No atual contexto de seca e escassez de água, a Águas Públicas do Alentejo (AgdA) alerta para a importância da água, incentivando o uso eficiente da mesma através de ações de sensibilização ambiental que podem ser dinamizadas para qualquer faixa etária.
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela Deco voltou a ficar mais barato em julho, face ao mês anterior, mas ainda continua mais caro do que há um ano, de acordo com dados divulgados esta semana.
O presidente da CIP, Armindo Monteiro, avançou que a confederação "vai apresentar, em setembro, um pacto social construído com estruturas sindicais" que irá defender que, já no Orçamento do Estado para 2024, nenhum produto alimentar seja tributado com os 23 por cento da taxa máxima do IVA, em linha com "a maioria dos países da União Europeia".
Três meses depois de introduzida a medida IVA zero, o preço do cabaz alimentar baixou cerca de 12 euros, de acordo com a Deco Proteste. Mas estão mais caros alimentos como os brócolos, a couve-flor, as laranjas e as maçãs. Já o óleo alimentar, a pescada fresca e o tomate viram o preço baixar.
Mais de 12 por cento da população portuguesa sofria de insegurança alimentar moderada ou severa em 2020 e 2022, uma prevalência que coloca Portugal acima da média de 8,5 por cento registada na Europa do Sul, indica um relatório internacional. A nutricionista Ana Marta Faria considera que "os mais desfavorecidos precisam de ajuda imediata e que vá além de baixar o IVA em certos alimentos".
Reuniu-se, pela quarta vez, no Ministério da Economia e Mar, a Comissão de Acompanhamento do “Pacto para a Estabilização e Redução dos Preços dos Bens alimentares”. Em cima da mesa esteve a monitorização e acompanhamento da evolução dos preços dos bens alimentares com IVA zero.
Na primeira semana de julho, o preço do cabaz alimentar voltou a descer para 214 euros, de acordo com uma monitorização de preços divulgada pela Deco Proteste, contudo, comprar exatamente os mesmos alimentos custava menos sete euros e 28 cêntimos há um ano.
Esta sessão está integrada nos trabalhos do Projeto TerrAlimenta | Transição para um Sistema Alimentar Territorializado no Baixo Alentejo e é dirigida a todas as pessoas e instituições do território.
O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL), conjuntamente com o Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), realizam nesta segunda-feira, 26, uma sessão dedicada ao tema “Mãos nas massa-mãe".
O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL), conjuntamente com o Instituto Superior de Agronomia (ISA) e a Câmara Municipal de Odemira, realiza hoje, 21 de junho, a sessão “Quem não Arrisca não Petisca: Fermentação de Vegetais”.
A ministra da Agricultura assegurou que a produção alimentar está ameaçada em vários Estados-membros, inclusive Portugal, e anunciou que vai pedir a Bruxelas medidas estruturais para combater a seca.
A análise foi feita pela Deco, tendo em atenção o cabaz alimentar com os 46 produtos abrangidos pela medida. Há produtos mais baratos, enquanto outros aumentaram de preço, afirma a Associação de Defesa do Consumidor.
Segundo a Deco, na semana de 27 de abril a 3 de maio, foram 10, os produtos que mais aumentaram de preço. O café torrado moído, o iogurte líquido e os brócolos foram os que mais subiram.
O Banco Alimentar Contra a Fome faz duas campanhas de recolha de alimentos por ano. Neste fim de semana, 6 e 7 de maio, decorre a primeira. A segunda terá lugar em novembro.
A sessão tem início marcado para as 14h00, desta quinta-feira, e decorre no Centro Unesco, em Beja e é dirigida a todas as pessoas e instituições do Baixo Alentejo, revela a organização.
“Após quatro semanas a dar sinais de estabilização, o preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO Proteste desceu, no passado dia 19 de abril, para 222 euros e 99 cêntimos”.
O Comando Territorial de Beja da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou uma operação especial de prevenção criminal no decorrer da qual foram detetadas 160 contraordenações, no concelho de Odemira.
O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL), conjuntamente com o Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), vão realizar um workshop intitulado “Haja Pão e Inovação”, esta quinta-feira, 30, pelas 14h30, no Auditório da Escola Superior Agrária do IPBeja.
Realizou-se, na passada semana, uma reunião da Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar (PARCA), com a presença de vários membros do Governo e representantes dos setores da cadeia de abastecimento alimentar para se discutir o aumento dos preços.
O primeiro-ministro anunciou nesta quarta-feira, no parlamento, que o Governo está a trabalhar com os agentes da cadeia alimentar para garantir uma redução do preço dos bens alimentares, admitindo baixar o IVA.
O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) promove hoje, no auditório do IPBeja, um seminário sobre valorização do cardo. A Escola Secundária de Moura recebe iniciativa Arqueoversas.
O projeto Beja Sustentabilidade Global - do Município, Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja (EMAS) e do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) - promove, a partir de hoje e até dia 25, a Semana da Sustentabilidade.
A dificuldade em enfrentar as despesas com a alimentação sofreu o maior aumento, 15 por cento, seguindo-se as despesas com a habitação, cinco por cento, e a mobilidade, quatro por cento, segundo a Deco Proteste.
O cabaz alimentar, definido para calcular pela ASAE a evolução dos preços, aumentou quase 29 por cento desde 2022 e até fevereiro deste ano, ou seja mais 96 euros e 44 euros.
O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (Cebal), conjuntamente com o Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) e o Município de Almodôvar, promovem hoje, dia 8, pelas 14h30, o workshop “Haja Pão e Inovação”, no Auditório do Fórum Cultural de Almodôvar, localizado no Convento da Nossa Senhora da Conceição.
O custo mensal médio de um cabaz básico de consumo alimentar para um adulto aumentou 21 por cento, entre outubro de 2021 e o mesmo mês de 2022, segundo estimativas divulgadas pelo Banco de Portugal (BdP).
A Deco revela que abastecer a despensa já custa aos portugueses 210 euros e que, no espaço de uma semana, comprar os bens alimentares essenciais ficou mais caro seis euros.
O Banco Alimentar Contra a Fome tem no terreno, neste fim de semana, dias 26 e 27, a segunda campanha deste ano de recolha de alimentos.
A gestão dos recursos hídricos esteve em debate em Beja, numa organização do Projeto Guardiões. Uma das conclusões diz que “poupar 15 por cento no desperdício do regadio é ter um ano de água no consumo doméstico”.
Os incêndios florestais, a seca, as alterações climáticas e o desperdício alimentar são as principais preocupações ambientais manifestadas pelos portugueses no III Grande Inquérito Nacional de Sustentabilidade, divulgado esta semana.
O aumento generalizado do preço dos alimentos, a par do gás e da eletricidade, está a ter impacto nas instituições sociais, que fazem mais pedidos ao Banco Alimentar para conseguirem apoiar o número crescente de famílias que pedem ajuda.
A Câmara de Aljustrel anunciou a criação de um projeto para combater o desperdício alimentar nos refeitórios escolares do concelho e consciencializar os alunos para o benefício de consumirem a comida que lhes é servida.
A associação ambientalista Zero defendeu na última semana como um “fator determinante” para a redução do desperdício de água a atribuição de um “preço justo ao recurso”, que “reflita os reais custos com a sua captação, tratamento e distribuição”.
A ministra da Agricultura e da Alimentação está hoje em Vidigueira. Maria do Céu Antunes visita a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito e participa num debate.
A nível nacional quase dois mil milhões de litros de água perdem-se antes de chegar ao consumidor, o que representa um desperdício de quase 25% de água que passa nas condutas de abastecimento em Portugal. Em Beja a taxa de perda de água oscila entre 19% a 20%.
A empresa Berrapack, com sede em Aljustrel (Beja), vai investir cerca de um milhão de euros para começar a produzir, no próximo ano, embalagens em papel impermeabilizado para uso alimentar, confirmou o seu proprietário.
Os Verdes estiveram em Beja e Tiago Aldeias, dirigente nacional deste partido, defendeu que a “água do Alqueva deveria servir o distrito. E os seus solos a soberania alimentar e as questões ambientais”. Acrescentou que “isto não tem acontecido”.
João Pimenta Lopes, deputado do Partido Comunista Português (PCP), no Parlamento Europeu, esteve em Aljustrel e Castro Verde, distrito de Beja, para verificar no terreno efeitos da seca e questões da produção alimentar.
A DECO Proteste, desde o início da guerra na Ucrânia, que tem vindo a acompanhar a escalada de preços nos bens alimentares. Um cabaz de produtos essenciais já pode custar mais de 200€.
No Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) abre hoje, e até 1 de setembro, a primeira fase de candidaturas ao Concurso Especial de Acesso e Ingresso aos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP).
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