A partir desta quarta-feira, 1 de dezembro, Portugal continental regressa ao estado de calamidade, passa a ser obrigatório o uso da máscara em espaços fechados e entram em vigor, para se prolongarem até 10 de janeiro de 2022, pelo menos, outras medidas de controlo da pandemia por covid-19.
O aeroporto de Beja fez este ano uma década e tem sido, também, em 2021 que ficámos a saber que “não é alternativa ao Montijo”, que a Mesa quer ampliar o seu negócio, que os voos premium têm aumentado e que há uma empresa, ligada à indústria farmacêutica, que pretende fazer transporte, logística, armazenamento e distribuição a partir de Beja. No futuro estará, também, prevista a ampliação do aeroporto para o “lado ar”.
Tendo em atenção o tempo frio, próprio da época do ano, as festividades que se aproximam e o aumento, um pouco por todo o país, de casos de covid-19, o Governo avançou com um conjunto de medidas, preventivas, para controlar a pandemia.
Segundo o CDOS – Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Beja, o alerta foi dado às 08.09 horas aos bombeiros e tratou-se de uma colisão, envolvendo um ligeiro de passageiros e outro de mercadorias que perto de Figueira de Cavaleiros, concelho de Ferreira do Alentejo, EN259, colidiram provocando um total de seis feridos, um grave e cinco leves.
Este é o resultado dois anos após a ida a Bruxelas, o BMM – Beja Merece Mais garante “a primeira obra ferroviária que potenciará a região do Baixo Alentejo.” E esclarece, o BMM, que vão existir as tão aguardadas ligações ferroviárias Beja - Cuba - Alvito - Baronia - Casa Branca, em via ferroviária modernizada e eletrificada, bem como a concordância ferroviária ao Aeroporto de Beja, através de uma via dupla não convencional entre Cuba e Beja.”
Na reunião ordinária do mês de novembro do Conselho Intermunicipal da CIMBAL, realizada esta semana, foi aprovado, por unanimidade, o Orçamento para o ano de 2022, que ultrapassa os 9,5 milhões de euros, refletindo os cerca de vinte projetos em que a comunidade intermunicipal está envolvida, com recurso a fundos comunitários e outras fontes de financiamento externa, assegura a entidade.
De forma a combater o aumento da sinistralidade que envolvem veículos de duas rodas a motor e contribuir para um ambiente rodoviário mais seguro, a Guarda Nacional Republicana lançou a campanha nacional de sensibilização #NãoSouDeFerro, que decorre até ao próximo dia 7 de novembro, com particular destaque na Região Algarve, numa altura em que irá decorrer o evento Moto GP Portugal.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) tem no terreno uma operação de fiscalização intensiva dirigida a veículos pesados de passageiros e de mercadorias, designada “ERC Veículos Pesados”.
De acordo com as orientações divulgadas pela DGS, o uso de máscara permanece obrigatório nas estruturas residenciais para pessoas idosas, unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, salas de espetáculo, cinemas, salas de congresso e recintos de eventos de natureza corporativa ou recintos improvisados para eventos.
"O uso de máscara obrigatório cinge-se aos transportes públicos, grandes superfícies, lares e hospitais e salas de espetáculos e grandes eventos. Contudo, as empresas podem «implementar as medidas técnicas e organizacionais que garantam a proteção dos trabalhadores»". Na prática depende do empregador manter, ou não, o uso obrigatório desta proteção no local de trabalho.
A Rede de Cidades e Vilas de Excelência atribui nesta quarta-feira, pelas 16h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a bandeira “Cidade de excelência – Nível IV”, como forma de reconhecer o mérito do trabalho desenvolvido pela autarquia, no âmbito das ações de qualificação do seu território.
No âmbito da Lei de Programação das Infraestruturas e Equipamentos para as Forças e Serviço de Segurança, foram distribuídas 115 novas viaturas de patrulhamento a várias Unidades Operacionais da GNR.
Ontem, no Parque da Paz, em Almada, decorreu a cerimónia de entrega de 203 viaturas à Polícia de Segurança Pública, na qual esteve presente Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna. As viaturas representam um investimento de 5 milhões de euros. Para o Alentejo foram entregues 30.
Esta semana cumpriu-se a reunião mensal do Conselho Intermunicipal da CIMBAL, ainda com recurso a videoconferência. Neste encontro ficou definido, entre outros aspetos, o adiamento do início de período de exploração da concessão de Serviço Público do Transporte Público Rodoviário de Passageiros do Baixo Alentejo para dia 1 de janeiro de 2022.
A Câmara Municipal de Beja informa, em nota de imprensa, que tem vindo a “reforçar a reforçar a sua frota de viaturas com a aquisição até ao momento de 12 veículos”.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Sines realiza, hoje, uma ação de luta, às 18:00, no Jardim das Descobertas, com o lema "Agir em defesa dos Serviços Públicos".
Por deliberação do Conselho Intermunicipal de março de 2018, a CIMBAL assumiu-se como Autoridade de Transportes do serviço público rodoviário de passageiros, englobando as carreiras municipais, intermunicipais e algumas inter-regionais do Baixo Alentejo. A única exceção são os transportes urbanos de Beja, cuja Autoridade de Transportes é aquele Município.
O Observatório do Baixo Alentejo (OBA) reuniu-se com o diretor do aeroporto de Beja com o objetivo de apresentar a sua “visão para o desenvolvimento do projeto da infraestrutura e da sua potencialidade para a coesão económica e territorial da região”.
O Aeroporto de Beja celebra, hoje, 10 anos de atividade e está longe de ser o importante ativo da rede de transportes da região que se deseja. Apesar de reunir “todas as condições” ainda não se constituiu “como uma infraestrutura fundamental para o desenvolvimento do Alentejo”, continuando sem “levantar voo”.
O PCP entregou um projeto de resolução a propor o aproveitamento do aeroporto de Beja nas suas diversas dimensões e potencialidades. O PCP quer que o aeroporto de Beja seja “uma solução para o país e para a região” e que o mesmo seja “integrado no sistema aeroportuário nacional, aproveitando todos os seus recursos e potencialidades.”
O Ano Europeu das Ferrovias já começou, há duas semanas, nos outros países, com lançamentos dos planos ferroviários e no caso de Portugal o lançamento deverá acontecer ainda no decorrer deste mês. Florival Baiôa, do Beja Merece+, avançou à Voz da Planície que "o PNOP – Plano Nacional de Obras Públicas prevê a eletrificação da linha férrea até à Funcheira, assim como a possibilidade de ligação da mesma ao aeroporto de Beja”.
O PS do Baixo Alentejo diz que o “Aeroporto de Beja deve ser uma infraestrutura aeroportuária, que reforce a rede nacional de aeroportos, criando uma nova mais valia para Portugal e para o Baixo Alentejo, a partir de uma solução de fins múltiplos de indústria aeronáutica, de plataforma logística e de tráfego de passageiros complementar a Faro e a Lisboa.”
Na reunião plenária, de dia 17, sobre políticas económicas e sociais, o aeroporto do Montijo veio à conversa e o de Beja também. E foi neste contexto que António Costa deixou claro que “Beja não é solução para a construção do novo aeroporto”. A pergunta foi feita por André Silva, do PAN, e António Costa explicou que “colocar um aeroporto em Beja não faz sentido, já que a localização não pode ficar a 129 km de Lisboa.”
A Guarda Nacional Republicana realiza até ao final do dia de hoje, a operação de fiscalização intensiva de veículos pesados, orientando as ações para as vias mais críticas à sua responsabilidade e onde se verifique maior circulação deste tipo de veículos, de forma a promover a segurança rodoviária e diminuir o risco de acidentes.
Para Florival Baiôa, do Beja Merece+, “o problema do aeroporto do Montijo é ambiental” e no de Beja “ainda faltam algumas coisas essenciais, nomeadamente acessibilidades ferroviárias e rodoviárias. O Interior tem sido abandonado, os sucessivos governos têm-nos ignorado e continuam a gozar connosco”, refere, ainda, Florival Baiôa.
A construção do aeroporto do Montijo está suspensa e muitos voltam a defender o de Beja. No “Falar Claro” desta semana, os comentadores defenderam a “valorização do aeroporto nas suas diversas vertentes” e que esta “é uma infraestrutura que deve estar ao serviço da região e do país”. Reconhecem que “só por falta de vontade política é que não avança” e que é “fundamental para afirmar Beja e o Alentejo”.
Todas as terças-feiras temos na antena da Voz da Planície o programa “Falar Claro”. Uma hora de conversa com o habitual painel de comentadores: José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina, a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas. O facto do aeroporto do Montijo não avançar, para já, e se o aeroporto de Beja pode ser complementar à Portela são os temas hoje em destaque.
Depois do aeroporto do Montijo ter conhecido um revés, na semana passada, levantam-se vozes em defesa do de Beja. Filipe Pombeiro, presidente da Direção do NERBE/AEBAL, diz que o aeroporto de Beja pode ser complementar à Portela, "com uma boa ferrovia e uma boa rodovia" associadas. O mesmo defende o estudo da FIRMA.
O Grupo Parlamentar do PS entregou na Assembleia da República dois projetos de resolução em que recomenda ao Governo que sejam feitos investimentos na ferrovia, designadamente, “na modernização da Linha do Alentejo” e “na Linha do Norte, entre Santarém e o Entroncamento.”
Autarcas do Alentejo litoral exigem ao governo rapidez na execução dos projetos, manifestando ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, a preocupação pelos atrasos na execução dos projetos ferroviários e rodoviários da região.
As atividades e estabelecimentos que estão abertos ao público durante o confinamento geral, porque disponibilizam bens ou serviços de primeira necessidade ou considerados essenciais na presente conjuntura, são 52. Conheça a lista aqui na sua rádio.
Autarcas, empresários, e especialistas técnicos solicitam audiência à Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habilitação e ao Governo. Atuais políticas da UE e do Governo estão tecnicamente mal fundamentadas e conduziriam Portugal ao isolamento económico.
Já foram reveladas as ocorrências registadas no período da passagem de ano, de 28 de dezembro a 4 de janeiro. Em comparação com o ano passado, foram registados menos 408 acidentes. No total foram fiscalizados 2.099.273 veículos, quer presencialmente pela GNR e PSP, quer através do controlo por radar com recurso ao SINCRO.
Esta semana sugere, na Voz da Planície, mais um “Falar Claro”. Neste programa, sempre à terça-feira, das 18.00 horas às 19.00 horas, na sua rádio, José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina comentam os temas da atualidade.
O deputado do PCP, eleito por Beja, reuniu-se com a CIMBAL. Em cima da mesa esteve o serviço público de transporte de passageiros, com foco na supressão de carreiras. Neste encontro, João Dias diz que “ficou claro que o transporte público é muito deficitário no distrito”. Neste contexto avançou que o PCP defende, e vai lutar por, “mais oferta de transportes públicos e menos custos para o utilizador”.
O deputado do PCP, eleito por Beja, reúne-se hoje, de manhã, com a CIMBAL. Em cima da mesa está o serviço público de transporte de passageiros, com foco na supressão de carreiras.
As restrições à circulação a partir das 13.00 horas, nos fins de semana de 14 e 15 e 21 e 22 deste mês, levaram a CP - Comboios de Portugal a suprimir vários comboios de longo curso nestes períodos. Em causa estão os serviços de Alfa Pendular e Intercidades. A oferta de comboios urbanos e regionais mantém-se. Os horários suprimidos serão divulgados no Site da CP - Comboios de Portugal.
A Rede de Expressos tem as atividades de transportes suprimidas até ao dia 3 de novembro. A medida é justificada com a diretiva do Governo em limitar a circulação entre concelhos nestas datas.
A Rede de Expressos revela que suprime a atividade de transporte entre o dia 30 deste mês e o dia 3 de novembro. Justifica a medida com a diretiva do Governo em limitar a circulação entre concelhos nestas datas.
Na sequência da implementação do Programa de Apoio à Redução Tarifária nos Transportes Públicos (PART), a CIMBAL deliberou “atribuir, a todos os utilizadores residentes no seu território, um desconto de 25% nas assinaturas de linha do operador de serviço público de transporte de passageiros no Baixo Alentejo, que tenham origem no território por si abrangido.”
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