O ano de 2025 já é considerado um dos mais trágicos no que diz respeito aos grandes incêndios em Portugal, com mais de 250 mil hectares ardidos, vítimas mortais, habitações destruídas e explorações agrícolas e florestais devastadas.
O combate aos incêndios rurais conta atualmente com 67 meios aéreos, menos nove do que as aeronaves previstas para esta fase do dispositivo, indicou à Lusa a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANPEC).
"O Governo apresentou o Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050, bem para lá do prazo de 90 dias que havia estabelecido e já depois da convocação de eleições legislativas antecipadas. Foi, por isso, necessário esperar por este período eleitoral para este Governo repetir o que já outros antecessores seus fizeram: anunciar um vasto caderno de intenções, com a promessa de muitos milhões, como se se descobrisse uma e outra vez o conjunto de medidas que a floresta em Portugal tanto necessita. E o que tem acontecido com tais pacotes de intenções é que a sua concretização fica muito aquém das expectativas, ou por falta de financiamento ou por falta de execução das medidas previstas", alerta a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), em comunicado.
Fernando Manuel Batista de Brito Ruas, natural da vila alentejana de Messejana, concelho de Aljustrel, é o candidato da CDU à Câmara Municipal de Aljustrel, nas autárquicas 2025. "É militante do Partido Comunista Português (PCP) e membro da Comissão Concelhia de Aljustrel do PCP. Licenciado em Educação Física e Desporto pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (2000). É professor do Agrupamento de Escolas de Aljustrel, local onde exerceu o cargo de Diretor entre 2013 a 2021. Atualmente, exerce o cargo de subdiretor do Agrupamento de Escolas de Aljustrel", informa o comunicado enviado à nossa redação.
A Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas de Alqueva (EDIA) promoveu uma visita com empresários agrícolas, organizações de produtores e entidades representativas do setor agrícola, autárquico e social do território de Alqueva, para conheceram um projeto de integração de migrantes em regime de trabalho temporário, na vizinha Espanha.
A Delegação de Beja da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) informa que durante este fim de semana, dias 1 e 2 de março, está a desenvolver, em hipermercados da cidade, a campanha “Vale +”. Doação de bens essenciais podem ser entregues, como alimentos e produtos de higiene, diretamente nas lojas aos voluntários da CVP.
Esta semana, a Coligação Democrática Unitária (CDU) de Ferreira do Alentejo avançou o nome de João Português para a presidência da Câmara Municipal deste concelho nas autárquicas 2025. O autarca de Cuba esteve na manhã informativa desta sexta-feira, dia 7, para fazer o balanço do seu trabalho no concelho que lidera, até setembro/outubro, e falou das expetativas que tem para o novo desafio que está a assumir. Apontou algumas das áreas em que vai apostar, entre elas o turismo, e deixou a nota de que "este último mandato tem sido de reforma antecipada e Ferreira do Alentejo não merecia". Ouça aqui a entrevista.
"O lançamento da obra de construção da infraestrutura de regadio no concelho de Moura motivou uma série de tomadas de posição dos partidos políticos que têm partilhado a governação em Portugal. PS e PSD disputam na comunicação social a responsabilidade pelo avanço do projeto, mas deviam assumir responsabilidades nos atrasos verificados nesta matéria", é afirmado no comunicado da CDU de Moura enviado à nossa redação.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) reclama "ação rápida do Governo no apoio aos agricultores afetados pelos incêndios, no Centro e Norte do País". A CNA lamenta todas as vítimas registadas e expressa a sua solidariedade às populações e aos agricultores lesados, bem como a todos os operacionais que combatem os incêndios.
O Grupo Parlamentar do Partido Socialista (PS) apresentou um projeto de resolução em que recomenda ao Governo que defenda junto da Comissão Europeia os interesses do setor da suinicultura para que não seja prejudicado em resultado das medidas tomadas em defesa do setor automóvel europeu.
A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) tem novos órgãos sociais, para o mandato 2024-2027, e dá início a um novo "ciclo na sua atividade", na mesma altura em que celebra o seu 30.º aniversário e em que apresenta, junto da tutela, medidas para "salvaguardar os micro, pequenos e médios empresários".
O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) reuniu-se, no passado dia 17. Neste encontro o Comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, José Horta, fez a apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2024.
O eurodeputado do PCP no Parlamento Europeu, João Pimenta Lopes, esteve dois dias no distrito de Beja a alertar, nos vários contactos que efetuou, para as dificuldades que continuam por resolver no País. Neste contexto sublinhou "a importância de manter deputados do Partido Comunista Português (PCP) no Parlamento Europeu por serem os que denunciam questões como, por exemplo, as da Política Agrícola Comum (PAC), que prejudicam pequenos e médios produtores".
Depois de janeiro não ter dado "tréguas" no que se refere ao aumento de preços, no início de um novo mês abastecer o carro e ir às compras está mais caro, de novo, e os portugueses têm de fazer contas para garantir deslocações e a despensa cheia. O gasóleo custa mais 3,5 cêntimos e a gasolina 1,5 cêntimos. E um cabaz de compras já está nos 147 euros.
Os preços dos combustíveis começaram a semana a subir e com o mês de janeiro a chegar ao fim já se assiste ao preço mais elevado deste ano. Os valores médios foram divulgados pela Direção-geral de Energia e Geologia (DGEG) e revelam que foi acrescentado, aos preços praticados, mais de dois cêntimos por litro.
O Orçamento de Estado para 2024 (OE2024) "não responde às preocupações das Micro, Pequenas e Médias Empresas. O Governo, em fim de ciclo, optou uma vez mais por não incluir nenhuma das medidas que a Confederação Portuguesa dos Micro Pequenos e Médios Empresários (CPPME) lhe apresentou e que considerávamos ser necessárias e fundamentais para relançar a economia."
Seis em cada 10 pessoas sentem dificuldade nos custos mensais com a habitação e dois terços identificam a necessidade de reparações ou melhorias urgentes na residência, conclui o barómetro da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Os vereadores da Coligação Democrática Unitária (CDU), na Câmara de Beja, fazem o balanço de seis anos de gestão do Partido Socialista (PS) e dizem que, neste período, tem faltado "visão estratégica para dar respostas aos problemas e para agarrar oportunidades". Neste contexto, a CDU apresenta-se como "a força política capaz de construir uma política alternativa que inverta o rumo atual".
Uma delegação do Partido Comunista Português (PCP), integrada pelo deputado João Dias, eleitos locais da Coligação Democrática Unitária (CDU) e dirigentes deste partido, das direções das organizações regionais do Litoral Alentejano e Algarve, visitou as zonas afetadas pelo incêndio que deflagrou em Odemira, no passado mês de agosto, para ouvir instituições e produtores.
Nesta terça-feira, 3, a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME), realiza um encontro subordinado ao tema "Cooperação Transfronteiriça – Estratégia, Objetivos, Ações em Desenvolvimento, Ações a Desenvolver" em Serpa, no Centro Cultural Musibéria.
"A situação económica e social no Alentejo é marcada, tal como no País, pelo agravamento das injustiças e dificuldades que afetam os trabalhadores e o povo", frisa o comunicado da Direção da Organização Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP), enviado à Voz da Planície, fazendo o balanço da reunião realizada no passado dia 26.
A Direção da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) analisou a situação económica e financeira do País e os seus impactos no mundo empresarial, tendo constatado que "são enormes os constrangimentos e profundas as preocupações em praticamente todos os sectores de atividade".
Foram entregues esta semana, aos consórcios apurados, os certificados de aprovação das candidaturas que submeteram, no âmbito das candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), aos Bairros Comerciais Digitais. Beja viu um bairro digital aprovado num valor aproximado de 900 mil euros para "investir em mais de 200 pequenos e médios negócios da cidade".
O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português (PCP) apresentou, na Assembleia da República, um projeto de resolução a recomendar ao Governo que declare “situação de seca” no território nacional.
A medida “anunciada como a solução quase milagrosa para os problemas que afetam os portugueses” não passa de “uma mão cheia de nada”, afirma a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME).
A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) manifesta preocupação ao Governo sobre os “apoios que continuam sem chegar aos empresários”.
A CPPME denuncia que os micro, pequenos e médios empresários têm sido “absolutamente ignorados nos programas de apoio ao investimento e à recuperação da economia”.
A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) defende que a proposta do Orçamento do Estado para 2023(OE2023) “não ajuda a enfrentar a crise” e condena à "estagnação".
CNA repudia “a teoria de alguns governantes" que atribuem a culpa pelos incêndios ao clima, aos pequenos e médios proprietários florestais e às populações rurais e pede "indemnizações para os agricultores e para as populações rurais".
Jerónimo de Sousa presidiu a 10.ª Assembleia da Organização Regional de Beja do PCP. O secretário-geral deixou, na cidade, duras críticas à ação do governo nas questões da saúde, no aumento do custo de vida, que afeta todos, e nas necessidades do distrito que “continuam por resolver”.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP) reuniu-se para analisar a situação social e política na região, a luta dos trabalhadores e das populações, assim como a ação e iniciativa do partido. Entre outras matérias, a DRA do PCP quer, para o Alentejo, um “reforço das verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”.
Os alunos mais carenciados tiveram, em média, resultados mais baixos do que os restantes estudantes nos exames nacionais de 2021, sendo a diferença mais acentuada nas disciplinas de Matemática A, Filosofia e Físico-Química A.
Realiza-se hoje, sexta-feira, dia 27, às 15:00, em Serpa, um encontro com micro, pequenos e médios empresários, sobre “Fundos de apoio às MPME” (micro, pequenas e médias empresas).
“O Ministério da Agricultura anunciou que os beneficiários da Política Agrícola Comum (PAC) poderão candidatar-se para receber o adiantamento de uma parte das ajudas a que têm direito. Mas, mais uma vez, complicou a vida aos agricultores”, diz a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP) reuniu-se para analisar os desenvolvimentos da situação política e social na região, as lutas em curso dos trabalhadores e das populações, a ação e iniciativa política do Partido.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) defendeu esta semana que as medidas anunciadas pelo Governo para mitigar a escalada energética resolvem apenas uma “muito pequena parte” dos aumentos, pedindo a criação de tetos máximos.
A Confederação Portuguesa de Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) faz esta noite, em Beja, no Centro Unesco, uma reunião com empresários. Analisar e discutir a situação económica em que a atividade se desenvolve é o tema central deste encontro.
O programa do Governo “está absolutamente desajustado e define objetivos impossíveis de alcançar. No que respeita às micro, pequenas e médias empresas, profundamente fragilizadas por dois anos de pandemia, a sua situação é dramática e agravada pelos preços dos custos de funcionamento”, denuncias feitas pela Confederação do setor, que se reúne amanhã em Beja.
90 por cento do País está em seca severa ou extrema e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um novo agravamento da situação. Portugal e Espanha estiveram na União Europeia a pedir medidas para minimizar os efeitos deste flagelo na Península Ibérica.
Os produtores de porco alentejano estão a ter um ano “péssimo” para a engorda dos animais, devido à seca e à falta de pastagens para alimentar os animais, revelou hoje o presidente da associação de criadores.
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