O movimento “Os Mesmos de Sempre a Pagar - Beja” volta amanhã, sábado, dia 25, à rua para sensibilizar a população para os impactos do aumento do custo de vida. A ação é em Beja, junto ao Continente.
O primeiro-ministro anunciou nesta quarta-feira, no parlamento, que o Governo está a trabalhar com os agentes da cadeia alimentar para garantir uma redução do preço dos bens alimentares, admitindo baixar o IVA.
O aumento do custo de vida continua em destaque e hoje revelamos que o bacalhau, o café torrado moído e as massas espirais foram os três produtos que lideraram no aumento dos preços na passada semana.
O primeiro-ministro mostrou disponibilidade para rever os salários dos trabalhadores da função pública, referindo que a inflação em 2022 foi superior à que o Governo tinha inicialmente previsto.
A Voz da Planície voltou a sair à rua, desta vez, para perceber como estão as pessoas a gerir o aumento dos preços nos bens essenciais. Praticamente todos, neste especial informação, asseguram que “compram menos” e que “têm que fazer opções”.
O aumento dos preços está a chegar a todos. Também a Associação do Comércio, Serviços e Turismos de Beja (ACSTB) , através de João Rosa, refere à Voz da Planície que se trata de um problema de todos.
Na sequência das notícias que temos vindo a avançar durante esta semana, o aumento do custo de vida está tornar-se incomportável para muitos portugueses. Em Beja, as reclamações são muitas. Novo protesto promovido pelo Movimento Os Mesmos de Sempre a Pagar sai à rua a 25 e a 27 de março.
Casa cheia, em Serpa, para receber Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, que marcou, este domingo, presença num almoço regional, comemorativo do 102.º aniversário do PCP. A escalada do preços e o aumento do custo de vida estiveram no centro do discurso deste almoço comício.
Esta semana, na Voz da Planície, é dedicada ao tema: aumento do custo de vida. Começámos por ouvir comerciantes da cidade e falámos com três, de ramos diferentes, que assumem sentir o impacto dos preços altos nos seus negócios.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) realiza hoje uma manifestação com o lema “Todos a Lisboa! Aumento geral dos salários e pensões – emergência nacional!”. Junta trabalhadores do público e do privado.
A dificuldade em enfrentar as despesas com a alimentação sofreu o maior aumento, 15 por cento, seguindo-se as despesas com a habitação, cinco por cento, e a mobilidade, quatro por cento, segundo a Deco Proteste.
Com o objetivo de promover a adoção de medidas de eficiência energética, e considerando o aumento dos custos crescentes da energia, o governo disponibilizou uma linha de financiamento para a renovação de equipamentos desportivos municipais.
Com a subida de preços dos bens essenciais nos supermercados, o Governo pondera fazer regressar uma medida aplicada durante a pandemia: fixar limites à margem de lucro de alguns produtos e este é um dos temas do Falar Claro desta terça-feira.
O cabaz alimentar, definido para calcular pela ASAE a evolução dos preços, aumentou quase 29 por cento desde 2022 e até fevereiro deste ano, ou seja mais 96 euros e 44 euros.
De acordo com o jornal “Eco”, o Produto Interno Bruto (PIB) português aumentou em todo o território em 2021, mas a região em que mais cresceu foi no Alentejo, a registar um crescimento de 6,8 por cento, face a 2020.
As contribuições dos imigrantes para a segurança social atingiram os 1.500 milhões de euros em 2022, um aumento de 19 por cento em relação a 2021, revelou, no parlamento, a vice-presidente do Instituto de Segurança Social (ISS).
A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, veio a público defender que “é inevitável” o aumento do preço da água do Alqueva para regadio, para “garantir a operacionalidade” da empresa gestora do empreendimento (EDIA). Os agricultores e suas associações criticam fortemente este aumento, referindo mesmo que haverá culturas em risco.
O parlamento debate hoje um diploma do PCP que propõe um regime para proteger a habitação própria e evitar situações de incumprimento, como forma de responder a um “problema gravíssimo” gerado pelo aumento das taxas de juro.
A rega, a partir da barragem de Campilhas, em Santiago do Cacém (no distrito de Setúbal), voltou a ser cancelada este ano devido à seca, revelou a associação gestora, criticando ainda o previsível aumento do preço da água de Alqueva.
Os regantes consideram indecente a “proposta de revisão dos preços da água apresentada pela EDIA”. A empresa garante que “ainda não há decisão sobre esta matéria” e confirma que “preço da água de Alqueva vai aumentar”.
A manhã desta quinta-feira, 9 de fevereiro, ficou marcada pelo protesto dos trabalhadores afetos à Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP). Mais de três centenas saíram à rua na capital de distrito, usando como palavra de ordem: “O custo de vida aumenta e o povo não aguenta”.
A Comissão Política de Secção de Beja do Partido Social Democrata (PSD) reuniu-se com a Direção da Associação dos Agricultores do Baixo Alentejo (AABA). Ouviu, entre outras, preocupações relacionadas com o “aumento dos custos de produção”.
O Portal da Queixa revela que os serviços públicos foram alvo de quase 14 mil reclamações dos portugueses, um aumento na ordem dos 40 por cento, em relação a 2019.
A Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do concelho de Beja agendou para esta sexta-feira, dia 3 de fevereiro, uma concentração, para as 10h30, nas Portas de Mértola, em Beja.
A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano manifesta-se contra “o aumento do preço dos medicamentos de menor custo”, dizendo que o Governo cedeu ao “lobby da industria farmacêutica”.
O Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin) assumiu que os Estados-membros devem “apoiar uma evolução salarial que atenue a perda de poder de compra dos trabalhadores”, no contexto da elevada inflação na zona euro.
O STAL está a fazer um conjunto de ações de luta, em todo o País, para reivindicar aumento de salários e melhoria nas condições do trabalho. No distrito de Beja, as iniciativas estão marcadas para o dia 9 de fevereiro.
Hoje é dia de Falar Claro na Voz da Planície. O impacto do aumento do custo de vida na economia das famílias e como estão os portugueses a ver a introdução de um questionário que avalia as entradas no Governo são temas do programa de hoje.
Há muitos portugueses a comprar em Espanha, pois vivem nas proximidades, alimentos, combustíveis e gás. A Voz da Planície deixa dois testemunhos que assumem esta opção, com ganhos, num dos casos, "de 250 euros mensais".
O movimento “Sempre os Mesmos a Pagar” sensibiliza, na manhã deste sábado, dia 14, as populações dos concelhos de Beja, Aljustrel, Ferreira do Alentejo e Serpa para lutarem contra o aumento do custo de vida.
O aumento do custo de vida, como consequência da inflação exacerbada, assim como a pobreza e a exclusão social são as questões que mais preocupam os portugueses, de acordo com o último Eurobarómetro.
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) candidatou o projeto “Mercado Halal” à edição de 2022 dos Prémios Nacionais de Turismo. A candidatura “foi considerada como de elevada qualidade”.
O preço por metro quadrado para efeitos do IMI e da avaliação fiscal dos imóveis aumentou 25 euros este ano, segundo uma portaria publicada em Diário da República.
Há 10 produtos alimentares que custam mais caros ao bolso dos portugueses, neste novo ano, assegura a Deco, referindo que, desde fevereiro de 2022, que o cabaz aumentou 33 euros.
Nesta primeira terça-feira do ano 2023, o painel de comentadores do Falar Claro reflete sobre o aumento generalizado dos preços e da eutanásia.
No primeiro dia deste novo ano avançámos que o pão já custa mais caro, mas este mês aumentam, também, entre outros bens e serviços, os preços da luz, das rendas e das portagens.
O preço do pão volta a subir no início de 2023, em função do aumento dos custos das matérias-primas e da energia, mas também impactado pela atualização do salário mínimo nacional, explicou a ACIP.
O Presidente da República adverte que há “várias Odemiras” espalhadas pelo País que necessitam de atenção e que o aumento das desigualdades coloca a paz em causa.
As empresas de vinhos apontam para um aumento das vendas neste final de ano e época de Natal, nas categorias superiores e mais caras, mas o setor está preocupado com o comportamento do mercado em 2023.
A Resialentejo e o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) celebraram um novo Acordo de Empresa, válido para o próximo triénio, que garante um aumento médio dos salários de 8,2 por cento.
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