Após tentativas do setor do turismo para se reerguer, depois de dois anos de pandemia com prejuízo financeiro, o ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, anunciou uma Linha de Apoio reforçada em 150 milhões.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) defendeu esta semana que as medidas anunciadas pelo Governo para mitigar a escalada energética resolvem apenas uma “muito pequena parte” dos aumentos, pedindo a criação de tetos máximos.
O Conselho de Ministros aprovou um pacote de medidas para conter os preços dos bens energéticos e agroalimentares. Redução do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) com impacto no preço final a suportar pelos consumidores nos combustíveis e eletricidade e alargamento do apoio às famílias mais vulneráveis são para implementar.
As famílias mais vulneráveis vão receber um apoio extraordinário, que servirá para reduzir o impacto do aumento dos preços dos bens alimentares de primeira necessidade.
Um projeto-piloto para a produção de energias renováveis está a ser desenvolvido no perímetro de rega do Roxo, no concelho de Aljustrel (Beja), no sentido de reduzir os gastos das explorações agrícolas com eletricidade.
Trata-se de um pacote de medidas que visa apoiar os consumidores e as empresas mais afetadas pelas consequências da guerra e para assegurar os bens essenciais para o País e, em particular, para o setor agrícola.
A Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas, filiada na Confederação Nacional da Agricultura (CNA), pede a redução dos preços dos fatores de produção pelo direito a produzir e alimentar em defesa da paz.
Desde que a situação de guerra no Leste da Europa começou que os aumentos no petróleo, nos combustíveis, no gás, na eletricidade e nos alimentos se têm feito sentir. No caso da alimentação, a situação de seca que o País vive tem levado, também, ao aumento dos custos de produção e consequentemente ao do preço a pagar pelo consumidor.
A chuva tem caído nestes dias, mas a seca - que se vive desde outubro de 2021 - já provocou danos em muitas explorações agrícolas. Nos últimos meses os agricultores têm pedido ajuda aos governantes. E esta semana, a ministra da Agricultura deixou claro que os apoios só vão chegar com o novo Governo, que deverá tomar posse no final deste mês.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) enviou ao primeiro-ministro, António Costa, um pedido de reunião urgente para que sejam adotadas medidas para mitigar o impacto da seca e apresentou um conjunto de 30 propostas.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que medidas anunciadas para combater a seca não respondem de forma eficaz às grandes dificuldades que os agricultores estão a enfrentar. Depois de se ter ido a Bruxelas “negociar” apoios, para a agricultura portuguesa minimizar os efeitos da seca, “a montanha pariu um rato”.
A Comissão Europeia indicou ontem que está em contacto com as autoridades nacionais e regionais portuguesas para analisar possíveis apoios, no quadro da Política Agrícola Comum (PAC), para fazer face à seca, que admite ser uma “catástrofe”.
O Governo está a preparar uma linha de crédito à tesouraria e apoio aos custos com a eletricidade no setor agrícola e pecuário para mitigar o impacto da seca. A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) diz que estas medidas são curtas” e no caso de continuar sem chover pede “apoios diretos” e uma "equipa no novo Ministério da Agricultura capaz de os implementar", assim como de "encontrar, com os homens da terra, respostas para as dificuldades."
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) reuniu-se e definiu 12 medidas urgentes para mitigar os efeitos da seca nos municípios do distrito de Beja que a integram. Propostas para serem enviadas ao novo governo da nação e que têm como propósito resolver os problemas com os quais a agricultura e agropecuária se deparam.
O jornalista Carlos Lopes Pereira comenta, na Voz da Planície, a atualidade política, centrando atenções nos planos nacional e regional.
A Câmara de Beja promove este ano a primeira edição do seu Orçamento Participativo (OP), com uma dotação de 150 mil euros e que desafia os munícipes a apresentar ideias de investimento público para “fazer a diferença”.
“Com 45% do país em situação de seca severa e extrema e a disponibilidade de água em níveis críticos nas barragens portuguesas”, a Federação Nacional de Regantes (FENAREG) identifica medidas urgentes para mitigar os efeitos da seca na agricultura, no sentido de ser garantido, diz o comunicado, “o acesso dos agricultores à água e assegurar a produção da campanha agrícola”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alerta sobre a “situação dos elevados custos dos fatores de produção, que estão a criar dificuldades aos agricultores.” A Confederação destaca a “demora na concretização da medida da «Eletricidade Verde», aprovada na Assembleia da República”, que “deveria estar em vigor desde o passado dia 1 de Janeiro”.
A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, informa que foi criada a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Odemira, tendo como um dos objetivos exigir melhor Serviço Nacional de Saúde, com a construção das Extensões de Saúde em Saboia, São Luís e Vila Nova de Milfontes.
O Governo proibiu a suspensão do fornecimento de serviços essenciais, como água, luz, gás e telecomunicações, até março de 2022, no âmbito das medidas para mitigar o impacto da pandemia de covid-19.
O ano de 2022 fica marcado com as atualizações de preços a ser pagos pelos consumidores, nos serviços que usam no seu dia-a-dia.
A Câmara Municipal de Beja avança que, decorrem “a bom ritmo” os trabalhos de requalificação no Mercado Municipal. Prevê-se que o equipamento esteja pronto até ao final do 3º trimestre de 2022.
Em Amareleja, prossegue a obra de urbanização da UP4, referente à Área de Acolhimento Empresarial. A empreitada representa um investimento superior a 1,4 milhões de euros, valor que inclui a criação de 22 lotes afetos a espaços de atividades económicas.
O Município de Ourique tem vindo a concretizar uma estratégia de valorização do território nas diversas freguesias, que inclui igualmente a requalificação do Centro Histórico. A autarquia avança que já foi lançado o concurso público para a empreitada de Requalificação Urbana da Rua Sacadura Cabral e Rua do Forno, na freguesia de Ourique.
Os agricultores têm vindo a chamar a atenção para a inviabilização de muitas explorações agrícolas que deixam de ter condições para suportar o abrupto aumento dos encargos, considerando o aumento generalizado dos fatores de produção para a agricultura, nomeadamente combustíveis, adubos, rações, cereais, e ainda a subida dos custos de energia elétrica para valores que podem atingir o triplo do preço.
“Esta a decorrer a maior campanha, de sempre, de apanha de azeitona do olival intensivo, mais de 200 mil toneladas, o que leva a um acréscimo de mão-de-obra e a um aumento significativo de imigrantes, comparando com 2020 há pelo menos mais 10 mil, ou seja cerca de 40 mil por esta altura, afirma Alberto Matos, da SOLIM. Acrescenta que os problemas de fundo não estão resolvidos e que esta situação “é uma bomba relógio social instalada”.
As associações de regantes alertam para a crise eminente no setor agrícola devido à subida dos custos com a energia. As comercializadoras preparam-se para triplicar o preço da eletricidade, o que poderá levar à subida do preço dos produtos agrícolas é a advertência que deixam, pedindo apoios aos Governo para evitar esta situação.
Os agricultores do Campo Branco, concelhos de Castro Verde e Almodôvar e parte dos de Aljustrel, Mértola e Ourique, estão a sentir dificuldades provocadas pelo aumento dos combustíveis, que encarecem os custos dos fatores de produção e pelo ano agrícola menos bom que esperam devido à falta de chuva, pois aqui a influência do clima é acentuada. De tudo isto falam os agricultores António Tomé e Teresa Mestre.
No âmbito do Dia Mundial da Poupança recordamos que a ideia de criar uma data especial para promover a noção de poupança surgiu em outubro de 1924, durante o primeiro Congresso Internacional de Economia, em Milão. Todos os anos são organizadas diferentes atividades neste dia.
A CNA, após analisar a situação da agricultura, manifesta grande preocupação com alguns problemas que têm afetado negativamente os rendimentos dos agricultores, em particular o grande aumento dos custos dos fatores de produção, de transformação e comercialização.
A FAABA - Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo alerta a população em geral para os efeitos dos aumentos dos combustíveis. A FAABA frisa que têm impactos significativos nos custos de produção dos agricultores, essencialmente nos que se dedicam ao sequeiro e no preço dos produtos nas prateleiras.
O Município de Beja continua a promover a iniciativa “Co(M)sigo – no seu domicílio”, uma resposta social rápida e eficiente, que se trata de uma unidade móvel de pequenas reparações e adaptações habitacionais, que possibilita o acesso a mão-de-obra gratuita para melhoria da qualidade de vida dos munícipes com dificuldades económicas ou sociais.
A FENAREG propõe ao Governo avançar com um projeto-piloto de comunidades de energia solar no regadio coletivo, por forma a reduzir as emissões de carbono e os custos da energia na distribuição de água à agricultura.
A CNA congratula, em nota de imprensa, a aprovação pela Assembleia da República de uma medida de apoio aos custos com a eletricidade nas explorações agrícolas e pecuárias e solicita ao Ministério da Agricultura que trabalhe no sentido de, no início do próximo ano, tudo deverá estar pronto para a sua aplicação.
A candidatura da área de acolhimento empresarial de Amareleja, fase 1, foi aprovada, avança a Câmara Municipal de Moura. Trata-se de um investimento superior a 1,6 milhões de euros, que contempla 22 lotes afetos a espaços de atividades económicas do tipo 2 e 3, de comércio e serviços e ainda, de atividades que lhes sejam complementares ou compatíveis, refere a autarquia.
A DECO revela que no primeiro trimestre de 2021 os pedidos de ajuda que recebeu, sobre a faturação de energia, aumentaram 61% face ao mesmo período no ano passado. Isto deve-se não só ao inverno frio mas também às necessidades de consumo que foram maiores devido às medidas de confinamento. Em janeiro, o consumo doméstico de eletricidade aumentou 31% face ao período homólogo.
Alonso Arroyo Escoto, aluno do Mestrado de Engenharia do Ambiente do IPBeja, foi um dos vencedores do Programa Promove 2020 da Fundação La Caixa e da Fundação para a Ciência e Tecnologia, na vertente “Ideias com potencial para se tornarem projetos-piloto inovadores”.
A Câmara Municipal de Moura aprovou uma proposta de apoio ao movimento associativo. A medida prevê que, o Município comparticipe 50% das despesas mensais fixas das Associações do concelho até 30 de junho do corrente ano, com efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2021, podendo este apoio ser renovado.
A Federação Nacional dos Professores, considerou que as medidas de segurança sanitária aplicadas no início do ano letivo são insuficientes para o regresso às aulas presenciais, exigindo participar na definição de novas orientações. O Sindicato de Professores da Zona Sul, mostra-se igualmente preocupado com a reabertura das escolas apontando para vários problemas no sistema educativo. No ensino à distância “há alunos que desapareceram completamente”.
A Rede Nacional de Estruturas de Apoio de Retaguarda (EAR) está já completa, com as 28 estruturas previstas operacionais, nos 18 distritos do continente, e 234 utentes instalados, informa o Ministério da Administração Interna (MAI). No distrito de Beja dão respostas as seguintes estruturas: Centro de Acolhimento das FFAA – Base Aérea n.º 11 e Pousada da Juventude da cidade.
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