A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens – CIMH/CGTP-IN está a promover a SEMANA DA IGUALDADE, que decorre até ao dia 8 de Março, em todo o país, num total de 26 cidades e em mais de mil locais de trabalho, com o lema: “A Igualdade que Abril abriu. Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição.” A comissão diz em comunicado que "apesar dos avanços, as mulheres trabalhadoras confrontam-se com salários mais baixos, carreiras profissionais estagnadas, precariedade, horários desregulados, discriminações derivadas da maternidade. Enfrentam o assédio. Adoecem a trabalhar. Cuidam de todos - sem tempo para si". Para além das iniciativas que os vários sindicatos do distrito irão promover nos locais de trabalho, no âmbito da Semana da Igualdade, a União de Sindicatos de Beja vai realizar amanhã, dia 6 de março, uma "acção convergente" em vários pontos da cidade.
Apesar dos elevados níveis de emprego registados em Portugal, o acesso ao mercado de trabalho continua a ser desigual. Fatores como a falta de qualificações, a idade, a origem, a deficiência ou os problemas de saúde física ou mental continuam a dificultar a integração profissional de milhares de pessoas, mesmo num contexto de taxa de desemprego historicamente baixa. Para responder a estas desigualdades, a Fundação ”la Caixa” promove em Portugal, desde 2018, o programa de inclusão profissional Incorpora, uma iniciativa orientada para facilitar o acesso ao emprego de pessoas em situação de vulnerabilidade, através de uma estreita colaboração com o tecido empresarial. Em 2025, o programa conseguiu intermediar 1.852 contratações de pessoas em nesta situação em Portugal, das quais 64% são mulheres, contando com a colaboração de 936 empresas que ao longo do último ano apostaram num modelo de contratação mais inclusivo e socialmente responsável.
Os trabalhadores da administração local e regional exortam os executivos autárquicos, eleitos no passado dia 12, a preocuparem-se com as dificuldades e revindicações do setor, segundo o Sindicato.
Nesta sexta-feira, trabalhadores da Administração Local e Sector Empresarial manifestam, junto ao Parlamento, «o seu profundo descontentamento, e reafirmar o seu Caderno Reivindicativo e exigir a aplicação das medidas que constam da “Proposta Reivindicativa Comum” apresentada pela Frente Comum». Trabalhadores e dirigentes sindicais de Beja marcam presença no protesto.
A União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDBeja) no âmbito dos seus estatutos realiza hoje, dia 11 de abril, a partir das 09h30, um plenário eleitoral sob o lema “ Aumentar Salários -Combater a exploração e a precariedade – Valorizar os Trabalhadores – distrito de Abril – um Alentejo com futuro”, no Centro Social do Lidador, na capital de distrito, para discutir e aprovar o programa de ação para o quadriénio 2025-2029 e a eleição dos órgãos dirigentes desta União para o referido período, onde participarão delegados eleitos pelos trabalhadores dos vários sindicatos que têm representação no distrito e o secretário geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), Tiago Oliveira.
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) convocou uma greve de 48 horas, que começa à meia-noite desta sexta-feira, dia 28, para se prolongar até à meia-noite de sábado, dia 29 de março, na Resialentejo, concelho de Beja.
"As condições de vida das mulheres trabalhadoras têm-se agravado fortemente com o custo de vida a aumentar, o acesso à habitação cada vez mais dificultado e os serviços públicos a desagradarem-se por opção e ação deliberada do Governo", são afirmações de um estudo divulgado pela CGTP no âmbito da Semana da Igualdade, que começa hoje e vai até dia 12 deste mês, com atenções centradas nas condições de vida das mulheres trabalhadoras.
A União dos Sindicatos do Distrito de Beja (USDB), afeta à CGTP-IN, promoveu hoje, 17 de dezembro, junto à Casa da Cultura da cidade, a ação de luta “Árvore de Natal das reivindicações dos trabalhadores.” “Aumentar salários e pensões”, “Defender os serviços públicos e funções sociais do Estado” e “Direito à Saúde, Educação e Habitação” são algumas das reivindicações que podem ser lidas nesta árvore que fica exposta para recordar o que não foi cumprido em 2024 e falta cumprir em 2025.
A Câmara Municipal de Moura definiu as condições de atribuição de prestações de apoios monetários em caso de emergência social e precariedade económica. O novo regulamento já está publicado em Diário da República (DR). "A atribuição destas ajudas resulta da transferência de competências da administração central para as autarquias", pode ler-se no documento.
O Programa Regional Alentejo 2030 tem abertas as candidaturas para o apoio ao emprego e empreendedorismo social. A análise e a decisão estão divididos em três fases. A primeira tem lugar a 13 de dezembro, a segunda realiza-se no dia 14 de fevereiro e a terceira e última está agendada para 14 de abril do próximo ano.
Assistentes operacionais, técnicos superiores e assistentes técnicos estão hoje em greve. Várias escolas do País fecharam e Beja não foi exceção. O presidente do sindicato fala em luta contra a desvalorização da carreira e pede melhores condições de trabalho para estes profissionais.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) defende "a urgência no processo negocial" sobre a carreira e rejeita "a intenção do Governo de adiar" estas negociações para setembro, reafirmando que "a resolução dos problemas dos trabalhadores não podem esperar pela discussão do Orçamento do Estado para 2025". Beja faz-se representar na manifestação de hoje, 25 de junho, em Lisboa.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) entrega hoje, 16 de abril, na Assembleia da República quatro petições sobre condições de trabalho, precariedade, aposentação e carreira docente, que serão debatidas em plenário.
"Portanto, já estão instaladas no parlamento do País a direita e a política de direita", frisa Carlos Lopes Pereira, jornalista, na crónica de opinião que pode ler e ouvir aqui.
Os jovens trabalhadores protestam nesta quarta-feira, dia 27, em Lisboa e em Vila Nova de Gaia para lutarem "por melhores condições de trabalho e de vida, pelo aumento dos salários, pela redução dos horários de trabalho e pelo fim da precariedade", avança a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP).
No Falar Claro desta quarta-feira, dia 20, José Pinela Fernandes, advogado, e Ana Horta, professora, vão refletir sobre as respostas que a população espera do próximo Governo. O presente e o futuro do jornalismo é o outro tema em análise, no programa de hoje, para ouvir depois da manhã informativa, ou seja, a partir das 10h00.
A greve geral foi decretada pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ), que espera "adesão forte" neste protesto contra a precariedade e por melhores condições salariais. Há 40 anos que os jornalistas não faziam greve.
"Um País em que as mulheres só podem ser a sua metade está condenado a ter apenas metade do seu futuro. (Mia Couto)" esta é uma das frases que a Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), assinala esta data, recordando as oito razões pelas quais, no Dia Internacional das Mulheres, é preciso lembrar que a "luta é diária na manutenção dos direitos adquiridos".
Os professores estão na rua no período de campanha eleitoral das legislativas marcadas para 10 de março. Em Beja, os docentes vão concentrar-se junto ao Jardim do Bacalhau, no dia 7 de março. Durante esta iniciativa está prevista a distribuição de informação com as reivindicações dos docentes.
A pouco mais de um mês das Legislativas 2024, os enfermeiros divulgam aos vários partidos políticos um manifesto sobre o estado atual da enfermagem e as suas reivindicações para a resolução dos problemas que os afetam.
Os novos corpos dirigentes do STAL já tomaram posse, com Cristina Torres à frente desta estrutura sindical dos trabalhadores da administração local e regional, até 2027. Neste contexto foi reeleito o coordenador regional da Direção Regional de Beja, Osvaldo Rodrigues. A nova direção nacional reafirmou, também, a "valorização" dos trabalhadores que representa "como prioridade", para o mandato que agora inicia.
“É hora de aumentar salários e pensões” é o tema da ação nacional de contacto com os trabalhadores e as populações que o Partido Comunista Português (PCP) começa a fazer hoje, em todo o País, e que se vai prolongar até março de 2024. A ação começa, nesta terça-feira, com contactos com trabalhadores do concelho de Beja, da Câmara Municipal, do Call-Center da PT, da Empresa Municipal de Aguas e Saneamento (EMAS) e das grandes superfícies comerciais.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) vai lançar quatro petições sobre condições de trabalho nas escolas, carreira, precariedade e aposentações dos professores, para que o parlamento que sair das eleições de março discuta os grandes temas da educação.
"A situação económica e social no Alentejo é marcada, tal como no País, pelo agravamento das injustiças e dificuldades que afetam os trabalhadores e o povo", frisa o comunicado da Direção da Organização Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português (PCP), enviado à Voz da Planície, fazendo o balanço da reunião realizada no passado dia 26.
"Um mês e meio depois do incêndio que devastou o concelho de Odemira, a Sul de São Teotónio e se propagou ao concelho de Aljezur, galgando por diversas vezes as margens íngremes da Ribeira de Seixe, impõe-se um rescaldo". Foi este o tema principal da reunião da Coordenadora Distrital de Beja do BE, em Odemira, que se prolongou numa visita guiada às zonas mais afetadas pelo incêndio, explica o comunicado deste partido.
Um aumento de pelo menos 15 por cento dos salários com mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores, bem como a fixação do salário mínimo em 910 euros já em janeiro, é a exigência da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) que também pede a redução do horário de trabalho para 35 horas semanais.
A Juventude Comunista Portuguesa (JCP) diz, em comunicado, que "as medidas apresentadas pelo primeiro-ministro confirmam o compromisso do Governo do Partido Socialista (PS) com a manutenção dos problemas que afligem a vida da juventude". Houve "um toque de propaganda, mas falta intenção de resolver o problema da precariedade, dos baixos salários e dos custos de frequência no ensino superior", é frisado também.
Os vereadores da CDU eleitos na Câmara Municipal de Beja – Vítor Picado, Fátima Estanque e Rui Eugénio – divulgaram na segunda-feira, 28, uma nota de imprensa em que acusam o executivo de maioria PS de promover a precariedade laboral quando, como entidade pública, «deveria ser um exemplo na criação de emprego que verdadeiramente combata a precariedade; que valorize os salários; que melhore o equilíbrio entre a vida profissional, familiar e pessoal».
Os secretários de Estado do Trabalho e do Desporto afirmaram que Portugal tem as “portas escancaradas” para os jovens emigrantes e lusodescendentes que queiram “fazer vida” no País.
A CGTP realiza amanhã, 28, um “Dia Nacional de Luta”, em todos os sectores e em todo o País, com greves, paralisações e concentrações nos locais de trabalho e empresas, com expressão de rua, sob o lema “Aumentar salários | Garantir direitos | Contra o aumento do custo de vida – Pelo direito à saúde e à habitação”.
O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP) acusou o Governo de ser o “único responsável” pela forma como este ano letivo vai acabar e defendeu que o crescimento da economia não se está a “reverter em nada nos bolsos dos trabalhadores”.
A Biblioteca Municipal de Beja sugere para esta quinta-feira duas propostas: a apresentação de um livro e a exposição "O Universo dos Livros Cartoneros".
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) entregou ontem na Assembleia da República, primeiro dia de aulas do terceiro período, uma petição, com 20 mil assinaturas, a reclamar justiça, efetivação dos seus direitos e respeito por horário de trabalho. Um regime específico para a aposentação e a eliminação da precariedade também são reivindicados.
Nesta terça-feira revelamos algumas das propostas que o Orçamento do Estado para 2022 apresenta no que se refere aos trabalhadores e às empresas.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) considera que as escolas “precisam urgentemente de um reforço de recursos” financeiros e humanos. O dirigente Mário Nogueira considera serem estes os desafios que o novo ministro da Educação, João Costa, tem pela frente.
O Partido Comunista Português (PCP) nomeou a valorização dos salários e pensões, para contrariar o “aumento do custo de vida”, e o reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS) como prioridades para o próximo Orçamento do Estado.
As mulheres continuam a ter salários mais baixos do que os homens, chegando a diferença aos 16 por cento no último trimestre de 2021, valor que se torna mais elevado no caso de trabalhadoras com vínculo precário ou com mais qualificações.
O jornalista Carlos Lopes Pereira comenta a atualidade política nacional e internacional.
O jornalista Carlos Lopes Pereira comenta, na Voz da Planície, a atualidade política, centrando atenções nos planos nacional e regional.
O problema tem sido denunciado pela Fenprof, desde o início do ano letivo, mas no começo de 2022, o “número de alunos sem professores voltou a aumentar”. Nestas contas, “o distrito de Beja está em 6.º lugar, a nível nacional”. Neste “onde há mais falta de professores”, em pleno 2.º período, as disciplinas mais carenciadas são, entre outras, “inglês, geografia e português”.
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