O aumento do custo de vida, como consequência da inflação exacerbada, assim como a pobreza e a exclusão social são as questões que mais preocupam os portugueses, de acordo com o último Eurobarómetro.
A perda de poder de compra para muitos portugueses é uma realidade. No caso do Salário Mínimo Nacional (SMN), atualmente nos 705 euros, após a inflação fica nos 635 euros e 21 cêntimos, significa uma perda de 70 euros.
A taxa de inflação, em outubro, fixou-se nos 10,2 por cento, o valor mais elevado desde maio de 1992, de acordo com o INE, e os portugueses continuam a suportar subidas, sem tréguas, nos preços dos alimentos e energia.
Os portugueses que recebem o salário mínimo têm atualmente menos 65 euros de poder de compra do que há um ano devido à inflação, que em setembro foi de 9,3 por cento, revelam dados divulgados esta semana pela Pordata.
O aumento generalizado do preço dos alimentos, a par do gás e da eletricidade, está a ter impacto nas instituições sociais, que fazem mais pedidos ao Banco Alimentar para conseguirem apoiar o número crescente de famílias que pedem ajuda.
Outubro é o mês de todos os aumentos. As famílias confrontam-se com eletricidade e gás mais caros. O consultor, e comentador da Voz da Planície, José Maria Pós-de-Mina afirma que “custo de vida combate-se com salários mais altos e que compensem a inflação”.
O aumento dos preços da energia e do gás, as propostas de aumentos de 4,8 por cento nos salários, de 2023 a 2026, e a inflação de 9,3 por cento são temas em análise no Falar Claro de hoje. Os comentadores refletem sobre os impactos de todas estas matérias nos cidadãos e instituições.
Os apoios de 125 euros e de 50 euros às famílias anunciados pelo Governo no pacote de medidas para compensar o impacto do aumento dos preços serão pagos por transferência bancária a partir de 20 de outubro.
O Governo vai disponibilizar uma linha de crédito de 600 milhões de euros para apoiar as empresas, operacionalizada pelo Banco de Fomento, foi anunciado ontem ao final do dia.
O partido sugere “a aprovação do IVA zero nos produtos alimentares do cabaz essencial, como o arroz, o pão, os legumes ou a fruta”.
O Governo anunciou apoios extraordinários para as famílias para responder à inflação. Explicamos quem vai receber, quanto, como e quando.
O Partido Ecologista Os Verdes (PEV) analisou “as medidas apresentadas pelo Governo para fazer face à contínua subida da taxa de inflação e à crise social, ambiental e económica”. Diz que “as respostas reveladas não têm medidas ambientais”.
O primeiro-ministro defendeu hoje que em 2024 ninguém vai “receber menos do que recebeu em 2023” de pensão, remetendo para daqui a um ano a fixação de aumentos para 2024, face à inflação e economia.
Ouvimos nesta quarta-feira os representantes do PS, PCP e PSD do distrito de Beja sobre as medidas de apoio às famílias anunciadas, no início da semana, pelo primeiro-ministro António Costa.
A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal disse esta semana que as medidas de apoio para aliviar as consequências da inflação, apresentadas pelo Governo, “não são a resposta ideal”, mas salientou que “foi importante” que o Executivo “tenha assumido as suas funções”.
O ministro das Finanças disse hoje que o pacote de apoios às famílias para mitigar o impacto da inflação é “eficaz”, “oportuno” e “prudente”, sem colocar em causa a meta do défice e da dívida.
O Governo anunciou na segunda-feira um pacote de medidas de apoio aos rendimentos das famílias tendo em vista a mitigação dos efeitos da inflação e do aumento dos custos energéticos, que ascende a 2,4 mil milhões de euros.
O valor das rendas deverá aumentar 5,43% em 2023, após ter subido 0,43% este ano, segundo os números da inflação dos últimos 12 meses até agosto, divulgados quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 9,0% em agosto, face aos 9,1% de julho, estimou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A inflação homóloga avançou em junho para 8,6% na zona euro, face aos 8,1% de maio deste ano, e aos 1,9% de junho de 2021, enquanto na União Europeia atingiu os 9,6%, divulgou hoje o Eurostat.
A poupança dos portugueses é "das mais vulneráveis" à inflação na zona euro e há "uma perda considerável" de poder de compra, assegura o estudo: “Portugal - Poupança e Inflação no contexto europeu”.
Com a inflação nos 8% e os preços dos combustíveis, e energia, a “dispararem”, os portugueses mostram-se “angustiados” com o aumento do custo de vida. Já há dificuldades em pagar “os bens de consumo mais básicos”.
Jerónimo de Sousa presidiu a 10.ª Assembleia da Organização Regional de Beja do PCP. O secretário-geral deixou, na cidade, duras críticas à ação do governo nas questões da saúde, no aumento do custo de vida, que afeta todos, e nas necessidades do distrito que “continuam por resolver”.
O aumento de salários e pensões, assim como o trabalho com direitos e ainda o futuro do Partido Social Democrata (PSD) com a nova liderança de Luís Montenegro são os temas que o painel fixo do Falar Claro debate, e analisa, no programa desta terça-feira, na Voz da Planície.
Os utentes dos comboios da CP podem encontrar, nesta quarta-feira, bilheteiras das estações fechadas, no dia de comprar passe social, devido à greve dos trabalhadores da área comercial. O Sindicato marcou outras paralisações para o mês de junho.
Jerónimo de Sousa, líder do PCP, discursou no comício em Baleizão, no âmbito da cerimónia de homenagem a Catarina Eufémia, mulher assassinada pelas forças do regime fascista há 68 anos, no dia 19 de maio de 1954. Deixou críticas ao Governo PS, acusando-o de “se recusar a aumentar os salários e pensões e travar a escalada de preços”.
O Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) reuniu-se em Faro e decidiu, por unanimidade, dar parecer desfavorável à Proposta de Lei do Orçamento do Estado (PLOE) para 2022.
Os preços dos produtos alimentares começaram a subir em janeiro deste ano. Esta tendência tem-se mantido e até acentuado em março passado, dizem os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e que estão a preocupar economistas. A questão é "não haver previsão de quando vai parar este aumento" e de afetar, sobretudo, "as famílias de rendimentos mais baixos."
A riqueza criada pela agricultura ascendeu a três mil milhões e meio de euros em 2021, valor que está em queda desde os anos 80, década em que gerava mais do dobro da riqueza atual, segundo dados compilados pela Pordata.
A população mundial aumenta e a produção de bens alimentares não consegue dar resposta às necessidades humanas. É perante esta realidade que hoje se discute na 38ª Ovibeja a questão de como alimentar o planeta?
O Governo manteve, na primeira reunião com os sindicatos da administração pública, a atualização salarial de 0,9 por cento decidida pelo anterior executivo, apesar da subida da inflação, disse o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE).
Hoje na Voz da Planície, o jornalista Carlos Lopes Pereira analisa a atualidade política nacional e internacional, centrando atenções na tarefa que o novo Governo, que toma posse amanhã, tem pela frente e que resulta, também, de uma nova conjuntura imposta pela guerra que se vive no Leste da Europa.
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) pede ao Governo um plano de ação para apoiar as empresas na sequência dos “sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis e previsão da subida das taxas de juro.”
O ano de 2022 fica marcado com as atualizações de preços a ser pagos pelos consumidores, nos serviços que usam no seu dia-a-dia.
Hoje é dia de greve da administração pública, um protesto contra a atualização salarial de 0,9% proposta pelo Governo, um valor considerado "absolutamente insuficiente" pela Frente Comum, responsável pela realização deste protesto. O STAL diz que, no distrito, a adesão à greve é de 80 a 90% e que está a afetar sobretudo os setores operacionais das autarquias.
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com