O preço do cabaz alimentar custa quase mais seis euros do que no início do ano. Passou para 242,14 euros. De acordo com a Deco Proteste, os cereais integrais, a alface frisada e a cebola foram os produtos cujo preço mais subiu nas últimas semanas e os brócolos estão 1,13 euros mais caros, desde o início do ano.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse que investir na promoção de hábitos alimentares saudáveis “é urgente e necessário”, salientando que, se não houver ações, o SNS “enfrentará pressões cada vez maiores”.
O Beja Consegue revela, em comunicado e nas suas redes sociais, que Luís Filipe Figueira é o candidato à presidência da União de Freguesias de Beja de Salvador e Santa Maria da Feira, nas eleições autárquicas deste ano.
A Cáritas Diocesana de Beja lançou a campanha “Alimentos com Alma”, integrada no projeto “Estou Tão Perto Que Não Me Vês”, com o objetivo de recolher géneros alimentares destinados a pessoas em situação de sem-abrigo. A instituição refere que a ideia "é apoiar pessoas em situação de sem-abrigo com gestos que alimentam o corpo e a dignidade".
O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste ficou quase seis euros mais barato, afirma a associação de defesa do consumidor. Mesmo assim, alerta a Deco, há produtos que continuam a registar subidas de preço significativas de uma semana para a outra.
O Banco Alimentar contra a Fome está a promover este fim de semana, dias 30 de novembro e 1 de dezembro, mais uma campanha de recolha de alimentos em todos os estabelecimentos comerciais do País. Os voluntários voltam a pedir aos clientes para que doem alguns produtos como leite, arroz, massas, azeite, óleo, grão e feijão, atum, salsichas, bolachas e cereais de pequeno almoço.
Cereais, polpa de tomate, café e atum registaram os maiores aumentos percentuais face à semana anterior. A 9 de agosto do ano passado custava menos 15,40 euros. Recorde-se que desde fevereiro de 2022, e com a escalada da inflação, a Deco Proteste, entidade de defesa do consumidor, tomou a iniciativa de realizar uma análise semanal dos preços de um cabaz constituído por 63 produtos alimentares essenciais.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) mostra-se preocupada com aquilo que diz ser "a situação económica extremamente frágil que atravessam os produtores nacionais de cereais". A CAP pede ao Governo a implementação de medidas que ajudem a resolver este problema.
A campanha dos cereais para grão de outono/inverno 2022/23 foi muito marcada pela “seca severa da primavera”, sendo a pior de sempre para todas as espécies cerealíferas, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A campanha nacional de recolha de alimentos destinado a pessoas carenciadas está a decorrer este fim de semana. Esta iniciativa é organizada todos os anos pelo Banco Alimentar Contra a Fome.
O valor do cabaz alimentar voltou a subir na semana passada. A pescada aumentou mais de dois euros. O preço, por quilo, está agora fixado nos 12 euros, de acordo com a última monitorização de preços feitas Deco Proteste.
O preço de um cabaz alimentar, com bens considerados essenciais registou uma descida de 2,80 euros, baixou para 240,99 euros, na última semana, depois de duas semanas sempre a subir. Comparando, contudo, os valores atuais com o mesmo mês de 2023 percebe-se que os portugueses estão a pagar mais 16 euros e 32 cêntimos quando vão às compras. Os dados são revelados pela Deco Proteste.
Os agricultores estão a iniciar as sementeiras de cereais de sequeiro de outono-inverno com grande “sacrifício”, devido à seca que afeta a região e ao continuado aumento do custo dos fatores de produção.
Nesta quinta-feira, 28, o Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português (PCP) vai propor, na Assembleia da Republica, que sejam "identificadas as terras com perfil para a produção de cereais e que as mesmas sejam protegidas, no sentido de contrariar a carência existente em Portugal e combater a dependência da importação a que o País está sujeito", avançou à Voz da Planície o deputado, eleito por Beja, João Dias.
A colheita de cereais para grão, que já está concluída, foi a pior de sempre para todas as espécies, num ano agrícola novamente marcado pela seca, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A produção de cereais no Baixo Alentejo teve em 2023 um “dos piores anos de sempre”, com quebras a chegar nalguns casos aos 90%, devido à seca, reconheceram os presidentes de duas associações de agricultores.
Segundo a Deco, na semana de 27 de abril a 3 de maio, foram 10, os produtos que mais aumentaram de preço. O café torrado moído, o iogurte líquido e os brócolos foram os que mais subiram.
O Banco Alimentar Contra a Fome tem no terreno, neste fim de semana, dias 26 e 27, a segunda campanha deste ano de recolha de alimentos.
A seca contribuiu para a segunda pior campanha de cereais de inverno dos últimos 105 anos, de acordo com as previsões agrícolas, divulgadas hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os efeitos da seca fazem-se sentir na quantidade e qualidade dos cereais. A Cooperativa Agrícola de Beja e Brinches revela que nesta campanha houve uma quebra de “30 por cento na produção”.
Jerónimo de Sousa presidiu a 10.ª Assembleia da Organização Regional de Beja do PCP. O secretário-geral deixou, na cidade, duras críticas à ação do governo nas questões da saúde, no aumento do custo de vida, que afeta todos, e nas necessidades do distrito que “continuam por resolver”.
A seca afetou muito a produção de cereais no distrito. Os concelhos mais afetados foram os de Beja, Serpa, Castro Verde, Almodôvar, Ourique, Aljustrel e Mértola.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) pede ao governo que faça a regulação de preços dos combustíveis, reportando-se a mais um aumento “brutal” verificado esta semana. A CNA diz que a este encarecimento há a juntar, ainda, os custos acrescidos "da energia, dos fertilizantes, produtos fitofarmacêuticos nas sementes e na maquinaria". Situação "insustentável para a agricultura nacional", frisa a Confederação.
Portugal tem neste momento reservas de cereais “para cerca de um mês” em ‘stock’ e o abastecimento alimentar no país “não está comprometido”, disse hoje a ministra da Agricultura e da Alimentação.
A ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes, acompanhada pela ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, participam, hoje, na visita de campo, organizada pela Cooperativa Agrícola de Beja e Brinches e pelo Clube Português dos Cereais de Qualidade.
A raça autóctone alentejana, que até ao ano 2000 esteve em vias de extinção, a Bovina Garvonesa, pode ser apreciada por estes dias na Feira de Garvão que decorre até amanhã, no concelho de Ourique. Desde há muito que a raça Garvonesa é referenciada nas muitas contribuições para o conhecimento dos bovinos portugueses. Tendo o seu nome associado à feira de Garvão.
Os preços dos produtos alimentares começaram a subir em janeiro deste ano. Esta tendência tem-se mantido e até acentuado em março passado, dizem os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e que estão a preocupar economistas. A questão é "não haver previsão de quando vai parar este aumento" e de afetar, sobretudo, "as famílias de rendimentos mais baixos."
A riqueza criada pela agricultura ascendeu a três mil milhões e meio de euros em 2021, valor que está em queda desde os anos 80, década em que gerava mais do dobro da riqueza atual, segundo dados compilados pela Pordata.
O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP) visitou a Ovibeja. A importância da soberania alimentar foi relevada pelo dirigente comunista.
A população mundial aumenta e a produção de bens alimentares já não consegue corresponder às necessidades humanas. O conflito na Europa veio agravar esta realidade, pois a Ucrânia e a Rússia são responsáveis pela produção de um terço dos cereais a nível global.
A população mundial aumenta e a produção de bens alimentares não consegue dar resposta às necessidades humanas. É perante esta realidade que hoje se discute na 38ª Ovibeja a questão de como alimentar o planeta?
A situação de seca “melhorou um pouco” no distrito de Beja com as chuvas registadas no início da primavera, mas os prejuízos provocados antes são “irrecuperáveis”, segundo o presidente da ACOS - Associação de Agricultores do Sul.
O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português (PCP) apresentou nesta décima quinta legislatura, que agora se inicia, um conjunto de iniciativas em defesa da produção nacional e de apoio aos agricultores e produtores pecuários. O objetivo é “reverter a situação preocupante que este sector primário atravessa”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) acompanha o Grupo de Trabalho para as Migrações e Trabalho Rural da Coordenadora Europeia Via Campesina. Neste contexto são avaliadas as questões do trabalho agrícola, o olival intensivo e as pequenas explorações nos concelhos de Odemira e Serpa. A CNA defende que se devem “estabelecer limites para a utilização da terra” no que se refere às culturas intensivas.
Os agricultores pediram ao Governo que aplique uma lei que impeça que o preço pago pelos seus produtos fique abaixo do valor do custo de produção. Uma posição defendida pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
A utilização de subprodutos na indústria de alimentação animal é tema da sessão do ciclo de conferências sobre produção animal circular promovido pelo Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (CEBAL).
As três distritais do PSD no Alentejo acusaram o Governo de fazer “propaganda” com as anunciadas medidas de apoio aos agricultores devido à seca, que consideram insuficientes e desadequadas às necessidades do setor.
As empresas portuguesas de rações, que registavam um aumento contínuo dos custos das matérias-primas desde 2021, estão a braços com preços “loucos” face à guerra na Ucrânia e anteveem impactos em toda a cadeia alimentar.
Trata-se de um pacote de medidas que visa apoiar os consumidores e as empresas mais afetadas pelas consequências da guerra e para assegurar os bens essenciais para o País e, em particular, para o setor agrícola.
Desde que a situação de guerra no Leste da Europa começou que os aumentos no petróleo, nos combustíveis, no gás, na eletricidade e nos alimentos se têm feito sentir. No caso da alimentação, a situação de seca que o País vive tem levado, também, ao aumento dos custos de produção e consequentemente ao do preço a pagar pelo consumidor.
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