Tanto o gasóleo como a gasolina voltaram a ficar mais caros esta semana. O aumento dos preços refletiram-se no gasóleo simples e na gasolina simples 95. Recorde-se que há um ano, sensivelmente, o preço dos combustíveis atingiu “máximos históricos” em Portugal.
A Galp vai baixar, em média, em 10 por cento os preços da eletricidade e do gás natural, a partir de julho, não considerando as tarifas de acesso às redes, disse fonte da empresa.
A Câmara Municipal de Grândola está a "preparar diversas medidas que visam facilitar o acesso à habitação no concelho, com aumento da oferta de casas a preços mais acessíveis dos que vigoram atualmente no mercado imobiliário", é referido em comunicado.
Portugal já é auto suficiente na produção de frutos secos para consumo nacional e começou, inclusive, a exportar para outros mercados, revelou o presidente da Portugal Nuts – Associação de Promoção de Frutos Secos, ontem, em Beja.
Segundo a Deco, na semana de 27 de abril a 3 de maio, foram 10, os produtos que mais aumentaram de preço. O café torrado moído, o iogurte líquido e os brócolos foram os que mais subiram.
No primeiro trimestre de 2023, mais de 7 000 famílias procuraram aconselhamento no Gabinete de Proteção Financeira da DECO. 44 por cento sentia problemas financeiros decorrentes do aumento do custo de vida. Em 2022, foram acompanhadas pela associação cerca de 31 500 famílias. Um recorde de pedidos.
O aumento dos preços também chegou ao setor dos vinhos. Há aumentos no preço das garrafas de vidro entre 55 e os 70 por cento, e há mesmo modelos que deixaram de estar disponíveis no mercado. A Adega Cooperativa de Vidigueira e Alvito assegura que o preço do vinho não vai subir.
Entre os motivos que levaram a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) a não subscrever o “Pacto para a Estabilização e Redução de Preços dos Bens Alimentares” esteve “a ausência de garantias de apoios para a pequena e média agricultura e de medidas para uma justa distribuição do valor ao longo de toda a cadeia agroalimentar”.
O Ministério das Finanças mantém as medidas de mitigação da subida dos preços dos combustíveis até 17 de abril, com uma redução da carga fiscal igual à de março, equivalente a 34 cêntimos por litro de gasóleo e de gasolina.
No cabaz de 63 alimentos essenciais que a Deco Proteste monitoriza, há mais de um ano, estão incluídos 41 alimentos aos quais será agora aplicada a isenção de IVA.
O aumento do custo de vida, assim como a análise das medidas para o combater continuam em destaque na nossa rádio. Hoje damos voz ao economista Eugénio Rosa. Refere que a “Europa tem de deixar de utilizar a economia como instrumento de guerra”.
Depois de ouvir vários setores da sociedade, a Voz da Planície entrevista nesta quinta-feira, dia 30, Duarte Alves, economista, mestre em Economia e Políticas Públicas, comentador para esta área, que nos faz uma análise das novas medidas apresentadas pelo Governo.
A Rádio Voz da Planície, depois de ouvir o BE e o PSD, entrevista hoje Manuel Valente, responsável pela Direção Regional de Beja (Dorbe) do Partido Comunista Português (PCP), sobre as medidas de combate ao aumento do custo de vida, anunciadas pelo Governo.
Há, também, o compromisso de não ser incorporada a descida do imposto na margem comercial e de serem reforçadas campanhas sobre os preços de venda isentos do IVA, para promover estas vendas e estabilizar preços.
A Galp anunciou na passada semana que vai baixar os preços de eletricidade e do gás natural, já a partir de abril.
Realizou-se, na passada semana, uma reunião da Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar (PARCA), com a presença de vários membros do Governo e representantes dos setores da cadeia de abastecimento alimentar para se discutir o aumento dos preços.
O primeiro-ministro anunciou nesta quarta-feira, no parlamento, que o Governo está a trabalhar com os agentes da cadeia alimentar para garantir uma redução do preço dos bens alimentares, admitindo baixar o IVA.
O aumento do custo de vida continua em destaque e hoje revelamos que o bacalhau, o café torrado moído e as massas espirais foram os três produtos que lideraram no aumento dos preços na passada semana.
A Voz da Planície voltou a sair à rua, desta vez, para perceber como estão as pessoas a gerir o aumento dos preços nos bens essenciais. Praticamente todos, neste especial informação, asseguram que “compram menos” e que “têm que fazer opções”.
O aumento dos preços está a chegar a todos. Também a Associação do Comércio, Serviços e Turismos de Beja (ACSTB) , através de João Rosa, refere à Voz da Planície que se trata de um problema de todos.
Casa cheia, em Serpa, para receber Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, que marcou, este domingo, presença num almoço regional, comemorativo do 102.º aniversário do PCP. A escalada do preços e o aumento do custo de vida estiveram no centro do discurso deste almoço comício.
Esta semana, na Voz da Planície, é dedicada ao tema: aumento do custo de vida. Começámos por ouvir comerciantes da cidade e falámos com três, de ramos diferentes, que assumem sentir o impacto dos preços altos nos seus negócios.
Com a subida de preços dos bens essenciais nos supermercados, o Governo pondera fazer regressar uma medida aplicada durante a pandemia: fixar limites à margem de lucro de alguns produtos e este é um dos temas do Falar Claro desta terça-feira.
O cabaz alimentar, definido para calcular pela ASAE a evolução dos preços, aumentou quase 29 por cento desde 2022 e até fevereiro deste ano, ou seja mais 96 euros e 44 euros.
Os regantes consideram indecente a “proposta de revisão dos preços da água apresentada pela EDIA”. A empresa garante que “ainda não há decisão sobre esta matéria” e confirma que “preço da água de Alqueva vai aumentar”.
Há 10 produtos alimentares que custam mais caros ao bolso dos portugueses, neste novo ano, assegura a Deco, referindo que, desde fevereiro de 2022, que o cabaz aumentou 33 euros.
Nesta primeira terça-feira do ano 2023, o painel de comentadores do Falar Claro reflete sobre o aumento generalizado dos preços e da eutanásia.
No primeiro dia deste novo ano avançámos que o pão já custa mais caro, mas este mês aumentam, também, entre outros bens e serviços, os preços da luz, das rendas e das portagens.
Na última reunião do Conselho Intermunicipal da CIMBAL foram aprovados, entre outros temas, a “aplicação de descontos PART no transporte ferroviário” e a manutenção do preço dos passes no seu território de abrangência.
O custo mensal médio de um cabaz básico de consumo alimentar para um adulto aumentou 21 por cento, entre outubro de 2021 e o mesmo mês de 2022, segundo estimativas divulgadas pelo Banco de Portugal (BdP).
A Deco revela que abastecer a despensa já custa aos portugueses 210 euros e que, no espaço de uma semana, comprar os bens alimentares essenciais ficou mais caro seis euros.
Desde fevereiro deste ano que os bens alimentares têm registado elevados. A carne e os laticínios foram os que ficaram mais caros, na semana de 16 a 23 deste mês, revela a Deco.
A taxa de inflação, em outubro, fixou-se nos 10,2 por cento, o valor mais elevado desde maio de 1992, de acordo com o INE, e os portugueses continuam a suportar subidas, sem tréguas, nos preços dos alimentos e energia.
“Os aumentos têm-se feito sentir em todas as categorias alimentares, e têm sido, sobretudo, a carne e o peixe os que mais têm visto os seus preços subir”, assegura a Associação de Defesa do Consumidor.
Vão ser pagos os apoios de 125 euros e de 50 euros às famílias, medidas para compensar o impacto do aumento dos preços. Hoje esclarecemos algumas questões que suscitam dúvidas sobre estes pagamentos.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) realiza, em Lisboa, neste sábado, dia 15, uma manifestação em defesa de melhores salários. O distrito de Beja e as comissões de utentes do Litoral Alentejano marcam presença.
O aumento dos preços da energia e do gás, as propostas de aumentos de 4,8 por cento nos salários, de 2023 a 2026, e a inflação de 9,3 por cento são temas em análise no Falar Claro de hoje. Os comentadores refletem sobre os impactos de todas estas matérias nos cidadãos e instituições.
Está de regresso o Falar Claro. As medidas para ajudar famílias e empresas a mitigar os impactos da subida dos preços da energia e dos alimentos são os destaques do programa de hoje, que vai para o ar às 18h00.
Os apoios de 125 euros e de 50 euros às famílias anunciados pelo Governo no pacote de medidas para compensar o impacto do aumento dos preços serão pagos por transferência bancária a partir de 20 de outubro.
A Associação de Defesa do Consumir alerta para uma nova subida de preços dos bens alimentares. Carne e peixe são os alimentos onde mais se notaram os aumentos.
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com