O custo das matérias-primas e a dificuldade em contratar mão de obra estão entre os principais argumentos para o aumento do preço do pão em 2024.
O preço regulado agrava em 2,9% face a 2023, acima da proposta lançada em outubro. Um casal com dois filhos vai pagar mais 3,27 euros por mês, em média, para um total mensal de 95,70 euros.
A fatura das telecomunicações fica mais cara este ano. A Meo, Nos e Vodafone divulgaram esta segunda-feira que planeiam subir os preços dos serviços em linha com a inflação de 2023. Isto significa que os clientes poderão ver um aumento dos preços até 4,6%, caso as previsões do Governo se confirmem, avança o Jornal de Negócios.
A Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) lançou o procedimento para a instalação do maior projeto fotovoltaico flutuante da Europa, com 45 milhões de euros de preço base do concurso, avançou o Governo.
A produção de azeitona em Portugal deverá crescer 20 por cento este ano, sem impacto no preço do azeite a nível internacional, que não deverá sofrer grandes alterações, perspetivou a Casa do Azeite, com sede em Lisboa.
"A principal questão que está colocada nas próximas eleições legislativas é a de, "com o reforço do Partido Comunista Português (PCP) e da Coligação Democrática Unitária (CDU), romper com a política de direita e abrir caminho a uma política alternativa e a uma alternativa política capazes de assegurar as soluções que o País precisa. O que está colocado é a eleição de deputados do PCP e do PEV que lutem, intervenham e proponham soluções", sublinha o comunicado da Direção da Organização Regional de Évora (DOREV) deste partido.
O Presidente da República anunciou que vai dissolver o parlamento e marcar eleições legislativas antecipadas para 10 de março. "Optei pela dissolução da Assembleia da República e a marcação de eleições em 10 de março de 2024", declarou o chefe de Estado, numa comunicação ao País a partir da Sala das Bicas do Palácio de Belém, em Lisboa.
O fator que mais contribui para a atual situação do mercado imobiliário é o baixo investimento público em habitação, segundo 22,4 por cento dos inquiridos do novo barómetro da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS).
O Sul de Portugal está a ser cada vez mais afetado pela seca e, se não chover este ano, o País vai-se debater com uma “crise da água”, sobretudo no Algarve e no Alentejo, afirmou o investigador Nuno Loureiro.
O Falar Claro está de regresso nesta terça-feira, no horário habitual, com a atualidade em destaque. No programa desta terça-feira, os comentadores José Pinela Fernandes, Ana Horta e Tomé Pires, analisam dois temas, no primeiro identificam o que cada um quer ver resolvido, no distrito, no Orçamento do Estado para 2024 (OE2024). No segundo analisam o impacto da guerra no Médio Oriente em territórios como o nosso.
A Câmara de Beja informa que foi renovada a frota das Urbanas de Beja, que "conta agora com viaturas mais novas, equipadas com ar condicionado e acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida, prevendo-se ainda novas funcionalidades a nível da bilhética e de informação ao público".
O Governo quer introduzir uma contribuição de quatro cêntimos sobre os sacos de plástico leves e muito leves em 2024, segundo a proposta de Orçamento do Estado (OE) entregue na Assembleia da República.
Mais de um terço das famílias portuguesas ganha 833 euros brutos e não consegue pagar despesas inesperadas, segundo a Pordata. Na semana em que se assinalou o Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza, a base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, compilou alguns dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) para fazer um retrato do nível de pobreza da população portuguesa.
A isenção de IVA do cabaz de 46 géneros alimentares não vai ser renovada em 2024, estando prevista sim, uma compensação de valor equivalente no reforço das prestações sociais das famílias mais vulneráveis.
O movimento Porta a Porta – Casa para Todos instou o Governo a adotar medidas urgentes para resolver o problema da habitação, nomeadamente o tabelamento do preço do arrendamento urbano e o aumento da oferta pública. Neste sábado, 30, o movimento manifesta-se em todo o País e em Beja realiza uma tribuna pública, às 10h00, junto ao Jardim do Bacalhau.
Os beneficiários do Complemento Solidário para Idosos (CSI) têm disponível um desconto imediato de 50 por cento na compra dos medicamentos comparticipados, anunciou o Governo.
Perante o aumento do preço nos combustíveis e o anuncio de redução, proposto pelo Governo, no imposto sobre os produtos petrolíferos, que se refletiu em dois cêntimos na gasolina e um cêntimo no gasóleo, a nossa rádio ouviu Eugénio Rosa. O economista sublinhou que o "Governo deve atuar ao nível do controlo dos preços e na redução da carga fiscal", frisando que "é chocante a proposta de um cêntimo pois revela falta de respeito pelo consumidor".
"O lançamento do Observatório de Preços Agroalimentar e a revelação das conclusões do estudo sobre a fileira do Cadeia de Valor do Leite UHT expuseram de forma clara a fragilidade dos produtores, o desajustamento da legislação existente e a necessidade de, por via legislativa, proteger o elo mais fraco da cadeia, ou seja, o agricultor", alerta a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
A Direção da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) analisou a situação económica e financeira do País e os seus impactos no mundo empresarial, tendo constatado que "são enormes os constrangimentos e profundas as preocupações em praticamente todos os sectores de atividade".
O Governo garantiu que vai monitorizar os preços dos combustíveis, dados os recentes aumentos, prometendo “vontade de agir no sentido da proteção das famílias”, se for “absolutamente necessário”. Declarações numa semana em que os combustíveis registam uma forte subida no preço do gasóleo, seis cêntimos. A gasolina sofreu o aumento "ligeiro" de um cêntimo.
O preço do material escolar voltou a aumentar este ano e um cabaz de oito artigos essenciais para os alunos custa agora mais 14 por cento do que em 2022, segundo uma plataforma de comparação de preços.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) identificou níveis de concentração de oferta hospitalar privada, com potencial posição dominante e até monopólio, em quase metade dos concelhos do território continental, sobretudo no interior, apontando riscos para utentes e Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O cabaz alimentar está a custar 211 euros, o valor mais baixo deste ano, revela a Deco Proteste, estando a “custar agora quase o mesmo do que há um ano”, é frisado pela associação de defesa do consumidor.
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela Deco voltou a ficar mais barato em julho, face ao mês anterior, mas ainda continua mais caro do que há um ano, de acordo com dados divulgados esta semana.
Segundo avançaram fontes do setor, ao Expresso, a subida das cotações de petróleo deverá refletir-se num aumento de sete cêntimos no preço da gasolina e do gasóleo, acrescendo, ainda, a subida da taxa de carbono decidida pelo Governo e que entrou em vigor no passado dia 29 de julho.
Três meses depois de introduzida a medida IVA zero, o preço do cabaz alimentar baixou cerca de 12 euros, de acordo com a Deco Proteste. Mas estão mais caros alimentos como os brócolos, a couve-flor, as laranjas e as maçãs. Já o óleo alimentar, a pescada fresca e o tomate viram o preço baixar.
Reuniu-se, pela quarta vez, no Ministério da Economia e Mar, a Comissão de Acompanhamento do “Pacto para a Estabilização e Redução dos Preços dos Bens alimentares”. Em cima da mesa esteve a monitorização e acompanhamento da evolução dos preços dos bens alimentares com IVA zero.
Na primeira semana de julho, o preço do cabaz alimentar voltou a descer para 214 euros, de acordo com uma monitorização de preços divulgada pela Deco Proteste, contudo, comprar exatamente os mesmos alimentos custava menos sete euros e 28 cêntimos há um ano.
João Madeira tem dois mil e 500 animais numa propriedade em Mértola, atualmente com pouca comida e água, e as forragens, quando existem, triplicaram de preço. A falta de alimentos é o pesadelo deste verão dos agricultores do distrito de Beja, nos concelhos onde o regadio do Alqueva não chega.
A barragem do Monte da Rocha, em Ourique, está a 9 por cento e não enche há uma década, consequência dos vários períodos de seca que se têm vivido nos últimos anos. Almodôvar está dependente desta barragem e o presidente da Câmara, António Bota, teme que o concelho possa, no futuro, ficar sem água, deixando duras críticas ao Governo.
Tanto o gasóleo como a gasolina voltaram a ficar mais caros esta semana. O aumento dos preços refletiram-se no gasóleo simples e na gasolina simples 95. Recorde-se que há um ano, sensivelmente, o preço dos combustíveis atingiu “máximos históricos” em Portugal.
A Galp vai baixar, em média, em 10 por cento os preços da eletricidade e do gás natural, a partir de julho, não considerando as tarifas de acesso às redes, disse fonte da empresa.
A análise foi feita pela Deco, tendo em atenção o cabaz alimentar com os 46 produtos abrangidos pela medida. Há produtos mais baratos, enquanto outros aumentaram de preço, afirma a Associação de Defesa do Consumidor.
Os regantes estão apreensivos com o preço da água em Alqueva, anunciado pela ministra da Agricultura, na reunião do Conselho para o Acompanhamento do Regadio (CAR Alqueva), no passado dia 9, em Beja, nomeadamente “uma correção que pode atingir os 30 por cento”, diz a Fenareg.
A ministra da Agricultura e Alimentação, Maria do Céu Antunes, anunciou hoje um aumento do preço da água do Alqueva para regadio, na ordem dos 24 por cento, “bastante mais baixo” do que o previsto em fevereiro.
Portugal já é auto suficiente na produção de frutos secos para consumo nacional e começou, inclusive, a exportar para outros mercados, revelou o presidente da Portugal Nuts – Associação de Promoção de Frutos Secos, ontem, em Beja.
Segundo a Deco, na semana de 27 de abril a 3 de maio, foram 10, os produtos que mais aumentaram de preço. O café torrado moído, o iogurte líquido e os brócolos foram os que mais subiram.
“Após quatro semanas a dar sinais de estabilização, o preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO Proteste desceu, no passado dia 19 de abril, para 222 euros e 99 cêntimos”.
O aumento dos preços também chegou ao setor dos vinhos. Há aumentos no preço das garrafas de vidro entre 55 e os 70 por cento, e há mesmo modelos que deixaram de estar disponíveis no mercado. A Adega Cooperativa de Vidigueira e Alvito assegura que o preço do vinho não vai subir.
Entre os motivos que levaram a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) a não subscrever o “Pacto para a Estabilização e Redução de Preços dos Bens Alimentares” esteve “a ausência de garantias de apoios para a pequena e média agricultura e de medidas para uma justa distribuição do valor ao longo de toda a cadeia agroalimentar”.
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