A Mesa, especialista em engenharia e manutenção de aeronaves e parte do grupo de companhias aéreas Hi Fly, recebeu oficialmente a licença para a construção de seu segundo hangar no aeroporto de Beja, anunciou a empresa. “Este marco significativo marca um grande passo no crescimento da empresa e triplicará sua capacidade de atender clientes, fortalecendo ainda mais a posição do Aeroporto de Beja como um centro de desenvolvimento industrial e aeroespacial na Europa” sublinha a MESA. O investimento total neste novo projeto chega a 60 milhões de euros, abrangendo infraestrutura, equipamentos e treino de novos técnicos.
No dia aberto no aeroporto de Beja, realizado ontem, dia 18 de novembro, e organizado pela Incubadora de Inovação Social do Baixo Alentejo (IISBA), a Mesa, a empresa que tem estado a investir na manutenção de aeronaves nesta infraestrutura, avançou que o segundo hangar, que vai ter o dobro do tamanho do atual, "vai começar a ser construído em janeiro de 2025 para estar a funcionar em 2026".
"Agora que inicio aqui esta rubrica, quero agradecer à Rádio Voz da Planície a oportunidade de, periodicamente, poder partilhar convosco alguns assuntos que mereçam destaque e que, de alguma forma, possam ser importantes e positivos para o desenvolvimento da nossa vida coletiva, na região", sublinha Aníbal Reis Costa, vice-presidente, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRAlentejo), que pode ler e ouvir aqui.
Já está fechado o licenciamento de "um novo hangar da Mesa" para o aeroporto de Beja e "vai ter o dobro do tamanho do atual". A revelação foi feita, ontem, durante a visita que Luís Montenegro, presidente do PSD, efetuou a esta infraestrutura da cidade, no âmbito do roteiro "Sentir Portugal", que o trouxe ao distrito.
Uma das propostas apresentadas pela Comissão Técnica Independente (CTI), que está a estudar as alternativas ao aeroporto é a de que "para descongestionar a Portela, e o aeroporto de Faro, utilizar a Base Aérea de Beja para voos de carga e charters não regulares" e este é um dos temas em destaque no Falar Claro desta terça-feira.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP) regista as considerações da Comissão Técnica Independente (CTI) relativas ao uso da “Base Aérea de Beja – Aeroporto de Beja” contidas neste relatório, e em particular o facto de estas irem ao encontro das posições que este partido há "muito defende para esta importante infraestrutura, nomeadamente a sua utilização no transporte de carga aéreo e para voos charter", sublinha o comunicado.
Para a Comissão Técnica Independente (CTI), que está a avaliar as alternativas ao aeroporto de Lisboa, "poderiam ser tomadas medidas de redirecionamento de voos não comerciais para outras infraestruturas", destacando o Aeródromo Municipal de Cascais, o “tráfego militar e VIPs de Estado para uma base militar”, sem impacto na operação do aeroporto Humberto Delgado, e o "tráfego charte não regular para o terminal civil de Beja".
O “CHARTER – European Cultural Heritage Skills Alliance” reúne a experiência de algumas das organizações líderes no património cultural tendo em vista “garantir que este setor se torne duradouro”. Durante quatro anos, o projeto financiado pelo Erasmus+, “profissionalizará o setor e demonstrará, ainda mais, a contribuição do mesmo para uma sociedade e economia prósperas e sustentáveis”.
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