A CGTP realiza amanhã, 28, um “Dia Nacional de Luta”, em todos os sectores e em todo o País, com greves, paralisações e concentrações nos locais de trabalho e empresas, com expressão de rua, sob o lema “Aumentar salários | Garantir direitos | Contra o aumento do custo de vida – Pelo direito à saúde e à habitação”.
Os bens alimentares essenciais voltaram a ficar mais caros. A curgete, as ervilhas congeladas e o azeite virgem extra foram os líderes nas subidas de preços, na ordem dos 15 por cento.
O dispositivo especial de combate a incêndios rurais foi reforçado no passado dia 15 e o mesmo voltará a acontecer a 1 de junho. No distrito de Beja, os bombeiros asseguram estar prontos para proteger pessoas e bens, mas assinalam, contudo, a falta de recursos humanos e a dificuldade de cativar voluntários como questões difíceis de ultrapassar.
Segundo a Deco, na semana de 27 de abril a 3 de maio, foram 10, os produtos que mais aumentaram de preço. O café torrado moído, o iogurte líquido e os brócolos foram os que mais subiram.
A Câmara Municipal de Aljustrel reforçou a sua frota de viaturas e de máquinas para melhorar a resposta dos serviços prestados à população e para dar mais condições de trabalho aos funcionários da autarquia, segundo nota de imprensa do Município.
Entre os motivos que levaram a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) a não subscrever o “Pacto para a Estabilização e Redução de Preços dos Bens Alimentares” esteve “a ausência de garantias de apoios para a pequena e média agricultura e de medidas para uma justa distribuição do valor ao longo de toda a cadeia agroalimentar”.
No cabaz de 63 alimentos essenciais que a Deco Proteste monitoriza, há mais de um ano, estão incluídos 41 alimentos aos quais será agora aplicada a isenção de IVA.
Há, também, o compromisso de não ser incorporada a descida do imposto na margem comercial e de serem reforçadas campanhas sobre os preços de venda isentos do IVA, para promover estas vendas e estabilizar preços.
O pacote de ajudas já foi revelado e visa, entre outros aspetos, a aplicação de uma taxa zero de IVA num cabaz de produtos essenciais, que vigorará entre abril e outubro e que terá um custo total de 410 milhões de euros.
O Governo anunciou que vai reduzir o IVA de alguns bens essenciais, assim como ajudar famílias e produtores e este é o tema em destaque no Falar Claro desta terça-feira, dia 27.
O Governo vai reduzir o IVA dos bens alimentares essenciais, anunciou esta sexta-feira, dia 24, o ministro das Finanças, Fernando Medina, colocando a taxa em zero no cabaz de bens essenciais.
O primeiro-ministro anunciou nesta quarta-feira, no parlamento, que o Governo está a trabalhar com os agentes da cadeia alimentar para garantir uma redução do preço dos bens alimentares, admitindo baixar o IVA.
O aumento do custo de vida continua em destaque e hoje revelamos que o bacalhau, o café torrado moído e as massas espirais foram os três produtos que lideraram no aumento dos preços na passada semana.
A Voz da Planície voltou a sair à rua, desta vez, para perceber como estão as pessoas a gerir o aumento dos preços nos bens essenciais. Praticamente todos, neste especial informação, asseguram que “compram menos” e que “têm que fazer opções”.
Casa cheia, em Serpa, para receber Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, que marcou, este domingo, presença num almoço regional, comemorativo do 102.º aniversário do PCP. A escalada do preços e o aumento do custo de vida estiveram no centro do discurso deste almoço comício.
A dificuldade em enfrentar as despesas com a alimentação sofreu o maior aumento, 15 por cento, seguindo-se as despesas com a habitação, cinco por cento, e a mobilidade, quatro por cento, segundo a Deco Proteste.
Com a subida de preços dos bens essenciais nos supermercados, o Governo pondera fazer regressar uma medida aplicada durante a pandemia: fixar limites à margem de lucro de alguns produtos e este é um dos temas do Falar Claro desta terça-feira.
Hoje é dia de Falar Claro na Voz da Planície. O impacto do aumento do custo de vida na economia das famílias e como estão os portugueses a ver a introdução de um questionário que avalia as entradas no Governo são temas do programa de hoje.
No âmbito da campanha solidária de Natal, promovida pelo Município de Serpa, foram angariados brinquedos e outros artigos para criança, que agora se encontram disponíveis na Loja Social para doação a quem deles necessite.
A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) revela que tem no terreno um projeto que promove a reutilização de produtos para a produção de outros bens.
Há 10 produtos alimentares que custam mais caros ao bolso dos portugueses, neste novo ano, assegura a Deco, referindo que, desde fevereiro de 2022, que o cabaz aumentou 33 euros.
No primeiro dia deste novo ano avançámos que o pão já custa mais caro, mas este mês aumentam, também, entre outros bens e serviços, os preços da luz, das rendas e das portagens.
A Deco revela que abastecer a despensa já custa aos portugueses 210 euros e que, no espaço de uma semana, comprar os bens alimentares essenciais ficou mais caro seis euros.
Desde fevereiro deste ano que os bens alimentares têm registado elevados. A carne e os laticínios foram os que ficaram mais caros, na semana de 16 a 23 deste mês, revela a Deco.
A Câmara de Odemira, no distrito de Beja, está a promover uma campanha de recolha de bens para apoiar a população mais carenciada de Cabo Verde, numa iniciativa que decorre até 2 de dezembro.
A DORBE do PCP reuniu-se para apreciar a situação política, nacional e regional, marcada pela discussão do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) e sublinha que "o documento deixa de fora os projetos estruturantes para o território".
A taxa de inflação, em outubro, fixou-se nos 10,2 por cento, o valor mais elevado desde maio de 1992, de acordo com o INE, e os portugueses continuam a suportar subidas, sem tréguas, nos preços dos alimentos e energia.
O Programa abem: chegou a novas regiões do País e apoiou mais mil e 310 pessoas que, assim, passaram a poder aceder com a dignidade e a regularidade necessária aos medicamentos essenciais à vida, revela a Associação Dignitude.
“Os aumentos têm-se feito sentir em todas as categorias alimentares, e têm sido, sobretudo, a carne e o peixe os que mais têm visto os seus preços subir”, assegura a Associação de Defesa do Consumidor.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) realiza, em Lisboa, neste sábado, dia 15, uma manifestação em defesa de melhores salários. O distrito de Beja e as comissões de utentes do Litoral Alentejano marcam presença.
Os eleitos da CDU, na Assembleia Municipal de Beja, tomam posição contra o aumento de custo de vida e em defesa do SNS. Afirmam que os aumentos dos bens essenciais têm “efeitos devastadores nos trabalhadores”.
A Associação de Defesa do Consumir alerta para uma nova subida de preços dos bens alimentares. Carne e peixe são os alimentos onde mais se notaram os aumentos.
Domingos Fabela, presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Beja, faz balanço "positivo" do contributo dos “soldados da paz” na proteção de pessoas e bens neste território e noutras zonas do País.
Dez projetos europeus ligados à adaptação às alterações climáticas e à proteção da biodiversidade, lançam esta semana um manifesto em defesa da pecuária extensiva e apontam contribuições essenciais desta atividade agrícola.
Os preços continuam a subir e esta tendência parece não ter fim à vista. Neste contexto, a Deco revela algumas medidas que podem ajudar as famílias a reduzir despesas com combustíveis, eletricidade, gás e água.
Os preços dos bens alimentares voltaram a subir, de 13 a 20 deste mês, afirma a Deco. A Associação de Defesa do Consumidor sublinha que “um cabaz com bens alimentares essenciais custa 205 euros e 54 cêntimos”. Peixe e carne registaram os maiores aumentos, estão mais caros 15 por cento.
A DECO Proteste, desde o início da guerra na Ucrânia, que tem vindo a acompanhar a escalada de preços nos bens alimentares. Um cabaz de produtos essenciais já pode custar mais de 200€.
Com a inflação nos 8% e os preços dos combustíveis, e energia, a “dispararem”, os portugueses mostram-se “angustiados” com o aumento do custo de vida. Já há dificuldades em pagar “os bens de consumo mais básicos”.
O município de Beja dá formação, hoje e amanhã, das 18h00 às 19h30, e percorrerá os principais recursos turísticos e patrimoniais da cidade. Esta ação é destinada a empresários e guias informais.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP) reuniu-se para analisar a situação social e política na região, a luta dos trabalhadores e das populações, assim como a ação e iniciativa do partido. Entre outras matérias, a DRA do PCP quer, para o Alentejo, um “reforço das verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”.
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