A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) deu início nesta segunda-feira, dia 23, à quinzena de plenários em Beja e Aveiro. Na capital de distrito, o plenário decorreu à porta da Escola Secundária Diogo de Gouveia. Neste contexto, Manuel Nobre, presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) avançou que, no distrito, há "nove mil alunos sem professores a pelo menos uma disciplina" e que "10% dos discentes são estrangeiros".
O programa onde são debatidos os temas da atualidade regressa hoje, dia 18 de setembro, à antena da Voz da Planície. José Pinela Fernandes, advogado, Ana horta, professora, e Tomé Pires, engenheiro civil, voltam a compor o painel de comentadores em mais uma temporada deste programa. Novo ano letivo e a situação dos fogos em Portugal em destaque no programa que pode ouvir, em 104.5 FM, a partir das 10h00.
A quinzena de plenários que a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) vai promover pelo País sob o lema "Com os Professores e a Educação na agenda!" arranca em Beja e Aveiro, de hoje a oito dias, dia 23 de setembro. Em Beja, o plenário começa às 09h00 à porta da Escola Secundária Diogo de Gouveia.
"Há uma frase de Paulo Freire que cito muitas vezes por me fazer todo o sentido em inúmeras situações - «Quando a Educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor» refere a crónica de opinião da professora Leopoldina Almeida que pode ler e ouvir aqui.
No dia em que arranca o novo ano letivo, as escolas ainda procuram professores para mais de dois mil horários que continuam vazios, a maioria anuais, deixando cerca de 117 mil alunos sem aulas a, pelo menos, uma disciplina. Os concursos são semanais e na passada segunda-feira, dia 9, foram submetidos a recrutamento 2.228 horários. Informática e Matemática são as disciplinas com mais faltas, seguidas de Física e Química, História e Geografia.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) tem em curso a Operação "Início do Ano Letivo", em todo o País, até ao dia 20 de setembro, no âmbito do Programa Escola Segura (PES). Esta força de segurança reforça assim "a sua presença nas imediações dos estabelecimentos de ensino e nos percursos casa-escola e escola-casa dos alunos, professores, auxiliares, pais e encarregados de educação".
O ministro da Educação, Ciência e Inovação antecipa que o novo concurso de vinculação, que esteve a ser negociado com os sindicatos, fique concluído até novembro e que nessa altura os professores já saibam onde foram colocados.
Entre 12 e 16 deste mês o novo ano letivo arranque em todas as escolas do País. A falta de professores é um dos problemas que tem de ser solucionado e no Alentejo, de acordo com o Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), o Litoral Alentejano é onde se registam mais carências, nomeadamente no concelho de Odemira. Quanto ao pessoal auxiliar e equipamentos escolares, o presidente da Câmara de Beja garante que está tudo preparado para começar.
Professores para todos os alunos, falta de vagas nas creches, alojamento para os alunos do ensino superior e o primeiro concurso de colocação de docentes, desde há quatro anos, são os maiores desafios que a equipa ministerial enfrenta e que têm desenvolvimentos esta semana pois as escolas têm de abrir as suas portas ao novo ano letivo, a partir de quinta-feira, dia 12, e até segunda-feira, dia 16.
O Governo garante que o apoio financeiro a professores colocados longe de casa em escolas onde é difícil encontrar docentes, e que entra em vigor este mês, vai ser reavaliado tendo em conta as sugestões dos sindicatos.
Com o novo ano letivo a começar - entre 12 e 16 deste mês - faltam nas escolas mais de 800 docentes, segundo um balanço da Federação Nacional de Professores (Fenprof). Por disciplina, as maiores carências são a Informática (216 horários), Geografia (92 horários) e Português do ensino secundário (85 horários). "É um problema que tem vindo a começar a notar-se no Centro e Norte, mas tem uma expressão maior em Lisboa e Vale do Tejo, Algarve e Alentejo", sublinhou Mário Nogueira.
A recuperação do tempo de serviço congelado dos professores, que vai prolongar-se por quatro anos, começa hoje com cerca de cinco mil professores com dados confirmados, menos de 10% dos que já acederam à plataforma para reconhecimento desse tempo.
As escolas dos distritos de Lisboa, Setúbal, Beja e Faro vão arrancar o próximo ano letivo "numa situação, particularmente, crítica". A notícia é avançada pelo Diário de Notícias (DN) esta quinta-feira, dia 29.
O Presidente da República promulgou o diploma com medidas excecionais e temporárias que permitirá às escolas contratar professores e reduzir o número de alunos sem aulas neste ano letivo.
O Governo quer criar um apoio para professores deslocados que estejam a dar aulas nas escolas com maior falta de docentes, anunciou hoje o ministro da Presidência, adiantando que o subsidio vai variar entre 70 e 300 euros.
O Governo aprovou uma autorização de despesa de 31,5 milhões de euros para serviços de Internet para alunos e professores do ensino básico e secundário no ensino público, tendo em conta o novo modelo de exames digitais.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) colocou em cima da mesa a hipótese de convocar greves no início do ano letivo caso não se eliminem "abusos e ilegalidades nos horários" e avançou com plenários distritais a 23 de setembro, que arrancam em Beja e Aveiro.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) disse que é “um tempo ainda muito curto” para avaliar com nota positiva ou negativa o governo de Montenegro, mas deu “sinal mais” à recuperação do tempo de serviço dos docentes.
A aliança HEROES foi aprovada pela Comissão Europeia como Universidade Europeia com o objetivo de fomentar a resiliência regional inteligente. Esta aliança junta nove universidades de ciências aplicadas de toda a União Europeia com o objetivo comum de "fortalecer a resiliência das suas regiões através da inovação digital". O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) integra esta aliança.
Hoje, 19 de junho, é dia de Falar Claro. Depois das 10h00, José Pinela Fernandes, advogado, Ana Horta, professora, e Tomé Pires, engenheiro civil, fazem o balanço do ano político, a nível nacional, frisando os impactos no distrito das várias medidas no terreno.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) marcou a primeira reunião com a Federação Nacional de Professores (Fenprof) sobre ensino superior e ciência, para hoje, 18 de junho, pelas 17h30 horas, nas instalações do Ministério.
"Com 99% de votos na lista «Cumprir Abril - Defender a Escola Pública e Valorizar a Profissão Docente» foram investidos nas suas funções os membros que compõem os vários órgãos" e "foi eleito como presidente da Direção do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), Manuel Nobre, Ana Simões como vice-presidente e ainda Margarida Pereira como tesoureira.
A Federação Nacional da Educação (FNE) anunciou hoje que vai apresentar ao Governo uma contraproposta sobre a recuperação do tempo de serviço dos professores que será discutida na próxima semana. A FNE considera que o avanço nas negociações é positivo.
O Governo reúne-se esta segunda-feira, dia 13, com os sindicatos, de modo a prosseguir com as negociações sobre a recuperação do tempo de serviço dos professores com diferentes contrapropostas em cima da mesa.
A última sessão do ciclo de conversas sobre o 25 de Abril de 1974 realiza-se este sábado, dia 4, no auditório do Musibéria, em Serpa, a partir das 16h00. O tema é educação.
A ACOS - Associação de Agricultores do Sul lançou o livro infantil "Anda Daí Clarinha Ver a Ovibeja", da autoria de Antonieta Félix e com ilustrações de Alexandra Mariano. A primeira apresentação tem lugar amanhã, dia 2 de maio, às 11h00, no Espaço Aprender +, no Pavilhão Central de Comércio e Serviços e é dirigida, sobretudo, aos alunos e docentes. "Tal como a Ovibeja, o livro foi feito para todos, sem exceção. No final é lançado um desafio aos mais novos, para partilha com os pais ou professores", pode ler-se no comunicado da ACOS.
Os alunos que frequentam o curso internacional de arquitetura "More Than Cities" realizaram uma visita às aldeias do concelho de Mértola durante dois dias, com o objetivo de conhecer estes locais que vão servir para a apresentação das propostas de trabalho académico que se realizam no âmbito desta formação. Esta visita surgiu na sequência do acordo formalizado entre o Município de Mértola e o Instituto Politécnico di Milano.
Arranca hoje, dia 19 de abril, o processo negocial para devolução do tempo de serviço aos professores. A reunião desta sexta-feira é com a Federação Nacional de Professores (FENPROF), que pretende definir, desde já, um calendário para resolução de outros problemas. A reunião tem início marcado para as 16h30.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) entrega hoje, 16 de abril, na Assembleia da República quatro petições sobre condições de trabalho, precariedade, aposentação e carreira docente, que serão debatidas em plenário.
Os médicos que fazem parte das juntas médicas passam, a partir de hoje, dia 15 de abril, a ter acesso direto à informação clínica dos seus utentes, que não precisam de ir ao médico de família pedir o relatório médico.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) convocou os sindicatos de professores para reuniões na próxima semana, para começar a negociar a recuperação do tempo de serviço, anunciou o ministro.
O primeiro-ministro desafiou os partidos, em especial o PS, a assumirem já se “têm alguma reserva mental sobre a legitimidade deste Governo para executar o seu Programa”, pedindo que, caso contrário, não sejam “bloqueio ao normal funcionamento do Governo”. O programa do XXIV Governo Constitucional é apresentado e discutido na Assembleia da República hoje, dia 11 de abril.
As federações nacionais da educação (FNE) e dos professores (Fenprof) consideram que as 20 mil vagas disponibilizadas para a fixação dos docentes nas escolas são insuficientes para suprimir as necessidades que as escolas enfrentam.
"Portanto, já estão instaladas no parlamento do País a direita e a política de direita", frisa Carlos Lopes Pereira, jornalista, na crónica de opinião que pode ler e ouvir aqui.
"Os resultados das eleições legislativas de 10 de março, muito participadas, são conhecidos: a direita, sobretudo a extrema-direita, avançou; e a esquerda, no seu conjunto, recuou", sublinha o jornalista Carlos Lopes Pereira na crónica de opinião que pode ler, e ouvir, aqui.
"Estou convosco camaradas. Bom, talvez não seja este o cumprimento que havemos de adoptar, logo falamos melhor sobre isto", escreve a atriz Ana Ademar na crónica de opinião que pode ouvir aqui.
A caravana “Professores na Campanha”, dinamizada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), esteve, esta manhã, no auditório da Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja. Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, afirma que "tempo de serviço não é o único problema para os professores".
A caravana “Os professores na campanha” está hoje, dia 7, na cidade de Beja, com um plenário no auditório da Escola Secundária Diogo de Gouveia, a partir das 10h00. O presidente do SPZS, sindicato que integra a Fenprof, avança que com esta iniciativa "são identificadas as questões que continuam por resolver, na educação". Manuel Nobre acrescenta que são avançadas, também, "as reivindicações dos professores, recados para quem ficar no parlamento depois de 10 de março".
O alargamento para 90 dias do período de baixa médica para doentes oncológicos, doença isquémica cardíaca ou AVC entra em vigor na sexta-feira, mas deixa de fora os beneficiários da ADSE que descontam para a Caixa Geral de Aposentações.
O Conselho Nacional da Educação (CNE) alerta que a falta de professores em Portugal é particularmente preocupante devido ao envelhecimento da classe e considera essencial tornar a carreira mais atrativa para minimizar o problema no futuro.
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