A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública já entregou o caderno reivindicativo para 2026, no Ministério das Finanças, que exige um aumento salarial de 15% num mínimo de 150 euros, a partir de 01 de janeiro.
Sob o lema “Acção para Avançar! Beja tem futuro! Trabalho, Honestidade, Competência“, a "CDU compromete-se em desenvolver a sua intervenção e o seu trabalho, com integridade e dignidade, apresentando uma estratégia e um rumo bem definidos, necessários para romper com o atual ciclo de estagnação". E sublinha, no documento enviado à nossa redação, que "tem um projeto de desenvolvimento integrado, de participação democrática, para alcançar o progresso e a melhoria contínua das condições e qualidade de vida da população do concelho de Beja, assente na defesa dos serviços públicos, dos direitos dos trabalhadores, da juventude e das populações". O programa da CDU, para as eleições de 12 de outubro, foi apresentado ontem, dia 18 de setembro, na sede de campanha.
Nesta sexta-feira, trabalhadores da Administração Local e Sector Empresarial manifestam, junto ao Parlamento, «o seu profundo descontentamento, e reafirmar o seu Caderno Reivindicativo e exigir a aplicação das medidas que constam da “Proposta Reivindicativa Comum” apresentada pela Frente Comum». Trabalhadores e dirigentes sindicais de Beja marcam presença no protesto.
Os trabalhadores de todos os sectores da Administração Local protestam hoje, dia 28 de fevereiro, em Lisboa, a partir das 14h30. "Os trabalhadores das autarquias e das empresas municipais e concessionária rejeitam a política de empobrecimento que o Governo PSD/CDS teima em prosseguir, e exigem, entre outras matérias, aumentos salariais reais, a valorização das carreiras e a revogação do SIADAP", é sublinhado em dia de greve decretada por este sindicato. A "participação de Beja é significativa, conta com a presença de cerca de 70 trabalhadores do distrito", revela Osvaldo Rodrigues, coordenador regional do STAL.
Os trabalhadores da administração local e empresas municipais vão manifestar-se no dia 28 deste mês, em Lisboa, exigindo aumentos salariais, valorização de carreiras e a revogação do sistema de avaliação da administração pública.
Vários especialistas preveem que a atual crise na habitação em Portugal vai continuar a agravar-se em 2025. De acordo com o estudo elaborado pela associação Causa Pública, o País enfrenta uma das "maiores crises a nível europeu, não havendo, por isso, sinais de abrandamento, visto que a reação do mercado nos últimos meses resultou “numa aceleração do aumento de preços e não no oposto."
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local está hoje, dia 20 de setembro, junto à Assembleia da República, onde marcará presença o coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, e decorrerão intervenções sindicais, a partir das 10h30. Nesta ação os trabalhadores exigem ao Governo a urgente valorização das carreiras e profissões, melhores salários e condições de trabalho, bem como o reforço dos serviços púbicos.
"O governo da AD anunciou por decreto o “pacote da imigração”, promulgado em tempo recorde pelo Presidente da República. Não passaria de mero eleitoralismo, se não estivesse em causa a vida de milhares de pessoas, em setores com tanto peso na economia como a agricultura, a construção, a hotelaria ou os cuidados domiciliários", frisa Alberto Matos na crónica de opinião que pode ler e ouvir aqui.
O Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB) denuncia que "os trabalhadores imigrantes, a residir em Portugal, maioritariamente agrícolas, sujeitam-se a entrar no nosso País «pela mão» de intermediários, sob a promessa de obtenção de um contrato de trabalho digno que depois não se concretiza". E que "esta é uma prática que continua a ser financeiramente muito rentável por não haver fiscalização da parte das entidades competentes".
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) exige a revogação da legislação que alterou as métricas de incentivos financeiros aos médicos de família nos centros de saúde e as regras que podem aumentar o número de utentes por cada profissional.
Concluídas as eleições de 10 de março, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) e os trabalhadores reafirmam "a sua total disponibilidade para prosseguir a luta em defesa das prioridades reivindicativas: aumento dos salários que permita a reposição e a subida do poder de compra".
Os novos corpos dirigentes do STAL já tomaram posse, com Cristina Torres à frente desta estrutura sindical dos trabalhadores da administração local e regional, até 2027. Neste contexto foi reeleito o coordenador regional da Direção Regional de Beja, Osvaldo Rodrigues. A nova direção nacional reafirmou, também, a "valorização" dos trabalhadores que representa "como prioridade", para o mandato que agora inicia.
O Partido Comunista Português (PCP) entregou no parlamento dois projetos de lei para eliminar a caducidade da contratação coletiva e repor o tratamento mais favorável ao trabalhador, considerando que a legislação laboral se tornou num “instrumento de chantagem” sobre os trabalhadores.
Um aumento de pelo menos 15 por cento dos salários com mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores, bem como a fixação do salário mínimo em 910 euros já em janeiro, é a exigência da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) que também pede a redução do horário de trabalho para 35 horas semanais.
A CGTP realiza amanhã, 28, um “Dia Nacional de Luta”, em todos os sectores e em todo o País, com greves, paralisações e concentrações nos locais de trabalho e empresas, com expressão de rua, sob o lema “Aumentar salários | Garantir direitos | Contra o aumento do custo de vida – Pelo direito à saúde e à habitação”.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) realiza, em Lisboa, neste sábado, dia 15, uma manifestação em defesa de melhores salários. O distrito de Beja e as comissões de utentes do Litoral Alentejano marcam presença.
Os eleitos da CDU na Assembleia de Trigaches e São Brissos reivindicam, em conjunto com a população e em abaixo-assinado, a separação destas duas freguesias. Pedem, também, que avancem os projetos estratégicos da região em acessibilidades.
Os autarcas da Coligação Democrática Unitária (CDU) de Alcácer do Sal, Avis, Évora, Seixal, Silves e Vidigueira questionaram a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) sobre o processo de transferência de competências para os municípios e comunidades intermunicipais. Dizem que o processo “é complexo” e que coloca “sustentabilidade das autarquias em causa”.
Reúne-se hoje o executivo da Câmara Municipal de Beja, em sessão ordinária, a partir das 10h00, no Salão nobre dos Paços do Concelho.
O PCTP/MRPP apresenta, nas legislativas 2022, o seu Manifesto. Diz, entre outras matérias, que “o mundo está a ser conduzido pelo imperialismo”. O responsável, é frisado, pelo “alastramento da fome, a incapacidade de responder aos cataclismos naturais” e aos “fluxos migratórios em crescendo”, factos que “retratam o desastre económico e social a que o mundo” chegou, é sublinhado.
A Direção do STAL avança que, tem estado por todo o distrito de Beja, a proceder à decoração de árvores, com as principais reivindicações dos trabalhadores dos diversos municípios.
Os trabalhadores da Administração Pública estão em luta nesta quinta-feira, com uma greve e uma concentração, pela “valorização dos salários e das carreiras”, este é o primeiro protesto no setor desde o início da pandemia, é organizado pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública e afetou, sobretudo, as autarquias, escolas, tribunais e Segurança Social.
O STAL tem a decorrer a campanha nacional de recolha de assinaturas pela revogação do SIADAP. Já foram recolhidas mais de 1100 assinaturas e a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública já admitiu a necessidade de rever o atual Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública.
O STAL apresenta hoje, pelas 14h30 em Lisboa, uma campanha nacional que exige a revogação do atual sistema de avaliação do desempenho da Administração Pública e a sua substituição por um modelo simplificado, com critérios transparentes e sem quotas.
O SOS Racismo afirma, em comunicado, que a Câmara de Castro criou “gueto” para “confinar infetados por Covid-19 na comunidade cigana, com cerco policial, uma medida de segregação étnica divulgada no Facebook da autarquia”. A Câmara de Castro responde, também, em comunicado, explicando que "agiu em conformidade por haver pessoas que não estavam a cumprir confinamento obrigatório”. Diz que retirou o “post" porque “não estava a atingir o objetivo de esclarecimento pretendido”.
Está a decorrer, até 11 deste mês, a semana de luta descentralizada da CGTP, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito começaram prosseguem hoje e terminam sexta-feira.
Está a decorrer, até 11 deste mês, a semana de luta descentralizada da CGTP, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito começaram ontem, prosseguem hoje e terminam sexta-feira.
A CGTP marcou para o início deste mês de dezembro, uma semana de luta descentralizada, para decorrer entre os dias 7 e 11, em defesa de aumentos salariais generalizados, redução do horário de trabalho e emprego com direitos. As ações no distrito realizam-se, também, até sexta-feira, dia 11.
A CAP afirma que apesar da lei em vigor consagrar um apoio percentual face ao valor das faturas de eletricidade, o que foi publicado em Portaria (n.º 265-B/2020 de 16 de novembro) foi "um apoio percentual face à potência contratada, o que resulta em montante irrisórios, que em muito pouco ou nada apoiam o setor, desrespeitando totalmente a decisão da Assembleia da República."
O atual sistema de incentivos não tem impacto no aumento de médicos nas zonas carenciadas, criando desigualdades ao violar o princípio de salário igual por trabalho igual, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS).
As condições das habitações e sociais em que vivem os imigrantes dos 12 mil hectares dos concelhos de Odemira e de Aljezur, que pertencem ao denominado Perímetro de Rega do Mira (PRM) estão nas preocupações de diversos grupos parlamentares. Neste contexto foram aprovadas, na passado dia 9, na Assembleia da República, 5 recomendações, do PS, PSD, BE, PCP e PAN.
O município de Mértola aprovou, na última reunião de Câmara, a decisão de revogação do Contrato de Execução da Empreitada “Lar das Cinco Freguesias-S. Miguel do Pinheiro-Mértola”.
Foi entregue ontem, na Assembleia da República, uma petição, com mais de 6 mil assinaturas, para salvar “o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina do avanço descontrolado da agricultura intensiva.” A iniciativa é da responsabilidade do movimento de Cidadãos de Odemira e Aljezur em Defesa do Sudoeste.
Um grupo de cidadãos de Odemira e Aljezur lançaram a Petição Publica “O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não aguenta mais agricultura intensiva!”.
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