Nesta terça-feira, o habitual comentário do jornalista Carlos Lopes Pereira. A situação política nacional e internacional são refletidas neste texto com atenções centradas nas consequências da guerra que se vive no Leste da Europa.
O presidente da Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) considera que são “pequenos paliativos” as medidas anunciadas pelo Governo para combater efeitos da seca na agricultura. Diz que deveriam ser cobertos por seguros de colheitas.
A produção de azeite deverá registar nesta campanha um valor recorde, aumentando 46 por cento face a 2019. Um crescimento que contrasta com os “mínimos históricos” da área de cereais de inverno, penalizada pela seca, divulga o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alerta sobre a “situação dos elevados custos dos fatores de produção, que estão a criar dificuldades aos agricultores.” A Confederação destaca a “demora na concretização da medida da «Eletricidade Verde», aprovada na Assembleia da República”, que “deveria estar em vigor desde o passado dia 1 de Janeiro”.
Hoje é Rui Garrido, presidente da ACOS, quem faz um balanço do ano de 2021 no que diz respeito à agricultura. Perspetiva um 2022 em que soluções sejam criadas para resolver os problemas que assolam o setor, principalmente no que diz respeito aos cereais e olival.
Neste novo ano pode adotar um conjunto de recomendações que ajudam a tornar a sua vida mais saudável e a enfrentar mais 12 meses com energia. Os nutricionistas são unânimes nalgumas recomendações e neste domingo lembramos as principais.
Uma das conclusões da II Conferência Nacional Estatuto Agricultura Familiar foi que, “a demora na concretização plena do Estatuto da Agricultura Familiar agrava, a cada dia que passa, a dependência do exterior, põe em causa a segurança alimentar e compromete severamente a Soberania Alimentar do país.”
Os agricultores têm vindo a chamar a atenção para a inviabilização de muitas explorações agrícolas que deixam de ter condições para suportar o abrupto aumento dos encargos, considerando o aumento generalizado dos fatores de produção para a agricultura, nomeadamente combustíveis, adubos, rações, cereais, e ainda a subida dos custos de energia elétrica para valores que podem atingir o triplo do preço.
Os agricultores do Campo Branco, concelhos de Castro Verde e Almodôvar e parte dos de Aljustrel, Mértola e Ourique, estão a sentir dificuldades provocadas pelo aumento dos combustíveis, que encarecem os custos dos fatores de produção e pelo ano agrícola menos bom que esperam devido à falta de chuva, pois aqui a influência do clima é acentuada. De tudo isto falam os agricultores António Tomé e Teresa Mestre.
Representantes dos Governos do Estado do Ceará, da Cidade de Fortaleza e da Federação das Câmaras de Comércio Portuguesas no Brasil visitaram o Complexo Portuário, Industrial e Logístico de Sines.
Nesta quinta-feira, pelas 11h30, realiza-se a sessão on-line “Centro de Experimentação do Baixo Alentejo – A Herdade da Abóboda”, com Carlos Bettencourt, diretor do Centro de Experimentação do Baixo Alentejo (CEBA), organizada pelo CEBAL - Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo, no âmbito da iniciativa “Uma Dia Com…”.
A CNA, após analisar a situação da agricultura, manifesta grande preocupação com alguns problemas que têm afetado negativamente os rendimentos dos agricultores, em particular o grande aumento dos custos dos fatores de produção, de transformação e comercialização.
A FAABA - Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo alerta a população em geral para os efeitos dos aumentos dos combustíveis. A FAABA frisa que têm impactos significativos nos custos de produção dos agricultores, essencialmente nos que se dedicam ao sequeiro e no preço dos produtos nas prateleiras.
A Cáritas Diocesana de Beja muda o sistema de recolha de alimentos de pontual para permanente. O fundo de emergência da Cáritas já não é suficiente para “acudir” às diversos pedidos de ajuda que vão chegando daí esta mudança, no sentido deste apoio ser um complemento à ação social do atendimento na diocese e concelho de Beja.
A ANPOC e ANPROMIS suspenderam a sua participação na Comissão de Acompanhamento da Estratégia Nacional para a Promoção da Produção dos Cereais e responsabilizam o Ministério da Agricultura não só “pelo previsível agravamento da dependência externa em cereais, como pela sua possível rotura no mercado nacional.”
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), manifesta em comunicado, a sua profunda indignação pela forma processual, na sequência de um regular processo de consulta, como foram tomadas as decisões pela Ministra da Agricultura sobre as medidas respeitantes aos Pagamentos Diretos 2022.
A CNA reitera a sua posição de discordância com a forma como está estruturada uma nova medida de apoio à produção de cereais, e considera que todo o processo relativo às decisões nacionais para a aplicação da PAC em 2022 está muito atrasado, situação que condiciona, tanto os agricultores, como a possibilidade de se operacionalizar as medidas necessárias com vista a uma verdadeira transição para a nova PAC.
O ICNF através da Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo, está a levar a cabo uma campanha de salvamento da águia-caçadeira em colaboração com o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO/InBIO), da Universidade do Porto. Foram colocadas proteções em torno de 15 ninhos e foram anilhadas 9 crias.
O concurso para “o terminal Vasco da Gama deve avançar quando houver confirmação no mercado de que há operadores interessados em movimentar carga na infra-estrutura”. O presidente da Comunidade Portuária e Logística de Sines diz que “aeroporto de Beja tem de assumir o seu papel na cadeia.”
“Cáritas é Amor, Ajude-nos a Ajudar” foi relançada este ano, com o objetivo de recolher artigos, à semelhança do ano anterior, de forma a ajudar famílias que recorrem a esta entidade. Ana Soeiro faz um apelo à comunidade porque “todos juntos estamos a ajudar cada vez mais”.
Hoje, pelas 11h30, decorre a sessão online “FeedInov CoLab: Inovar em nutrição e alimentação animal, com Ana Sofia Santos, diretora geral do FeedInov, no âmbito da iniciativa “Uma Dia Com…”, promovida pelo CEBAL.
Numa primeira análise aos resultados preliminares do Recenseamento Agrícola 2019, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a 18 de Dezembro, a CNA assinala com preocupação o encerramento de 15,5 mil explorações agrícolas nos últimos dez anos, quebra registada, sobretudo, entre os pequenos e médios agricultores, a Agricultura Familiar.
Seis Organizações Não Governamentais (ONG) contestaram, na semana passada, através de um comunicado conjunto, a decisão do Governo de flexibilizar medidas na Agricultura devido à COVID-19. “Trata-se de uma postura totalmente incoerente por parte destas organizações”, acusa a CAP, em nota de imprensa.
Foram as necessidades alimentares sentidas na comunidade migrante que levaram a Cáritas Diocesana de Beja a desenvolver uma campanha de Recolha de Alimentos, que já está no terreno e que é dirigida a todos. “As reservas estão em baixo” e a Cáritas de Beja exorta a sociedade civil a colaborar, com o lema: “ajude-nos a ajudar”.
Tendo em conta o atual Estado de Emergência e os impactos negativos no exercício da atividade agrícola, o Ministério da Agricultura revela que “os produtores podem agora praticar o pastoreio nas áreas de pousio e não são obrigados à diversificação de culturas nas explorações cerealíferas”. Para a FAABA, a medida, agora, anunciada já tinha sido solicitada e, neste momento, não é tão importante, devido à chuva que caiu.
“A ACOS - Associação de Agricultores do Sul está ON e os agricultores, seus associados, também estão”, assegura a instituição, afirmando que a “covid-19 fez cancelar a edição deste ano da Ovibeja, mas não a Páscoa.” Neste contexto deixa o desafio “Do prado ao prato” em jeito de convite para esta Páscoa.
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com