O Movimento Independente Unidos Por Mértola e pelas Pessoas organiza nesta sexta-feira, dia 18, a partir das 18.00 horas, uma “Caminhada para o Futuro, para chamar a atenção para a necessidade urgente de investimento na estrada municipal que faz a ligação de Mértola a Espanha, através da ponte do Pomarão”.
A Infraestruturas de Portugal (IP) quer “demolir” as estações ferroviárias de Alvito e Alcáçovas no âmbito da “modernização da linha do Alentejo entre Casa Branca e Beja, prevista no PNI 2030” e substituí-las por “um abrigo em cimento”. Florival Baiôa, ligado há muito à área do património, diz tratar-se de “invenções de gabinete que não respeitam as memórias das pessoas”.
O movimento “Unidos por Mértola” já apresentou o seu manifesto, que visa “construir um futuro melhor para as pessoas” do concelho e que tem como um dos primeiros subscritores, entre outros, Jorge Pulido Valente.
“Estradas, aeroporto, saúde e ferrovia eletrificada de Beja à Funcheira, apostando na velocidade alta que será o futuro no território” são os aspetos que o Beja Merece+ está a defender e a trabalhar junto da tutela e Europa. O movimento quer contrariar a fuga de “dividendos” para o Litoral, no que se refere à ferrovia, e garante que está a trabalhar para isso neste momento.
A CDU considera que as “acessibilidades são fundamentais para o concelho e região.” e realizou hoje, uma marcha lenta para “denunciar o estado” das estradas municipais 512 e 513 e do IP8, com concentração às 14.30 horas no Parque de Feiras e Exposições, em Beja, seguindo-se o percurso por Quintos, Salvada, Cabeça Gorda para terminar em Beja, na freguesia de Beringel. A iniciativa terminou depois das 18.30 horas.
A CDU considera que as “acessibilidades são fundamentais para o concelho e região.” E que “Beja e as suas freguesias precisam, urgentemente, de mais e melhores acessibilidades”. Neste contexto realiza, neste sábado, dia 17, uma marcha lenta para “denunciar o estado” das estradas municipais 512 e 513 e do IP8, com concentração às 14.30 horas no Parque de Feiras e Exposições, em Beja, seguindo-se o percurso por Quintos, Salvada, Cabeça Gorda para terminar em Beja, na freguesia de Beringel.
O Aeroporto de Beja celebra, hoje, 10 anos de atividade e está longe de ser o importante ativo da rede de transportes da região que se deseja. Apesar de reunir “todas as condições” ainda não se constituiu “como uma infraestrutura fundamental para o desenvolvimento do Alentejo”, continuando sem “levantar voo”.
O PCP entregou um projeto de resolução a propor o aproveitamento do aeroporto de Beja nas suas diversas dimensões e potencialidades. O PCP quer que o aeroporto de Beja seja “uma solução para o país e para a região” e que o mesmo seja “integrado no sistema aeroportuário nacional, aproveitando todos os seus recursos e potencialidades.”
O Município de Aljustrel diz que foi informado de que a Variante de Aljustrel está integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) do Governo, a “ser executado entre 2021 e 2026.” Refere que a “Variante de Aljustrel faz parte do conjunto de reformas e de investimentos que permitirão ao país retomar o crescimento económico sustentado”, considerando esta “necessária” e “prioritária”.
O projeto “Consigo Beja Consegue” já se apresentou. Nuno Palma Ferro assume assim a sua candidatura à presidência da Câmara de Beja, nas autárquicas 2021, tal como a Voz da Planície já tinha avançado no passado dia 12 de fevereiro, para “ganhar” e “apoiado pelo PSD e outros partidos de direita”.
Na sessão da Assembleia Municipal de Aljustrel, de 26 de fevereiro, a CDU diz que discutiu e tomou posições relativamente a diversas matérias, entre elas destaca as que estão mais diretamente relacionadas com as questões da saúde, nomeadamente “a instalação de culturas intensivas e superintensivas”, a “qualidade do ar na Vila de Aljustrel” e a “acessibilidades para cidadãos com mobilidade reduzida”.
O aeroporto de Beja volta a estar em destaque, hoje, no “Magazine da Semana”. Têm sido muitas as notícias sobre o aeroporto de Beja nestes dias e nesta sexta-feira, Claudino Matos, da Plataforma Alentejo e Élio Bernardino, especialista em ferrovia, comentam este tema. Considerar o aeroporto de Beja no contexto da mais valia que representa para a região é preciso, assim como a ferrovia é determinante para o seu desenvolvimento, referem os convidados desta semana.
Para Florival Baiôa, do Beja Merece+, “o problema do aeroporto do Montijo é ambiental” e no de Beja “ainda faltam algumas coisas essenciais, nomeadamente acessibilidades ferroviárias e rodoviárias. O Interior tem sido abandonado, os sucessivos governos têm-nos ignorado e continuam a gozar connosco”, refere, ainda, Florival Baiôa.
A construção do aeroporto do Montijo está suspensa e muitos voltam a defender o de Beja. No “Falar Claro” desta semana, os comentadores defenderam a “valorização do aeroporto nas suas diversas vertentes” e que esta “é uma infraestrutura que deve estar ao serviço da região e do país”. Reconhecem que “só por falta de vontade política é que não avança” e que é “fundamental para afirmar Beja e o Alentejo”.
Depois do aeroporto do Montijo ter conhecido um revés, na semana passada, levantam-se vozes em defesa do de Beja. Filipe Pombeiro, presidente da Direção do NERBE/AEBAL, diz que o aeroporto de Beja pode ser complementar à Portela, "com uma boa ferrovia e uma boa rodovia" associadas. O mesmo defende o estudo da FIRMA.
O PCP já se pronunciou sobre o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), cujo período de consulta pública terminou ontem. Um documento que “não inova e nem responde às necessidades da região”, aos mais variados níveis. “Deixa o IP8 até Vila Verde de Ficalho de fora” e numa altura em que se sabe que “o aeroporto do Montijo não vai ser construído - porque dois dos cinco municípios que tinham de dar parecer disseram que não e um deles não se pronunciou - o de Beja não é perspetivado neste documento”.
Todas as terças-feiras temos na antena da Voz da Planície o programa “Falar Claro”. Uma hora de conversa com o habitual painel de comentadores: José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina, a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas. Todas as semanas são abordados três temas da atualidade.
A CIMBAL reuniu-se com o ministro das Infraestruturas e Habitação e Jorge Rosa, presidente do Conselho Intermunicipal, avançou à Voz da Planície que ficou, deste encontro, “o comprometimento por parte do Governo com avanços nas acessibilidades rodoviárias e ferroviárias, fazendo estudos para o IP8 até Vila Verde de Ficalho e para o troço ferroviário Beja/Funcheira, com ligação ao Algarve”.
Hoje é dia de “Falar Claro” na Voz da Planície e de mais uma hora de conversa com o habitual painel de comentadores: José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina, a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas. Nesta terça-feira, como habitualmente, o painel de comentadores deixa as suas reflexões sobre três temas da atualidade.
Hoje damos voz a António Carneiro, presidente da Distrital de Beja do CDS/PP, que destaca o facto de 2020 ter terminado com boas notícias para o distrito principalmente no que diz respeito às acessibilidades. Porém refere que a pandemia mostrou fragilidades na área da saúde. Quanto a 2021 espera que seja de retoma económica e que os fundos comunitários sejam bem utilizados, favorecendo a região.
O “Falar Claro” está de regresso nesta terça-feira e sugere mais uma hora de conversa com o habitual painel de comentadores: José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina, a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas.
Nos balanços de 2020 e nas perspetivas para 2021 damos hoje voz à coordenadora distrital do BE. Alberto Matos destaca o facto, de 2020 ser “um ano para recordar pelas lições que tem dado” e cujo “destaque mais positivo vai para o SNS, assim como para os profissionais que o integram que em muito têm contribuído para ultrapassar a pandemia.” Em 2021 frisa que “estarão de volta os velhos problemas do país e da região.”
Continuamos a fazer o balanço de 2020 e a perspetivar 2021. Hoje é o deputado do PCP, João Dias, eleito por Beja, a quem se dá voz. “Este ano confirma a prática do deputado em defesa do Alentejo e do distrito” e 2021 será “para continuar a luta em diversas áreas, entre elas a da saúde”. E 2020 também termina assim para João Dias pois questionou a tutela sobre a falta de médicos de saúde pública na ULSBA.
Na Voz da Planície começamos hoje a fazer o balanço deste ano e a perspetivar o próximo. Os movimentos são os primeiros a ser ouvidos e o Beja Merece+ dá “o pontapé de saída” aos balanços, dizendo que 2020 foi o ano em que “projetos da região começaram a avançar” e que se espera que em “2021 as obras comecem”.
O secretário-geral do PCP esteve em Moura na conferência “Alentejo tem futuro” e deixou claro que para o seu partido é possível para este território ser “mais próspero e desenvolvido”. Neste âmbito, Jerónimo de Sousa apresentou os caminhos que o PCP considera que devem ser seguidos, realçou as potencialidades do Alentejo e apelou ao apoio na candidatura de João Ferreira à presidência da República.
A Câmara Municipal de Vidigueira e a Câmara Municipal de Cuba congratulam-se com a realização das obras de reabilitação na Estrada Nacional 387 (EN 387), no troço entre os quilómetros 20 e 28, que faz a ligação entre os dois concelhos, é referido na nota de imprensa enviada à nossa redação.
A ATEP – Associação Todos pela Escola Pública, formada recentemente, reúne representantes de várias associações de pais e encarregados de educação que integraram o MESA – Movimento Escolas Sem Amianto – e representantes de várias outras associações e movimentos da sociedade civil.
Os vereadores da CDU de Mértola questionaram, na última reunião de Câmara, o executivo socialista sobre a supressão de carreiras no concelho de Mértola, em particular na ligação à capital de distrito. A CDU frisa, em comunicado, que “os mertolenses têm o direito a transportes e acessibilidades em condições”. Exigem, por isso, “uma decisão urgente”.
No Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020-2030 já consta o “aeroporto de Beja, a ferrovia e as acessibilidades rodoviárias”. No documento inicial estas matérias não estavam incluídas, mas “o Beja Merece+ conseguiu que estes projetos estruturantes para o Baixo Alentejo não ficassem de fora”, assegura Florival Baiôa, do movimento.
“O Beja Merece+ tem estado a trabalhar em várias frentes”. Ao nível das “infraestruturas e em nome da coesão pediu investimento em acessibilidades rodoviárias e ferroviárias e aproveitamento do aeroporto em várias vertentes”. Quanto à “possibilidade do aeroporto poder vir a ser hub de carga”, ela “já está contemplada no Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020-2030”.
Alberto Matos, da Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda (BE), a propósito do plano de recuperação económica e social de Portugal 2020-2030, referiu à Voz da Planície que “este documento não tem força legal ou política” e que “o BE discute estes temas com o Governo, anualmente, orçamento a orçamento”. Sobre as eleições nas CCDR's, Alberto Matos diz que são “mascarada do centralismo”.
“O PSD de Beja vai entregar até ao dia 31 deste mês, à Direção Nacional, os seus contributos para o plano de recuperação económica e social do país” e neles vai defender “o aeroporto como eixo estratégico do desenvolvimento regional, associado à modernização da ferrovia e à conclusão da A26, pelo menos até Beja”. “Mais investimento na saúde” também vai ser pedido, diz o presidente da Distrital.
A ACOS – Agricultores do Sul apresentou contributos para a “Visão Estratégica do Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030” e, entre outras medidas, reivindica como prioridades “o ecossistema Montado, o alargamento do regadio de Alqueva e a criação de um grande cluster agroalimentar do Sul”.
O Beja Merece+ reuniu-se e nesse encontro - que marcou “a retoma da atividade do movimento neste período pós-quarentena, devido à pandemia - foram analisadas diversas temáticas de importância acrescida para o Baixo Alentejo.” A afirmação é de Bruno Ferreira, do Beja Merece+”, que avançou, ainda, que “antecipar candidaturas, no que se refere a infraestruturas rodoviárias e ferroviárias da região, é a prioridade”.
A autarquia de Odemira revela, em comunicado, que foi aprovada por unanimidade, na última sessão da Assembleia Municipal, a “Moção da Assembleia Municipal de Odemira - Recordatória sobre Acessibilidades”.
O PSD de Beja vem, em comunicado, revelar que “encarou, com alguma preocupação”, as declarações do presidente da autarquia bejense que dão conta que “nas atuais condições, o Aeroporto de Beja não é uma alternativa exequível ao do Montijo”.
“Mais de 90% do trabalho desenvolvido em prol do distrito de Beja foi feito pelo deputado do PCP”. A afirmação foi feita pelo próprio deputado do PCP eleito por Beja, João Dias, no balanço do trabalho realizado na Assembleia da República, na última sessão legislativa.
O executivo da Câmara Municipal de Beja gostaria que as obras de melhoria no troço do IP8 que liga a cidade a Beringel arrancassem em breve. Contudo, Paulo Arsénio, presidente da autarquia bejense veio, recentemente, dizer que essa empreitada só terá início, “na melhor das hipóteses”, em 2022.
A Comissão Coordenadora do Concelho de Ferreira do Alentejo denuncia, em comunicado, “a existência de problemas”, desde à área das acessibilidades, à agricultura passando, ainda, pelo sector da saúde, que “pela incapacidade do PS no Governo” e, também, da autarquia ferreirense não foram resolvidos até à data.
A Distrital de Beja do PSD fala, em nota de imprensa, de declarações “abusivas, demagógicas e muito desavergonhadas proferidas pela DORBE do PCP, bem como as constantes promessas «baratas» feitas pelo Partido Socialista, no que à questão das acessibilidades diz respeito.”
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