Beja recebe "Marcha pelo Fim da Violência contra as Mulheres" no dia 25 deste mês, pelas 18h00, na Praça da República, passa pelo Largo do Museu, Jardim do Bacalhau e termina nas Portas de Mértola. Caso se registem condições meteorológicas adversas o término decorre no espaço exterior da Casa da Cultura. Vai ser acompanhada, ao longo do percurso, pel’ Os Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho e, no final, conta com a atuação d’ As Rosinhas - grupo coral feminino de Santa Clara do Louredo, que vão cantar a moda “Só me falta ser mulher", é referido no documento enviado à nossa redação.
Um homem, de 50 anos, procurado pelas autoridades do Brasil por suspeitas de abuso sexual dos filhos e de um enteado e pornografia de menores foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) na zona de Beja, foi hoje anunciado.
O Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Beja informa que, no passado dia 4, pelas 23h30, foi desencadeada uma intervenção policial na sequência de um alerta via 112, relativo a uma agressão nas imediações do Parque da Cidade. A vítima, que foi transportada para o Hospital José Joaquim Fernandes com lesões graves e prognóstico reservado, declarou ter sido brutalmente agredida por três jovens desconhecidos. Os suspeitos, com idades entre os 17 e os 19 anos, foram intercetados nas imediações e assumiram a autoria da agressão, justificando-a com uma discussão motivada por um cigarro.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) está a realizar buscas hoje de manhã em Lisboa, em Loures, Sintra, Amadora e Odemira, no âmbito de agressões ocorridas na Rua do Benformoso, na capital, anunciou aquela força de segurança.
A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria do Sul, divulga que fez a detenção de um homem, com mais de 40 anos, por “fortes indícios da prática do crime de homicídio na forma tentada”, no passado domingo, dia 4, numa artéria, em Beja. A agressão foi feita a uma mulher, na casa dos 50 anos, e na presença de quem passou na altura.
O Tribunal Judicial de Almodôvar decretou hoje, dia 4 de fevereiro, a prisão preventiva do jovem, de 18 anos, suspeito de ter violado a ex-namorada, de 27 anos, em Almodôvar, no distrito de Beja, no domingo, revelou fonte policial.
O Comando Territorial de Beja, através do Destacamento Territorial de Aljustrel, ontem, dia 14 de janeiro, deteve um homem de 44 anos pelo crime de homicídio na forma tentada e ofensa à integridade física qualificada, no concelho de Aljustrel.
O homem suspeito de ter agredido um bombeiro em Ferreira do Alentejo, no distrito de Beja, foi detido hoje pela GNR no concelho vizinho de Aljustrel e vai ser presente a tribunal, revelou fonte policial.
Um bombeiro da corporação de Ferreira do Alentejo sofreu ontem, 13 de janeiro, ferimentos ligeiros após ter sido agredido com um pau na cabeça, naquela vila alentejana, revelaram fontes da GNR e da Proteção Civil. A Câmara de Ferreira do Alentejo e a Distrital de Beja do CHEGA criticam esta situação.
A SIC Notícias está a avançar que a deputada do partido Chega, eleita por Beja, Diva Ribeiro, está a ser acusada de ter, alegadamente, "agredido e insultado" uma mulher na capital de distrito, no passado mês de novembro, e que já terá sido alvo, também, de outra queixa, por "agressões verbais", em março deste ano.
O coletivo feminista "As Insuspeitas", de Beja, sai à rua esta segunda-feira, dia 25, para promover uma Marcha pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Esta iniciativa arranca às 18h00 na Praça da República e termina nas Portas de Mértola, com o objetivo de "assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), como forma de chamar a atenção para a violência que afeta milhões de raparigas e mulheres em todo o mundo."
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 103 crimes de bullying no ano letivo de 2023/2024, dos quais 12 de cyberbullying. Os dados foram divulgados no Dia Mundial de Combate ao Bullying, data que foi assinalada a 20 de outubro.
O Tribunal de Beja determinou, em cúmulo jurídico, penas de prisão efetivas a dois ex-militares da GNR condenados por crimes contra imigrantes no concelho de Odemira e pena suspensa para um outro militar da Guarda.
A Câmara de Moura pediu o reforço do policiamento da GNR durante a campanha da azeitona no concelho, depois de um agricultor ter sido agredido quando tentava impedir um furto, revelou o presidente Álvaro Azedo.
A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos afirma, em comunicado, repudiar "a agressão bárbara, que obrigou a internamento hospitalar, de um seu associado na tarde do passado domingo, por indivíduos que foram por este associado surpreendidos enquanto furtavam azeitona da sua propriedade privada."
Dois adolescentes, de 17 anos, foram detidos, ontem, pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeitas de tentarem matar com uma arma branca um homem, de 29 anos, na via pública, no concelho de Beja.
"Em resposta a alguns dos episódios de agressão que, ultimamente, se têm registado nas ruas da cidade", Raul Glória Dias sublinha que “o facto de existirem conflitos não quer dizer que haja insegurança”. O comandante distrital da PSP revela, contudo, que tem havido “reforço da presença policial” em alguns locais da cidade.
Uma enfermeira do centro de saúde de Moura, no distrito de Beja, foi agredida alegadamente por um jovem que acompanhava um doente às urgências da unidade, revelaram hoje fontes hospitalares e da polícia.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Beja tem no terreno, até dia 17 deste mês, a campanha de prevenção e sensibilização, com o objetivo de combater comportamentos violentos e todas as formas de agressão existentes, em especial no namoro entre jovens, onde estes comportamentos são precoces e mais facilmente evitados no futuro.
Três militares da GNR ficaram feridos, um deles com gravidade, devido a uma dentada que lhe mutilou o nariz, ao serem agredidos em Beja, na madrugada de hoje, por um homem conduzido ao posto, disse a Guarda.
O acórdão do julgamento dos sete militares da GNR acusados de um total de 32 crimes contra imigrantes em Odemira, como sequestro e agressão, vai ser lido em 10 de janeiro, no Tribunal de Beja.
O Tribunal de Beja marcou para dia 19 deste mês as alegações finais do julgamento dos sete militares da GNR acusados de um total de 33 crimes contra imigrantes em Odemira, como sequestro e agressão.
Dois dos sete militares da GNR acusados de sequestro e agressão a imigrantes em Odemira alegaram hoje no início do julgamento, em Beja, que participaram numa “brincadeira parva” em que não tinham intenção de “fazer mal”.
O Tribunal de Beja começa hoje a julgar sete militares da GNR acusados pelo Ministério Público (MP) de um total de 33 crimes contra imigrantes em Odemira, como sequestro e agressão, em casos ocorridos em 2018 e 2019.
A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) anunciou, ontem, a abertura de um inquérito “para apuramento dos factos” sobre uma queixa de uma agressão a uma criança autista, em Beja, por um agente da PSP.
A PSP de Beja disse ter sido informada sobre uma alegada agressão a uma aluna numa escola local, supostamente atingida por um "taser" por outro estudante, e apurou que não se tratava de um "taser", mas sim dum brinquedo artesanal.
Os sete militares da GNR acusados de sequestro e agressão imigrantes em Odemira vão começar a ser julgados no dia 3 de outubro, no Tribunal de Beja, informou a Lusa.
Quase duas em cada 10 das 824 pessoas entrevistadas para um barómetro da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) admitiu ter sido vítima de assédio sexual no local de trabalho, mas a maioria não denunciou, havendo quem tenha sido despedido depois de se queixar.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) tem no terreno até dia 20 deste mês, a campanha de prevenção e sensibilização, com o objetivo de combater comportamentos violentos e todas as formas de agressão existentes, em especial no namoro entre jovens, onde estes comportamentos são precoces.
A Solidariedade Imigrante (SOLIM) manifesta a sua “preocupação e indignação face às graves violações dos direitos humanos que se sucedem no Alentejo e têm como alvo as comunidades imigrantes que aqui vivem". A SOLIM pede a suspensão dos policias com “processos”, um deles da PSP de Beja, que garante "continuar em funções". A Polícia de Segurança Pública diz que tem a "decorrer um processo disciplinar" contra o visado.
“Na noite da passagem de ano, por volta da 01h00, várias pessoas foram alvo de agressões policiais na Praça da República de Beja”. Esta foi a denúncia que chegou à Voz da Planície, que ouviu os “agredidos” e quem “filmou” a ocorrência, retratada nos vídeos que circulam nas redes sociais. A denúncia já deu origem a uma queixa enviada para a IGAI, para a Provedora de Justiça e Ministério Público de Beja. A nossa estação chegou à fala, também, com o Comando da PSP de Beja que diz ter “tomado conhecimento” e que está a “averiguar” a situação.
Uma mulher foi encontrada, nesta segunda-feira, dia 3, morta dentro de casa, no Bairro Social, em Beja. Há suspeitas de crime e o caso foi entregue à Polícia Judiciária, avançou à Voz da Planície fonte policial. A PJ deteve, entretanto, o companheiro da vítima por suspeita do "crime de homicídio qualificado" e avança que "há relato de episódios de violência doméstica".
O Comando Distrital de Beja da PSP revelou os dados registados, de 1 a 14 deste mês, no âmbito da sua atividade operacional. Do conjunto revelado destacamos a detenção de um indivíduo, de 21 anos, por tentativa de agressão física a agente da autoridade e mais quatro por condução sob o efeito do álcool, um deles por apresentar uma TAS de 1,74 g/l.
O Comando Distrital de Beja da PSP, divulgou os dados registados, de 10 a 16 de setembro, no âmbito da sua atividade diária. Destaca-se a detenção de 4 indivíduos, dois por condução sob efeito do álcool tendo acusado uma TAS, respetivamente, 2,86 g/l e 2,69 g/l, outra detenção foi por incumprimento de sanção inibitória de condução e outra pela prática de agressão física e coação a Agente da Autoridade.
No passado dia 30 de janeiro, dia em que se comemora o Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas, a Guarda Nacional Republicana lançou a campanha de sensibilização #NãoSouUmAlvo através da exposição e divulgação da imagem da iniciativa e de um vídeo de consciencialização nas plataformas digitais.
Está previsto na Constituição desde 1976, mas em democracia nunca foi usado este instrumento, que suspende direitos fundamentais e que só deve ser usado em casos de calamidade pública. A iniciativa compete ao Presidente da República, com audição do Governo e aprovação pelo Parlamento. Todos os passos foram cumpridos e hoje são definidas as especificidades.
“A violência não é opção” é o mote para uma Operação que a GNR está a promover, durante esta semana, através das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário.
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