Mais de metade dos portugueses não lê livros, uma realidade que está fortemente associada à educação, já que muitos não têm memória de os pais alguma vez os terem levado a uma livraria ou lhes terem oferecido um livro.
A Confederação Portuguesa das Pequenas e Médias Empresas (CPPME) quer “medidas urgentes que defendam o tecido empresarial”. A Confederação diz que o “primeiro-ministro não quis ouvir os micro, pequenos e médios empresários” que “são os grandes dinamizadores da economia nacional”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) repudia a discriminação de que é alvo na exclusão da Confederação do Conselho Consultivo do Plano Nacional de Gestão de Resíduos (PNGR 2030), documento em Consulta Pública.
O Livre apresenta-se a votos pelo Círculo Eleitoral de Beja, nas Legislativas 2022 e tem João Aiveca Caseiro, 23 anos, como cabeça de lista. No manifesto que o Livre apresenta para o distrito é referido que a inexistência de “investimento público no Baixo Alentejo (BA) é responsável por todos os problemas e é consequência de decisões políticas tomadas ao longo das últimas décadas.”
No âmbito das eleições legislativas aproxima-se um novo ciclo de oportunidades e neste sentido, a Confederação Nacional da Agricultura propõe e reclama, em comunicado, um conjunto de 10 medidas prioritárias para a nova legislatura.
Diversas visões ideológicas estiveram presentes no debate organizado pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), realizado na passada quarta-feira, mas todos os partidos participantes foram unânimes: “é preciso fortalecer as políticas para a agricultura e para o Mundo Rural, garantindo o investimento e a modernização do setor, tendo em atenção a desburocratização e simplificação dos processos, e promovendo o rejuvenescimento da população agrícola.”
Terminada a 2ª fase de consulta pública do PEPAC – Plano Estratégico da Política Agrícola Comum, a CNA – Confederação Nacional da Agricultura frisa que neste plano que visa a “distribuição dos apoios da PAC aos agricultores nacionais entre 2023 e 2027, não é colocada a “agricultura familiar no centro da tomada de decisões para o setor”.
No âmbito da comemoração do Dia de São Martinho, no passado dia 11, a Confederação Nacional dos Agricultores manifesta-se, referindo que “a época se assinala com sabor amargo para os pequenos e médios produtores de vinho e castanha”. Persistem as dificuldades de escoamento a preços compensadores, agravadas pelo aumento dos custos dos fatores de produção.
A DRA do PCP reuniu-se, ontem, para avaliar os resultados eleitorais nas autárquicas 2021, a situação social nas empresas e populações e definir as principais linhas de trabalho e de ação política para o futuro. Avança que o centenário do partido vai ser comemorado com espetáculo entre dezembro deste ano e fevereiro de 2022 e que se irá realizar, para o ano, um Encontro Regional de Quadros do Alentejo.
A Confederação Nacional dos Agricultores denuncia, em comunicado, uma política do Governo de concentração de propriedade, que pretende “tirar aos pequenos para dar aos grandes”. Em causa está o direito à propriedade, com a futura criação de uma lei que permite retirar propriedades de pequenos proprietários rurais para entregar a grandes interesses económicos.
Três anos passaram após a publicação do decreto-lei que instituiu o Estatuto da Agricultura Familiar (EAF), uma publicação que surgiu da importante luta e proposta da Confederação Nacional dos Agricultores. Em 2021, verifica-se que a maioria das medidas previstas no Estatuto, e que envolvem competências de dez ministérios, continua por concretizar, incluindo algumas das mais estruturantes.
A CNA reitera a sua posição de discordância com a forma como está estruturada uma nova medida de apoio à produção de cereais, e considera que todo o processo relativo às decisões nacionais para a aplicação da PAC em 2022 está muito atrasado, situação que condiciona, tanto os agricultores, como a possibilidade de se operacionalizar as medidas necessárias com vista a uma verdadeira transição para a nova PAC.
Juntos pelo Sudoeste é um movimento apartidário de cidadãos de Odemira e Aljezur que se encontram seriamente preocupados com a situação atual do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, face ao “avanço galopante e descontrolado da indústria agrícola em regime intensivo que vem pôr em causa a integridade do território”.
No âmbito do Dia Internacional da Floresta e da Árvore, assinalado ontem, a CNA promove hoje, um debate on-line, a partir das 15h00, com especial enfoque no Plano de Recuperação e Resiliência, recentemente apresentado, que prevê um investimento significativo na Floresta.
Todas as terças-feiras temos na antena da Voz da Planície o programa “Falar Claro”. Uma hora de conversa com o habitual painel de comentadores: José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina, a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas. Todas as semanas são abordados três temas da atualidade.
A CNA, em reunião do Ministério da Agricultura, apresentou algumas reclamações, entre elas, o combate à especulação de preços, o apoio pela perda de rendimento e alargamento do prazo de candidaturas ao PU 2021 e propôs algumas soluções.
A CPPME, núcleo de Beja, realizou no passado dia 6, uma conferência online, que contou com a presença de mais de 40 participantes, integrados em diversas associações empresariais e empresários de vários setores de atividade do distrito de Beja, com o intuito de se analisar as medidas de apoio aos Micro, Pequenos e Médios Empresários que o governo tem em curso.
Após sensivelmente um mês de ter sido anunciado o arranque da primeira fase de vacinação Covid-19, que inclui a vacinação de todos os profissionais de saúde, a Ordem dos Médicos, a FNAM e o SIM, alertam através de comunicado que “estamos muito longe de cumprir esse objetivo”.
Depois de um ano de 2020 bastante difícil para os Agricultores, principalmente os pequenos e médios, as perspetivas para 2021 são tudo menos positivas e o ano começa da pior maneira. O novo confinamento obrigatório veio, mais uma vez, encerrar uma das principais fontes de escoamento da produção da Agricultura Familiar, diz a nota de imprensa da CNA enviada à nossa redação.
A CNA sublinha as dificuldades que em 2020 incidiram sobre a Agricultura Familiar, sobretudo devido à pandemia de COVID-19, e devido às opções políticas do Governo e do Ministério da Agricultura. São necessárias outras e melhores políticas agro-rurais para defender a produção nacional e a soberania alimentar do país.
Numa primeira análise aos resultados preliminares do Recenseamento Agrícola 2019, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a 18 de Dezembro, a CNA assinala com preocupação o encerramento de 15,5 mil explorações agrícolas nos últimos dez anos, quebra registada, sobretudo, entre os pequenos e médios agricultores, a Agricultura Familiar.
A Câmara Municipal de Aljustrel criou uma Linha de Apoio ao Comércio Local, com o intuito de estar “mais próxima dos pequenos e médios empresários do concelho”, minimizando “os constrangimentos que possam surgir da decretação do Estado de Emergência”, refere o comunicado da autarquia.
"O Governo tenta esconder a grave crise que milhares de pequenos e médios agricultores atravessam, e que tende a agravar-se, face à evolução da pandemia e das medidas insuficientes para a controlar", afirma a CNA na nota de imprensa enviada à nossa redação. Refere-se a CNA à forma como a situação da agricultura foi apresentada "no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2021 na Assembleia da República, ao ensaiar da já velha teoria do «oásis», por parte da ministra.
O Governo anunciou novas medidas no âmbito do combate à pandemia de COVID-19, a aplicar a partir de 4 de Novembro, entre elas a proibição da realização de feiras e mercados de levante. Neste contexto, a CNA lamenta, e considera inaceitável, que se volte a “discriminar os pequenos e médios agricultores que têm nestas feiras e mercados um canal preferencial para venda da sua produção.”
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e a Coordenadora Europeia Via Campesina (ECVC), consideram que as posições propostas do Parlamento Europeu e do Conselho Europeu sobre a reforma PAC pós-2020 são insuficientes e desadequadas para ultrapassar os problemas e desafios que se colocam aos agricultores, aos cidadãos europeus e ao planeta.
Uma primeira leitura da proposta do Orçamento do Estado para 2021 merece da CNA o seguinte comentário: “esta proposta continua a não contemplar as verbas necessárias para a concretização do Estatuto da Agricultura Familiar. Aliás, este tipo de agricultores são tudo menos prioritários no documento apresentado, quer em termos estratégicos, quer em termos orçamentais.”
A CNA revela que participou na Consulta Pública à “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030”, que pretende ser “a principal alavanca financeira e económica do País, após o embate inicial do estado epidémico”, mas afirma que “ignora a importância estratégica da Agricultura Familiar.”
A Praça da República de Beja, no espaço a “Pracinha”, foi o local escolhido para o movimento “Chão Nosso” fazer a apresentação dos seus objetivos e do seu manifesto, assim como pedir, aos presentes, a subscrição do documento. "Chão Nosso" é um movimento de residentes no Alentejo que está “preocupado com as alterações que têm surgido nos últimos anos na paisagem e que estão a comprometer o futuro do território”.
A DRA do PCP reuniu-se para analisar “a evolução da situação política e social na região, os desenvolvimentos da luta de massas, a ação e iniciativa” do partido “e as tarefas imediatas que se colocam”. Neste contexto, a DRA do PCP pede que sejam tomadas, no imediato, “medidas que ajudem trabalhadores, micro, pequenos e médios empresários a ultrapassar as consequências da pandemia.”
A Guarda Nacional Republicana (GNR) tem no terreno até 13 de julho, a operação “MOTO”, que integra ações de sensibilização e de fiscalização rodoviária na sua área de responsabilidade, no sentido de prevenir comportamentos de risco durante a condução de motociclos e ciclomotores nas vias com maior intensidade de tráfego.
O deputado do PCP João Dias, eleito por Beja, contactou, ontem, com comerciantes e pequenos e médios empresários, em Castro Verde e Aljustrel. "Ouvir o que mais os preocupa, deixar clara a intervenção que o PCP pode fazer e revelar as propostas que o PCP vai efetuar no Parlamento" foram os objetivos desta iniciativa.
O deputado do PCP, no Parlamento Europeu, João Ferreira, esteve nas cidades de Moura e Beja para ouvir os micro, pequenos e médios empresários e apresentar as propostas do Partido Comunista Português para “conter/minimizar os efeitos da pandemia neste tecido empresarial mais frágil”. Os encontros ocorreram na passada sexta-feira e o dia terminou com uma sessão no Jardim do Bacalhau, em Beja.
O eurodeputado do PCP João Ferreira vai estar, hoje, em Beja e Moura a estabelecer contactos com os comerciantes destas duas cidades.
A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) solicitou, esta semana, com caráter de urgência uma audiência ao Primeiro-Ministro, António Costa, recordando que “desde o primeiro momento se disponibilizou para, numa colaboração construtiva, encontrar soluções para minimizar” as consequências da pandemia.
A DORBE do PCP continua a promover, um conjunto de audições públicas on-line com a presença do deputado do PCP eleito por Beja, João Dias. O sector empresarial está, hoje, em destaque a partir das 11.00 horas.
A Confederação das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) reúne-se, esta tarde, pelas 15.00 horas, no Palácio de Belém, com o Presidente da República.
A Federação Minha Terra vem, em nota de imprensa, apresentar as propostas de minimização dos impactos do surto de COVID-19, no âmbito da intervenção das Associações de Desenvolvimento Local, enquanto Grupos de Ação Local responsáveis pelo instrumento Desenvolvimento Local de Base Comunitária.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) vem, em comunicado, demonstrar a sua total reprovação pela proposta de Orçamento da União Europeia, dizendo que “a eliminação do mecanismo de convergência da PAC proposta pelo Conselho Europeu agrava as desigualdades nos pagamentos aos agricultores portugueses”.
O Executivo da Direção da CPPME - Confederação na defesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas fez o balanço da recente ronda de reuniões com os Grupos Parlamentares da Assembleia da República e analisou a proposta do Orçamento de Estado para 2020. Até à data reuniu-se com CDS-PP, PSD, PS, PCP, BE e PEV.
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