos em atraso na Misericórdia de Serpa”. Vice-provedora garante que a entidade “assume as situações em falta e o compromisso de as regularizar”. Vai haver reunião sobre o Hospital de São Paulo, até final do mês, com parceiros do acordo de gestão, revela Isabel Estevens.
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) exigiu, esta semana, o aumento dos salários, inclusive do salário mínimo para 850 euros, para responder à situação de perda “brutal” do poder de compra durante este ano.
A reunião do Ministério da Saúde com os sindicatos médicos foi suspensa. Aumentos salariais, propostos pelas estruturas sindicais, falta de equipamento e condições de trabalho geraram desentendimento nas negociações, que regressam no dia 26 deste mês.
Realiza-se hoje, em Lisboa, uma manifestação nacional, organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP). O distrito de Beja participa nesta iniciativa, em defesa de melhores salários e pensões.
Sindicato do setor das Instituições de Solidariedade Social (IPSS) reúne-se, nesta segunda-feira, com os trabalhadores do Lar da Quinta da Navarra, em Beja. Salários e requalificações profissionais são os temas.
Jerónimo de Sousa presidiu a 10.ª Assembleia da Organização Regional de Beja do PCP. O secretário-geral deixou, na cidade, duras críticas à ação do governo nas questões da saúde, no aumento do custo de vida, que afeta todos, e nas necessidades do distrito que “continuam por resolver”.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP) reuniu-se para analisar a situação social e política na região, a luta dos trabalhadores e das populações, assim como a ação e iniciativa do partido. Entre outras matérias, a DRA do PCP quer, para o Alentejo, um “reforço das verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”.
As propostas do que devem ser as aprendizagens da Matemática no ensino secundário já estão em discussão pública e defendem mudanças tais como ser uma disciplina “para todos” e que os alunos consigam utilizar no seu dia-a-dia.
O aumento de salários e pensões, assim como o trabalho com direitos e ainda o futuro do Partido Social Democrata (PSD) com a nova liderança de Luís Montenegro são os temas que o painel fixo do Falar Claro debate, e analisa, no programa desta terça-feira, na Voz da Planície.
Está marcado para este sábado, dia 04, um “buzinão” em Beja contra o aumento do custo de vida. Começa às 10h00, no estacionamento do Parque de Feiras e Exposições da cidade e é organizado pelo movimento: “Sempre os Mesmos a Pagar - Beja”.
"A Direção Regional do Alentejo do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) teve conhecimento da existência, mais uma vez, de vencimentos em atraso na Santa Casa da Misericórdia de Serpa (SCMS), incluindo no Hospital de São Paulo". A vice-provedora, confirmou o atraso nos ordenados e que o mesmo se deve ao incumprimento do pagamento devido pela ARS Alentejo. Já há indicação de transferência frisou, garantindo que logo que o dinheiro esteja disponível serão pagos os vencimentos.
Jerónimo de Sousa, líder do PCP, discursou no comício em Baleizão, no âmbito da cerimónia de homenagem a Catarina Eufémia, mulher assassinada pelas forças do regime fascista há 68 anos, no dia 19 de maio de 1954. Deixou críticas ao Governo PS, acusando-o de “se recusar a aumentar os salários e pensões e travar a escalada de preços”.
Hoje é Dia Internacional do Enfermeiro. Nesta data damos voz a um enfermeiro dos cuidados de saúde primários e a outro dos hospitalares. “Os enfermeiros estão na liderança da promoção da saúde, mas continuam à espera de uma carreira que reconheça a sua formação, assim como de melhores salários”, diz o sindicato do setor que também ouvimos nesta quinta-feira.
O Orçamento do Estado (OE) para 2022, aprovado na generalidade, “está longe de constituir um instrumento de resposta aos problemas estruturais do País e em vários aspetos demonstra mesmo ser um fator de agravamento”, frisa o Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV).
A Direção Regional do Alentejo do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) teve conhecimento da existência, mais uma vez, de vencimentos em atraso na Santa Casa da Misericórdia de Serpa (SCMS), incluindo no Hospital da cidade. A Voz da Planície tentou chegar à fala com o provedor da instituição para confirmar esta situação, mas não foi bem-sucedida.
O Ministério Público (MP) abriu um inquérito após ter recebido um auto de ocorrência da GNR relativo a uma publicação numa rede social que denunciou a alegada existência de 200 imigrantes moldavos escravizados em Serpa.
Os dados são do Portal da Transparência e dizem que em março deste ano mais de um milhão e 200 mil utentes estavam sem médico de família atribuído. A situação mais preocupante está na região de Lisboa e Vale do Tejo.
O Bloco de Esquerda (BE) alerta para o risco de fecho do hospital de Serpa e volta a exigir o regresso da gestão desta unidade para o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
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