Associações contra o desperdício alertaram hoje para os excessos de consumo até ao fim do ano, pedindo contenção e lembrando os números que indicam que um terço dos alimentos é desperdiçado.
A Santa Casa da Misericórdia da capital de distrito apresenta a campanha de Natal integrada na iniciativa da Câmara Municipal "É Natal em Beja".
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém vai entregar 150 cabazes com produtos de higiene, a idosos do concelho, recolhidos através da campanha de solidariedade “É Tempo de Ajudar”, da qual a autarquia e as juntas de Freguesia deste território são parceiras.
"Perante o pedido de demissão do primeiro-ministro e para além dos desenvolvimentos, do tempo e das consequências da decisão que o Presidente da República tomar, as estruturas da Administração do Estado continuam a funcionar pelo que tal situação não pode ser usada para agravar as já difíceis condições de vida dos agricultores e das populações", frisa, em comunicado, a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
O Sul de Portugal está a ser cada vez mais afetado pela seca e, se não chover este ano, o País vai-se debater com uma “crise da água”, sobretudo no Algarve e no Alentejo, afirmou o investigador Nuno Loureiro.
O Município de Ourique promove a primeira edição da Semana Gastronómica da Bolota, até 11 de novembro, com o objetivo de dar palco à gastronomia local e atrair ao concelho "os apreciadores da boa mesa".
O Município de Ourique promove a primeira edição da Semana Gastronómica da Bolota, de 4 a 11 de novembro, com o objetivo de dar palco à gastronomia local e atrair ao concelho "os apreciadores da boa mesa".
O Governo quer introduzir uma contribuição de quatro cêntimos sobre os sacos de plástico leves e muito leves em 2024, segundo a proposta de Orçamento do Estado (OE) entregue na Assembleia da República.
A isenção de IVA do cabaz de 46 géneros alimentares não vai ser renovada em 2024, estando prevista sim, uma compensação de valor equivalente no reforço das prestações sociais das famílias mais vulneráveis.
Ir às compras está mais caro do que há um ano, contudo, o cabaz de bens alimentares essenciais monitorizado pela Deco Proteste ficou ligeiramente mais barato na última semana, custando, atualmente, 217 euros e um cêntimo.
A medida do IVA zero sobre alguns produtos alimentares considerados essenciais vai ser prolongada até ao final deste ano, anunciou o primeiro-ministro, António Costa. O cabaz de 46 alimentos com IVA zero custava 211,93 euros a 30 de agosto, menos 6,03 euros do que na primeira semana de janeiro deste ano, avançou a Deco Proteste.
Três meses depois de introduzida a medida IVA zero, o preço do cabaz alimentar baixou cerca de 12 euros, de acordo com a Deco Proteste. Mas estão mais caros alimentos como os brócolos, a couve-flor, as laranjas e as maçãs. Já o óleo alimentar, a pescada fresca e o tomate viram o preço baixar.
Mais de 12 por cento da população portuguesa sofria de insegurança alimentar moderada ou severa em 2020 e 2022, uma prevalência que coloca Portugal acima da média de 8,5 por cento registada na Europa do Sul, indica um relatório internacional. A nutricionista Ana Marta Faria considera que "os mais desfavorecidos precisam de ajuda imediata e que vá além de baixar o IVA em certos alimentos".
Na primeira semana de julho, o preço do cabaz alimentar voltou a descer para 214 euros, de acordo com uma monitorização de preços divulgada pela Deco Proteste, contudo, comprar exatamente os mesmos alimentos custava menos sete euros e 28 cêntimos há um ano.
João Madeira tem dois mil e 500 animais numa propriedade em Mértola, atualmente com pouca comida e água, e as forragens, quando existem, triplicaram de preço. A falta de alimentos é o pesadelo deste verão dos agricultores do distrito de Beja, nos concelhos onde o regadio do Alqueva não chega.
A campanha cerealífera de outono/inverno “deverá ser das piores”, prejudicada por mais um ano de seca severa, que penalizou também as pastagens e forragens, causando “grandes dificuldades” ao setor pecuário, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os bens alimentares essenciais voltaram a ficar mais caros. A curgete, as ervilhas congeladas e o azeite virgem extra foram os líderes nas subidas de preços, na ordem dos 15 por cento.
Segundo a Deco, na semana de 27 de abril a 3 de maio, foram 10, os produtos que mais aumentaram de preço. O café torrado moído, o iogurte líquido e os brócolos foram os que mais subiram.
O Banco Alimentar Contra a Fome faz duas campanhas de recolha de alimentos por ano. Neste fim de semana, 6 e 7 de maio, decorre a primeira. A segunda terá lugar em novembro.
Hoje é dia de Falar Claro e o painel de comentadores vai refletir sobre dois temas da atualidade, nomeadamente a regionalização, que volta a estar em cima da mesa através de declarações da ministra da Coesão, e a entrada em vigor do cabaz de alimentos com IVA de zero por cento.
O diploma que isenta de IVA 46 produtos alimentares já foi publicado em Diário da República, formalizando a entrada em vigor nesta terça-feira, 18 de abril, e iniciando o prazo de 15 dias para o retalho e a distribuição refletirem esta alteração.
Entre os motivos que levaram a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) a não subscrever o “Pacto para a Estabilização e Redução de Preços dos Bens Alimentares” esteve “a ausência de garantias de apoios para a pequena e média agricultura e de medidas para uma justa distribuição do valor ao longo de toda a cadeia agroalimentar”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) nota que existe "uma pressão muito grande para que os consumidores façam as suas compras nas grandes superfícies, impulsionada pelas campanhas promocionais e pelos incentivos dados pelo Governo”.
No cabaz de 63 alimentos essenciais que a Deco Proteste monitoriza, há mais de um ano, estão incluídos 41 alimentos aos quais será agora aplicada a isenção de IVA.
Há, também, o compromisso de não ser incorporada a descida do imposto na margem comercial e de serem reforçadas campanhas sobre os preços de venda isentos do IVA, para promover estas vendas e estabilizar preços.
“A importância do porco de raça alentejana é muito anterior à existência de reis em Portugal e o seu papel no aproveitamento do montado é indesmentível” começa por evidenciar Rui Charneca, professor do Departamento de Zootecnia e investigador do MED, da Universidade de Évora.
O aumento do custo de vida continua em destaque e hoje revelamos que o bacalhau, o café torrado moído e as massas espirais foram os três produtos que lideraram no aumento dos preços na passada semana.
O cabaz alimentar, definido para calcular pela ASAE a evolução dos preços, aumentou quase 29 por cento desde 2022 e até fevereiro deste ano, ou seja mais 96 euros e 44 euros.
Hoje é dia de Falar Claro na Voz da Planície. O impacto do aumento do custo de vida na economia das famílias e como estão os portugueses a ver a introdução de um questionário que avalia as entradas no Governo são temas do programa de hoje.
Há muitos portugueses a comprar em Espanha, pois vivem nas proximidades, alimentos, combustíveis e gás. A Voz da Planície deixa dois testemunhos que assumem esta opção, com ganhos, num dos casos, "de 250 euros mensais".
Há 10 produtos alimentares que custam mais caros ao bolso dos portugueses, neste novo ano, assegura a Deco, referindo que, desde fevereiro de 2022, que o cabaz aumentou 33 euros.
Para a Cáritas de Beja “2022 foi um ano em que as respostas de emergência foram ainda mais necessárias”, diz Márcio Guerra, desta instituição, que está a apelar, nesta época de Natal, à dádiva de alimentos.
A Deco revela que abastecer a despensa já custa aos portugueses 210 euros e que, no espaço de uma semana, comprar os bens alimentares essenciais ficou mais caro seis euros.
O Banco Alimentar Contra a Fome tem no terreno, neste fim de semana, dias 26 e 27, a segunda campanha deste ano de recolha de alimentos.
A Câmara de Odemira, no distrito de Beja, está a promover uma campanha de recolha de bens para apoiar a população mais carenciada de Cabo Verde, numa iniciativa que decorre até 2 de dezembro.
Os resultados do terceiro grande inquérito nacional de sustentabilidade Missão Continente diz, entre outros aspetos, que “os portugueses reaproveitam refeições ao levar «marmita» para o trabalho".
A taxa de inflação, em outubro, fixou-se nos 10,2 por cento, o valor mais elevado desde maio de 1992, de acordo com o INE, e os portugueses continuam a suportar subidas, sem tréguas, nos preços dos alimentos e energia.
O aumento generalizado do preço dos alimentos, a par do gás e da eletricidade, está a ter impacto nas instituições sociais, que fazem mais pedidos ao Banco Alimentar para conseguirem apoiar o número crescente de famílias que pedem ajuda.
Está de regresso o Falar Claro. As medidas para ajudar famílias e empresas a mitigar os impactos da subida dos preços da energia e dos alimentos são os destaques do programa de hoje, que vai para o ar às 18h00.
A Associação de Defesa do Consumir alerta para uma nova subida de preços dos bens alimentares. Carne e peixe são os alimentos onde mais se notaram os aumentos.
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