A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 9,0% em agosto, face aos 9,1% de julho, estimou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A alimentação, habitação e energia, restaurantes e hotéis são as classes de produtos e serviços cujos preços mais aumentaram entre janeiro e julho, variando, respetivamente, 11,47%, 12,92% e 13,08%, segundo o Índice de preços do INE.
Os preços máximos da botija de gás de petróleo liquefeito (GPL), fixados pelo Governo, entram em vigor terça-feira, dia 16, e representam uma poupança de quase 3,2 euros por garrafa de butano de 13 quilogramas (Kg).
Os preços continuam a subir e esta tendência parece não ter fim à vista. Neste contexto, a Deco revela algumas medidas que podem ajudar as famílias a reduzir despesas com combustíveis, eletricidade, gás e água.
Os preços dos bens alimentares voltaram a subir, de 13 a 20 deste mês, afirma a Deco. A Associação de Defesa do Consumidor sublinha que “um cabaz com bens alimentares essenciais custa 205 euros e 54 cêntimos”. Peixe e carne registaram os maiores aumentos, estão mais caros 15 por cento.
O iogurte líquido de morango, a maçã "Golden" e a pescada fresca foram os alimentos que registaram "maiores subidas de preço" nos últimos dias.
A DECO Proteste, desde o início da guerra na Ucrânia, que tem vindo a acompanhar a escalada de preços nos bens alimentares. Um cabaz de produtos essenciais já pode custar mais de 200€.
Com a inflação nos 8% e os preços dos combustíveis, e energia, a “dispararem”, os portugueses mostram-se “angustiados” com o aumento do custo de vida. Já há dificuldades em pagar “os bens de consumo mais básicos”.
Jerónimo de Sousa presidiu a 10.ª Assembleia da Organização Regional de Beja do PCP. O secretário-geral deixou, na cidade, duras críticas à ação do governo nas questões da saúde, no aumento do custo de vida, que afeta todos, e nas necessidades do distrito que “continuam por resolver”.
As tarifas de eletricidade no mercado regulado vão baixar 2,6% a partir de 1 de julho de 2022, anunciou a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Considera que o "atual contexto de grande volatilidade dos mercados" justifica uma "revisão excecional das tarifas do setor elétrico".
O gasóleo agrícola, comparando com o preço médio de janeiro de 2021, custa mais 89 cêntimos, assegura a CNA, frisando que a “agricultura não aguenta”. Pede, esta Confederação Nacional da Agricultura, regulação dos preços dos combustíveis e dos custos de produção.
Os micro e pequenos empresários asseguram que o apoio concedido pelo governo em 2021 não passa de “propaganda desmentida pela realidade”. Reclamam medidas efetivas para suster custos da energia e postos de trabalho.
A empresa de Macau CESL Asia vai começar a comercializar em Hong Kong carne de vaca sustentável produzida no concelho de Cuba, no Alentejo, revelou o presidente António Trindade.
A partir de 1 de julho começam a ser aplicados os descontos nos preços dos transportes de passageiros cuja “Autoridade de Transporte seja a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL)”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) pede ao governo que faça a regulação de preços dos combustíveis, reportando-se a mais um aumento “brutal” verificado esta semana. A CNA diz que a este encarecimento há a juntar, ainda, os custos acrescidos "da energia, dos fertilizantes, produtos fitofarmacêuticos nas sementes e na maquinaria". Situação "insustentável para a agricultura nacional", frisa a Confederação.
A semana começou com um novo aumento no preço dos combustíveis e de “forma agressiva”, ou seja encher os depósitos de gasolina ou gasóleo custa mais 12 cêntimos por litro.
O aumento de salários e pensões, assim como o trabalho com direitos e ainda o futuro do Partido Social Democrata (PSD) com a nova liderança de Luís Montenegro são os temas que o painel fixo do Falar Claro debate, e analisa, no programa desta terça-feira, na Voz da Planície.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que Orçamento do Estado (OE) para 2022 “agudiza a situação financeira das explorações agrícolas”. Recordamos que o processo do OE2022 termina hoje e que o documento vai passar no parlamento onde o governo do Partido Socialista (PS) tem maioria absoluta.
Os testes à covid-19 prescritos pelo Serviço Nacional de Saúde e comparticipados a 100% começam a ser feitos nas farmácias a partir desta quarta-feira, segundo a Associação Nacional de Farmácias.
Jerónimo de Sousa, líder do PCP, discursou no comício em Baleizão, no âmbito da cerimónia de homenagem a Catarina Eufémia, mulher assassinada pelas forças do regime fascista há 68 anos, no dia 19 de maio de 1954. Deixou críticas ao Governo PS, acusando-o de “se recusar a aumentar os salários e pensões e travar a escalada de preços”.
Hoje é dia de Falar Claro na Voz da Planície. Os aumentos dos preços na energia, combustíveis e alimentos, assim como a pandemia covid-19 são temas para analisar pelo painel fixo de comentadores do programa, nesta terça-feira.
A negociação foi feita em Bruxelas e estabelece um teto máximo para o preço do gás utilizado para produção de eletricidade. Esta semana a gasolina ficou mais cara um cêntimo, mas o preço do gasóleo diminuiu cerca de sete cêntimos por litro. Ir às compras voltou a ficar mais caro um euro e 21 cêntimos, diz a Deco.
A ministra da Agricultura e da Alimentação determinou a criação do observatório de preços “Nacional é sustentável”, que terá por missão a avaliação dos impactos da conjuntura de mercado nos preços ao nível do consumidor.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) diz que “a descida anunciada de 20 cêntimos no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) traduziu-se num incompreensível aumento do preço na fatura a pagar pelos agricultores”.
Estudo revela que poderá haver um aumento de 12 por cento das insolvências da zona euro este ano, estimam os economistas da Allianz Trade.
O Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) reuniu-se em Faro e decidiu, por unanimidade, dar parecer desfavorável à Proposta de Lei do Orçamento do Estado (PLOE) para 2022.
Os preços dos produtos alimentares começaram a subir em janeiro deste ano. Esta tendência tem-se mantido e até acentuado em março passado, dizem os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e que estão a preocupar economistas. A questão é "não haver previsão de quando vai parar este aumento" e de afetar, sobretudo, "as famílias de rendimentos mais baixos."
A Deco afirma que “desde o início da guerra, o preço do cabaz alimentar já aumentou 19 euros e 31 cêntimos”. Esta semana o preço dos combustíveis desceu ligeiramente devido à descida do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) de 23 para 13 por cento. E os testes de farmácia, ou seja testes rápidos de antigénio, já não são suportados, mas sim pagos pelos utentes.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP) reuniu-se para analisar os desenvolvimentos da situação política e social na região, as lutas em curso dos trabalhadores e das populações, a ação e iniciativa política do Partido.
No espaço de pouco mais de uma semana, o mesmo cabaz de bens alimentares essenciais passou a custar mais 6,75 euros ( mais 3,46 por cento). Para abastecer a despensa de alimentos essenciais, os consumidores podem agora ter de gastar mais de 200 euros, diz a Deco.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) defendeu esta semana que as medidas anunciadas pelo Governo para mitigar a escalada energética resolvem apenas uma “muito pequena parte” dos aumentos, pedindo a criação de tetos máximos.
As vendas de borrego criado no Alentejo, nesta Páscoa, aumentaram face ao ano passado, muito graças à exportação, mas há produtores que se queixam do aumento dos custos de produção, devido à guerra e à seca.
A situação de seca “melhorou um pouco” no distrito de Beja com as chuvas registadas no início da primavera, mas os prejuízos provocados antes são “irrecuperáveis”, segundo o presidente da ACOS - Associação de Agricultores do Sul.
O programa do Governo “está absolutamente desajustado e define objetivos impossíveis de alcançar. No que respeita às micro, pequenas e médias empresas, profundamente fragilizadas por dois anos de pandemia, a sua situação é dramática e agravada pelos preços dos custos de funcionamento”, denuncias feitas pela Confederação do setor, que se reúne amanhã em Beja.
O Conselho de Ministros aprovou um pacote de medidas para conter os preços dos bens energéticos e agroalimentares. Redução do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) com impacto no preço final a suportar pelos consumidores nos combustíveis e eletricidade e alargamento do apoio às famílias mais vulneráveis são para implementar.
O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português (PCP) apresentou nesta décima quinta legislatura, que agora se inicia, um conjunto de iniciativas em defesa da produção nacional e de apoio aos agricultores e produtores pecuários. O objetivo é “reverter a situação preocupante que este sector primário atravessa”.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) faz hoje, em todo o País, uma ação de luta para exigir o aumento geral dos salários, e das pensões, e o combate ao aumento do custo de vida. Em Beja, a União dos Sindicatos do Distrito (USDB) está nas Portas de Mértola, na cidade, a distribuir documentos para alertar para estas matérias. Faz também, ao longo do dia, diversas ações junto de trabalhadores dos mais variados setores, a chamar a atenção para a urgência deste combate.
As obras de requalificação da escola dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundária da vila alentejana de Ourique já começaram, num investimento de um milhão e 100 mil euros, para “melhor servir a comunidade escolar”.
Hoje na Voz da Planície, o jornalista Carlos Lopes Pereira analisa a atualidade política nacional e internacional, centrando atenções na tarefa que o novo Governo, que toma posse amanhã, tem pela frente e que resulta, também, de uma nova conjuntura imposta pela guerra que se vive no Leste da Europa.
Esta semana os combustíveis voltaram a ficar mais caros. Os preços, por litro, do gasóleo e da gasolina subiram de novo. Mas os portugueses sentem, igualmente, que pagam mais nas compras do supermercado pois os custos associados ao bens-alimentares estão mais difíceis de suportar.
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