A Assembleia Municipal de Beja aprovou por unanimidade uma moção que reivindica o desenvolvimento e modernização de diversas acessibilidades no distrito, nomeadamente ligações rodoviárias e ferroviárias ao Aeroporto de Beja e ao Porto de Sines.
O projeto de eletrificação do troço Casa Branca/Beja, com previsão de conclusão para o final de 2024, e a circulação de comboios até à Funcheira, que “será difícil”, voltam a estar em destaque no Falar Claro desta terça-feira, 13 de junho.
A afirmação é da coordenadora da Comissão Técnica Independente. Esta entidade está a começar a analisar a alternativa ao aeroporto de Lisboa e como pode ser complementado até a nova infraestrutura estar concluída.
A Plataforma Cidadã tem uma nova petição pública a decorrer, que pede verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a “modernização e eletrificação do troço ferroviário Beja-Funcheira e variante de ligação ao aeroporto de Beja”.
Representantes da Comissão Dinamizadora da Plataforma Cidadã e da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo reuniram-se na sede da CIMBAL para discussão dos problemas relacionados com o aeroporto e a importância estratégica e de interesse nacional das suas acessibilidades terrestres, em particular da linha ferroviária do Alentejo (Beja-Casa Branca-Ourique/Funcheira).
A Plataforma Cidadã enviou à ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva mensagem a fundamentar a importância estratégica e de interesse nacional da modernização e eletrificação do troço ferroviário entre Beja-Ourique/Funcheira e da variante da Linha do Alentejo ao Aeroporto de Beja.
A Plataforma Cidadã “SIM! O Aeroporto de Beja é parte da solução” desafia instituições do sul do País a criar pressão junto do Governo para que sejam incluídos os trabalhos de renovação e eletrificação do troço ferroviário Beja-Ourique/Funcheira, no quadro da reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Hoje, 4 de abril, o aeroporto de Beja é tema único no Falar Claro. O interesse manifestado, recentemente, por investidores chineses nesta infraestrutura, entre outros aspetos, vai ser analisado pelo painel habitual de comentadores.
A Comissão Dinamizadora da Plataforma Cidadã “SIM! O Aeroporto de Beja é parte da solução” solicitou hoje, com carácter de urgência, uma audiência com o ministro das Infraestruturas João Galamba.
O Município de Beja já exerceu o direito de participação na discussão pública do Plano Ferroviário Nacional (PFN). Apresentou três necessidades, entre elas a “eletrificação do troço Casa Branca/Beja, com ramal ao aeroporto”.
O Partido Comunista Português (PCP) afirmou que o Plano Ferroviário Nacional “não se pode considerar uma proposta séria e fundamentada”, por entender que lhe faltam “elementos fundamentais”, como a articulação com o Aeroporto de Beja para o seu aproveitamento.
Conclusão das obras do IP8 até à fronteira com Espanha, eletrificação da linha do Alentejo até à Funcheira, construção do hospital de Beja e reversão do de Serpa para o SNS, são as propostas do PCP para o distrito de Beja.
A petição que pede a eletrificação e modernização da linha do Alentejo, como uma prioridade de interesse nacional, promovida pela Comissão Dinamizadora AMAlentejo, é apreciada na Assembleia da República, nesta quarta-feira, dia 28.
O PCP pediu esclarecimentos ao Governo sobre “modernização e eletrificação da linha férrea do Alentejo”. Pergunta sobre “montantes disponíveis e calendário de obras da eletrificação Casa Branca/Beja e Beja/Ourique”.
A greve impediu os dirigentes, de Os Verdes, de chegarem de comboio, como previsto, mas estiveram na estação da capital de distrito, na hora marcada, e disseram à Voz da Planície que “eletrificação da linha Casa Branca/Beja é uma promessa que continua por cumprir”.
Numa reunião com membros do Governo, os autarcas do Baixo Alentejo pediram que sejam realizados projetos estruturantes para a região, entre eles a modernização e eletrificação da linha ferroviária Beja/Casa Branca.
A Federação do PS congratulou-se pela vitória alcançada pelo partido nas legislativas de domingo e defende que é “urgente retomar um debate público alargado” sobre o processo de regionalização.
No âmbito das legislativas, António Costa, secretário geral do Partido Socialista, esteve em Beja na tarde de ontem, para acompanhar as ações de campanha promovidas pela candidatura de Pedro do Carmo. Sobre o mundo rural António Costa comenta que “hoje já somos exportadores de muito produtos que antes importávamos" sendo crucial apostar numa “agricultura cada vez mais forte”.
A Candidatura do PSD por Beja, nas legislativas 2022, fez, no passado sábado, a apresentação da sua lista e programa para o distrito. Nesta sessão, cabeça de lista, Henrique Silvestre Ferreira, e mandatário distrital, Marciano Lopes, afirmaram que “não votar no PSD é ajudar o PS a eleger o segundo deputado” e que “o PSD é a Alternativa nestas eleições”.
O ano de 2021 está a chegar ao fim e neste sentido, João Dias, deputado do PCP eleito por Beja, faz hoje um balanço do trabalho desenvolvido este ano, ainda muito marcado pela pandemia. O deputado afirma que o Governo continua a manter uma “postura de esquecimento e abandono do nosso distrito.”
O aeroporto de Beja fez este ano uma década e tem sido, também, em 2021 que ficámos a saber que “não é alternativa ao Montijo”, que a Mesa quer ampliar o seu negócio, que os voos premium têm aumentado e que há uma empresa, ligada à indústria farmacêutica, que pretende fazer transporte, logística, armazenamento e distribuição a partir de Beja. No futuro estará, também, prevista a ampliação do aeroporto para o “lado ar”.
A Assembleia Municipal de Beja reuniu-se esta semana. Nesta sessão, extraordinária, foram aprovadas por unanimidade duas moções, uma apresentada pelos eleitos do Beja Consegue!, referente às questões das acessibilidades. E outra dos eleitos da CDU sobre o cante e a sua continuidade, principalmente nas escolas.
Três anos depois é que foi dada autorização por parte do Tribunal de Contas (TC) para a aquisição de 12 unidades híbridas para circulação em linhas não eletrificadas e 10 elétricas. As unidades híbridas devem ser usadas, entre outros, no troço Casa Branca/Beja por não estar eletrificado. Concurso para estudos e projetos foi publicado em maio e Infraestruturas de Portugal prevê para 2024 lançamento da empreitada, segundo o DA.
António Costa falou em Beja, no comício de apoio à recandidatura de Paulo Arsénio, também, sobre o PRR e o próximo quadro plurianual e referiu que “quanto mais perto os autarcas estão do poder melhor para as populações”. Paulo Arsénio pediu a sua reeleição e deixou críticas aos adversários, falando, entre outros aspetos, do “desnorte ideológico do PCP em Beja”.
Jerónimo de Sousa esteve em Beja, no Largo da Estação, para fazer uma declaração sobre a ferrovia. O secretário-geral do PCP frisou que “não investir na Linha do Alentejo” é impedir este território de avançar. Lembrou, também, o secretário-geral do PCP que a opção do Governo foi “criar um ramal Beja/Casa Branca e daqui a oito anos”.
“O Baixo Alentejo tem ouvido promessas nos últimos 10 anos de resolução de projetos estruturantes para o território” e agora com os “milhões anunciados” o que se vê é que “a bazuca rebentou nas mãos de algum ministro”, referiu à Voz da Planície Florival Baiôa, do Beja Merece+, dizendo que “há quatro anos foi prometido fazer o que ainda não foi feito” e que mais uma vez “nada foi ou vai” ser concretizado.
Na audição do ministro das Infraestruturas, realizada ontem, João Dias, deputado do PCP eleito por Beja, diz que ficou claro que “os dinheiros da bazuca financeira vão para os sítios do costume, deixando o Alentejo com tostões”. Para “o IP8 está prevista a repavimentação e terminar as rotundas de Beringel e Figueira de Cavaleiros até 2030”. “Para a ferrovia, a eletrificação Beja/Casa Branca só lá para 2028”. Os projetos de resolução apresentados pelo PCP para o Museu Rainha Dona Leonor e para a abertura da extensão de saúde da Mina de São Domingos foram, entretanto, aprovados.
É ligada hoje, mais uma fase da eletrificação rural da Zona da Neta – Pulo do Lobo na Serra de Serpa. O momento é assinalado pelas 11.00 horas, com uma sessão oficial, no edifício da antiga Escola Primária de Cabeceiras de Vale Queimado.
“Considerando a relevância da situação relativa à modernização e eletrificação da Linha do Alentejo, entende o PCP ser necessário esclarecer e clarificar as intenções do Governo e da entidade competente, pelo que o Grupo Parlamentar requer a presença da Infraestruturas de Portugal”.
José Soeiro, ligado a movimentos criados em defesa do Alentejo, diz que "a Infraestruturas de Portugal (IP) vai gastar mais uns milhões em estudos sem necessidade", que se "merece mais respeito" e se "não será tempo de se parar com este tipo de situações, ou seja assumir de vez a eletrificação e modernização de toda a linha ferroviária do Alentejo com base no estudo da REFER de maio de 2015 que se teima em ignorar".
A Infraestruturas de Portugal (IP) fez publicar em Diário da República dois concursos públicos para o desenvolvimento dos “Projetos e Estudos para a Modernização da Linha do Alentejo. O investimento na Modernização da Linha do Alentejo integra o Plano Nacional de Investimentos PNI2030, prevendo a duplicação do troço Poceirão-Bombel e a requalificação e eletrificação do troço Casa Branca e Beja”, é avançado.
Terça-feira é dia de “Falar Claro” e os comentadores -José Pinela Fernandes, Juvenália Salgado e José Maria Pós de Mina - partilham as suas reflexões a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas, como habitualmente, com os ouvintes da Voz da Planície. Hoje um dos temas em debate tem a ver com as questões dos imigrantes do Alentejo.
Já foi publicado em Diário da República (DR), no passado dia 5, o Concurso para o Projeto da Eletrificação da linha férrea, no troço Casa Branca/Beja. Nesta publicação está contemplada a respetiva ligação ao Aeroporto de Beja, num valor de 3 milhões e 230 mil euros.
“Estradas, aeroporto, saúde e ferrovia eletrificada de Beja à Funcheira, apostando na velocidade alta que será o futuro no território” são os aspetos que o Beja Merece+ está a defender e a trabalhar junto da tutela e Europa. O movimento quer contrariar a fuga de “dividendos” para o Litoral, no que se refere à ferrovia, e garante que está a trabalhar para isso neste momento.
O PCP entregou um projeto de resolução a propor o aproveitamento do aeroporto de Beja nas suas diversas dimensões e potencialidades. O PCP quer que o aeroporto de Beja seja “uma solução para o país e para a região” e que o mesmo seja “integrado no sistema aeroportuário nacional, aproveitando todos os seus recursos e potencialidades.”
O Ano Europeu das Ferrovias já começou, há duas semanas, nos outros países, com lançamentos dos planos ferroviários e no caso de Portugal o lançamento deverá acontecer ainda no decorrer deste mês. Florival Baiôa, do Beja Merece+, avançou à Voz da Planície que "o PNOP – Plano Nacional de Obras Públicas prevê a eletrificação da linha férrea até à Funcheira, assim como a possibilidade de ligação da mesma ao aeroporto de Beja”.
A iniciativa foi realizada pela Direção da Organização Regional de Beja (DORBE) do PCP, no âmbito da campanha nacional em defesa do transporte ferroviário para alertar para a importância da sua requalificação e aposta nesta opção, incluindo a linha ferroviária do Alentejo, em toda a sua extensão, e trouxe a Beja e à Funcheira, no dia de ontem, a eurodeputada Sandra Pereira e o deputado João Dias, eleito pelo distrito.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP reforça, em nota de imprensa, a importância “de colocar o aeroporto de Beja ao serviço do povo e do País” porque considera que esta infraestrutura “assume no atual quadro uma importância estratégica para o país, para toda a região do Alentejo e para o seu desenvolvimento”.
O PCP já se pronunciou sobre o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), cujo período de consulta pública terminou ontem. Um documento que “não inova e nem responde às necessidades da região”, aos mais variados níveis. “Deixa o IP8 até Vila Verde de Ficalho de fora” e numa altura em que se sabe que “o aeroporto do Montijo não vai ser construído - porque dois dos cinco municípios que tinham de dar parecer disseram que não e um deles não se pronunciou - o de Beja não é perspetivado neste documento”.
A CIMBAL submeteu os seus contributos no âmbito da consulta pública promovida para o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Pediu que este instrumento disponibilize recursos para o interior do país, nomeadamente “para o Baixo Alentejo, no que se refere ao IP8, Linha do Alentejo e ligação do EFMA à albufeira do Monte da Rocha”. Jorge Rosa esclarece que estas propostas já tinham sido feitas e que são agora reenviadas neste documento final da CIMBAL.
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com