A Federação Nacional de Regantes de Portugal (FENAREG) congratulou-se com a decisão do Governo de manter o preço da água da albufeira do Alqueva, no Alentejo, considerando que é “essencial garantir a previsibilidade no setor agrícola”.
Os candidatos do PS a Beja, nas legislativas de 18 de maio, estão hoje, dia 13 de maio, nos concelhos de Odemira e de Ourique. Miguel Pinto Luz, junta-se ao cabeça de Lista pelo Círculo de Beja às Legislativas 2025, Gonçalo Valente, para uma ação de Campanha da AD – Coligação PSD-CDS na cidade capital de Distrito. Num encontro com simpatizantes e militantes que terá lugar pelas 17h30 nas instalações do NERBE. A CDU por sua vez escolheu para as suas ações de campanha nesta terça-feira, dia 13, os concelhos de Castro Verde e de Aljustrel. Já o BE está nos concelhos de Serpa e Beja.
Nesta sexta-feira, dia 2 de maio, cumpre-se o terceiro dia de Ovibeja 2025. Hoje marcam presença na grande feira do Sul Pedro Nuno Santos, secretário-geral do PS, às 11h00, Rui Rocha, líder da Iniciativa Liberal (IL), às 14h30, acompanhado da candidata por Beja, nas legislativas 2025, Generosa Brito, e Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, às 18h00. Uma delegação da candidatura do BE às eleições de 18 de maio está, também, no certame. No programa agendado destaque, igualmente, para os colóquios, atividades diversas e concertos.
A Federação Nacional de Regantes (Fenareg) exige que o Governo ative os contratos de eletricidade sazonais para o regadio. Em comunicado referem que, em Espanha, foi prolongado "o prazo da medida de flexibilização temporal dos contratos de fornecimento de energia elétrica, em vigor desde 2022" e que "esta permite aos regantes espanhóis manterem a possibilidade de alterar a potência elétrica contratada num prazo inferior a 12 meses. E, em França, esta medida sempre existiu".
O deputado socialista, eleito por Beja, Pedro do Carmo, e número dois da lista do PS, no mesmo círculo eleitoral, nas legislativas 2024, tem estado a participar, desde o passado dia 30 de Janeiro, num conjunto de iniciativas promovidas por associações representativas do sector da agricultura nacional.
A Associação de Beneficiários do Roxo, no concelho de Aljustrel, investiu 700 mil euros na ampliação da sua central fotovoltaica e pretende construir uma nova mini-hídrica, avaliada em três milhões de euros, à saída da albufeira.
A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, realçou a importância da ligação da albufeira do Monte da Rocha, em Ourique, ao Alqueva para reforçar a resiliência do Alentejo às alterações climáticas.
Um grupo de organizações e movimentos cívicos exigiu transparência e uma participação pública efetiva no processo de criação da nova estratégia nacional para o regadio, numa carta aberta dirigida à ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes.
Os regantes estão apreensivos com o preço da água em Alqueva, anunciado pela ministra da Agricultura, na reunião do Conselho para o Acompanhamento do Regadio (CAR Alqueva), no passado dia 9, em Beja, nomeadamente “uma correção que pode atingir os 30 por cento”, diz a Fenareg.
A rega, a partir da barragem de Campilhas, em Santiago do Cacém (no distrito de Setúbal), voltou a ser cancelada este ano devido à seca, revelou a associação gestora, criticando ainda o previsível aumento do preço da água de Alqueva.
Os regantes consideram indecente a “proposta de revisão dos preços da água apresentada pela EDIA”. A empresa garante que “ainda não há decisão sobre esta matéria” e confirma que “preço da água de Alqueva vai aumentar”.
A Comissão Política de Secção de Beja do Partido Social Democrata (PSD) reuniu-se com a Direção da Associação dos Agricultores do Baixo Alentejo (AABA). Ouviu, entre outras, preocupações relacionadas com o “aumento dos custos de produção”.
A Federação Nacional de Regantes de Portugal (FENAREG) está preocupada “com aumento do preço da energia elétrica” e “impacto nos custos de distribuição da água à agricultura.” Pede apoios para instalação de painéis fotovoltaicos.
A ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes, participa hoje na sessão de apresentação da Comunidade de Energia Renovável do Aproveitamento Hidroagrícola do Roxo, em São João de Negrilhos, Aljustrel, durante a tarde.
A Federação Nacional de Regantes de Portugal apresentou na 38ª Ovibeja, uma proposta de financiamento para modernizar e desenvolver o regadio até 2030.
Um projeto-piloto para a produção de energias renováveis está a ser desenvolvido no perímetro de rega do Roxo, no concelho de Aljustrel (Beja), no sentido de reduzir os gastos das explorações agrícolas com eletricidade.
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
“Com 45% do país em situação de seca severa e extrema e a disponibilidade de água em níveis críticos nas barragens portuguesas”, a Federação Nacional de Regantes (FENAREG) identifica medidas urgentes para mitigar os efeitos da seca na agricultura, no sentido de ser garantido, diz o comunicado, “o acesso dos agricultores à água e assegurar a produção da campanha agrícola”.
A campanha de rega de primavera/verão a partir da albufeira de Campilhas, no concelho de Santiago do Cacém (Setúbal), não vai ser realizada devido à seca, afetando 2.000 hectares, revelou um responsável da associação gestora deste perímetro.
A Federação Nacional de Regantes (FENAREG) avança que, apresentou às várias forças políticas que “não são contra o mundo rural”, as prioridades de investimento no regadio até 2030, que considera que devem ser concretizadas, tendo em conta que, “as verbas atualmente previstas para financiar o regadio são manifestamente insuficientes”.
As associações de regantes, representadas pela FENAREG, expressaram à ministra da Agricultura, o seu apreço e concordância com as conclusões do estudo “Regadio 20|30 – Levantamento de Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Público no Horizonte de uma Década”.
As associações de regantes alertam para a crise eminente no setor agrícola devido à subida dos custos com a energia. As comercializadoras preparam-se para triplicar o preço da eletricidade, o que poderá levar à subida do preço dos produtos agrícolas é a advertência que deixam, pedindo apoios aos Governo para evitar esta situação.
A FENAREG lamenta, em comunicado, “a falta de informação, pública e acessível, sobre o nível de execução do Programa Nacional de Regadios” e já solicitou uma audiência com a Ministra da Agricultura para esclarecimento da situação. Muitos dos projetos aprovados no âmbito do Programa Nacional de Regadios ainda não avançaram para a fase de obra e falta lançar a concurso perto de um quarto do investimento público.
A FENAREG propõe ao Governo avançar com um projeto-piloto de comunidades de energia solar no regadio coletivo, por forma a reduzir as emissões de carbono e os custos da energia na distribuição de água à agricultura.
“Os perímetros de rega públicos representam 75% da área de regadio no Sul da Europa e são um caso de sucesso de gestão democrática das águas públicas. As federações de regantes de Portugal, Espanha e Itália defendem a necessidade de maior investimento na modernização do regadio público no âmbito da PAC e do Programa Europeu de Recuperação e Resiliência,” refere a nota de imprensa enviada à redação.
A FENAREG está preocupada com o acesso equitativo à água no rio Guadiana, entre regantes portugueses e espanhóis, no âmbito das convenções de albufeira luso-espanholas, e defende a construção de uma barragem no Ocreza, na bacia do Tejo, e da barragem da Foupana, no Algarve, para reforço da capacidade de armazenamento de água e regularização de caudais.
A FENAREG - Federação Nacional de Regantes defende que “este é o momento de decidir e de executar para não deixar passar esta oportunidade única de investir no regadio, com os atuais mecanismos e meios de financiamento disponíveis, nomeadamente, o novo Quadro Comunitário de Apoio e o Plano de Recuperação e Resiliência.”
A Federação Nacional de Regantes avança que considera insuficiente a verba destinada à agricultura e ao regadio no Plano Nacional de Recuperação e Resiliência cuja consulta pública terminou no passado dia 1.
O Fórum da Energia e Clima está a desenvolver desde o Dia da Terra, que se assinalou a 22 de Abril, um conjunto de conferências digitais que juntam a ciência, a política, as empresas e a sociedade civil para apresentar soluções para as áreas mais críticas do problema das alterações climáticas.
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