Os preços dos produtos alimentares começaram a subir em janeiro deste ano. Esta tendência tem-se mantido e até acentuado em março passado, dizem os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e que estão a preocupar economistas. A questão é "não haver previsão de quando vai parar este aumento" e de afetar, sobretudo, "as famílias de rendimentos mais baixos."
A Deco afirma que “desde o início da guerra, o preço do cabaz alimentar já aumentou 19 euros e 31 cêntimos”. Esta semana o preço dos combustíveis desceu ligeiramente devido à descida do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) de 23 para 13 por cento. E os testes de farmácia, ou seja testes rápidos de antigénio, já não são suportados, mas sim pagos pelos utentes.
Se passar por uma autoestrada com pórticos eletrónicos, como as ex-SCUT, só tem duas formas de pagar a portagem: por débito direto, caso tenha um sistema de pagamento automático ou através dos CTT. Só que os valores em dívida, prazos de pagamento e onde fazê-lo não estão visíveis para os utilizadores, alerta a Deco.
A população mundial aumenta e a produção de bens alimentares já não consegue corresponder às necessidades humanas. O conflito na Europa veio agravar esta realidade, pois a Ucrânia e a Rússia são responsáveis pela produção de um terço dos cereais a nível global.
A população mundial aumenta e a produção de bens alimentares não consegue dar resposta às necessidades humanas. É perante esta realidade que hoje se discute na 38ª Ovibeja a questão de como alimentar o planeta?
O aumento dos custos de produção, devido à seca, crise energética e guerra, domina as conversas dos agricultores e criadores pecuários presentes na Ovibeja, que dizem que só por ‘teimosia’ não desistem do setor.
“Como alimentar o Planeta?” é o tema da Ovibeja 2022. Rui Garrido, presidente da ACOS - Associação de Agricultores do Sul, entidade organizadora, deixa as perspetivas para o certame deste ano na entrevista que pode ouvir hoje na Voz da Planície. As portas da feira abrem amanhã às 11h00 e a ministra da Agricultura e Alimentação chega ao certame às 15h00. O Presidente da República faz a sua visita domingo, dia 24, às 15h00.
Em 2022, o Prémio Cinco Estrelas Regiões distinguiu a Praia Fluvial de Monsaraz, na categoria de Praias e o Dark Sky Alqueva na categoria de Astroturismo. Este ano participaram 425 mil consumidores portugueses e no total foram distinguidos 114 ícones regionais e 112 marcas locais.
A Confederação Portuguesa de Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) reuniu-se em Beja, numa organização do núcleo da cidade. As despesas de contexto, o preço da energia e a burocracia são constrangimentos que pesam muito nas contas e isto ficou claro no balanço deste encontro, diz o presidente Jorge Pisco.
As vendas de borrego criado no Alentejo, nesta Páscoa, aumentaram face ao ano passado, muito graças à exportação, mas há produtores que se queixam do aumento dos custos de produção, devido à guerra e à seca.
O AUTOvoucher será substituído no final deste mês pela redução do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP). Será o equivalente à redução do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) para 13 por cento. Governo considera ser uma "medida mais agressiva em termos de descida dos impostos".
O Conselho de Ministros aprovou um pacote de medidas para conter os preços dos bens energéticos e agroalimentares. Redução do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) com impacto no preço final a suportar pelos consumidores nos combustíveis e eletricidade e alargamento do apoio às famílias mais vulneráveis são para implementar.
Os agricultores pediram ao Governo que aplique uma lei que impeça que o preço pago pelos seus produtos fique abaixo do valor do custo de produção. Uma posição defendida pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
Dos 230 deputados com assento na Assembleia da República, nesta nova legislatura, três foram eleitos pelo distrito de Beja. Ontem demos voz ao deputado do Partido Comunista Português (PCP). Hoje ouvimos o eleito Pedro do Carmo pelo Partido Socialista (PS). “Esta é uma conjuntura diferente mas estou determinado a continuar a dar voz ao distrito”, afirma.
Este apoio significa 40 cêntimos por litro até ao limite de 50 litros de combustível, tal como aconteceu em março.
Esta semana os combustíveis voltaram a ficar mais caros. Os preços, por litro, do gasóleo e da gasolina subiram de novo. Mas os portugueses sentem, igualmente, que pagam mais nas compras do supermercado pois os custos associados ao bens-alimentares estão mais difíceis de suportar.
Hoje cumpre-se o primeiro dia de Feira do Porco Alentejano, em Ourique. Um certame que regressa dois anos depois de uma pandemia, que impediu a sua realização em 2020 e 2021, para continuar a sua estratégia de afirmação de "Capital do Porco Alentejano". No certame, nesta sexta-feira, estiveram em destaque as questões da seca e o seu impacto na produção agropecuária extensiva.
A Deco avaliou a rede de transportes públicos no Alentejo. Esta análise resultou do facto desta organização de defesa do consumidor ter sido alertada para esta matéria. Identificou várias falhas. “Fraca oferta de horários” e falta de resposta “às reais necessidades dos utilizadores” são duas das reveladas.
Um projeto-piloto para a produção de energias renováveis está a ser desenvolvido no perímetro de rega do Roxo, no concelho de Aljustrel (Beja), no sentido de reduzir os gastos das explorações agrícolas com eletricidade.
Hoje é dia de “Falar Claro” na Voz da Planície. Nesta terça-feira, os comentadores José Pinela Fernandes, Ana Horta e Tomé Pires comentam os temas da atualidade, entre eles, o aumento dos preços na vida das pessoas. O programa vai para o ar a partir das 18h00.
As empresas portuguesas de rações, que registavam um aumento contínuo dos custos das matérias-primas desde 2021, estão a braços com preços “loucos” face à guerra na Ucrânia e anteveem impactos em toda a cadeia alimentar.
Esta semana, o preço dos combustíveis desce, contudo as previsões de uma diminuição acentuada podem não se verificar. Tudo depende do preço do petróleo no mercado internacional. Mas os consumidores devem preparar-se para outros aumentos, nomeadamente na tarifa, regulada, da luz, já em abril.
O “duplo impacto” do aumento do preço dos combustíveis e da farinha de trigo está a “sufocar” empresas de panificação do Alentejo, “obrigadas” a “fazer contas à vida” e a tornar mais caro o pão.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que são insuficientes as medidas para mitigar efeitos da seca e escalada dos custos de produção
Trata-se de um pacote de medidas que visa apoiar os consumidores e as empresas mais afetadas pelas consequências da guerra e para assegurar os bens essenciais para o País e, em particular, para o setor agrícola.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) propôs ao Governo um plano de apoio ao setor, no seguimento dos desafios intensificados pelo conflito na Ucrânia. Entre as medidas está a redução dos preços da energia e dos combustíveis.
O Governo decidiu transferir 1.500 euros para cada corporação de bombeiros “a título de compensação transitória da comparticipação com encargos com combustíveis”, num total aproximado de cerca de 650.000 euros.
O preço por litro do gasóleo subiu esta semana mais de 13 cêntimos e o da gasolina mais de nove cêntimos. José Maria Pós-de-Mina, formado em Gestão de Empresas, analisa estes dados e diz, entre outros aspetos, que “não há grandes justificações para o aumento que se tem verificado nos combustíveis”.
"Verifica-se uma tendência de aumento do preço dos alimentos em toda a União Europeia, devido aos elevados custos das matérias-primas, fertilizantes e energia. Esta tendência poderá ser agravada pelo atual conflito militar entre a Rússia e a Ucrânia", diz o Governo.
A Confederação Nacional dos Agricultores (CNA) e a Ruralentejo manifestam, em comunicado, preocupação com a subsistência da classe face às consequências sentidas devido à seca, aumento do preço dos combustíveis e falta de apoio da tutela. Os agricultores saem à rua para protestar no próximo dia 24.
O preço dos combustíveis que vai ser aplicado na próxima semana é hoje antecipado e com base neste valor será definida a redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) para neutralizar o aumento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) na gasolina e gasóleo.
Esta semana os preços dos combustíveis ficaram mais caros e é esperado um novo aumento já na segunda-feira, dia 14. Há estimativas que apontam para aumentos de 25 cêntimos por litro no caso do gasóleo e de 15 cêntimos para a gasolina. O Governo promete ajuda através do programa AUTOvoucher.
Desde que a situação de guerra no Leste da Europa começou que os aumentos no petróleo, nos combustíveis, no gás, na eletricidade e nos alimentos se têm feito sentir. No caso da alimentação, a situação de seca que o País vive tem levado, também, ao aumento dos custos de produção e consequentemente ao do preço a pagar pelo consumidor.
Nesta terça-feira, o habitual comentário do jornalista Carlos Lopes Pereira. A situação política nacional e internacional são refletidas neste texto com atenções centradas nas consequências da guerra que se vive no Leste da Europa.
As exportações dos Vinhos do Alentejo atingiram recordes no ano passado, com crescimentos de 17,5% em valor, com vendas de 69,4 milhões de euros, e de 11,6% em volume, com 19,7 milhões de litros vendidos no estrangeiro.
90 por cento do País está em seca severa ou extrema e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um novo agravamento da situação. Portugal e Espanha estiveram na União Europeia a pedir medidas para minimizar os efeitos deste flagelo na Península Ibérica.
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) reuniu-se e definiu 12 medidas urgentes para mitigar os efeitos da seca nos municípios do distrito de Beja que a integram. Propostas para serem enviadas ao novo governo da nação e que têm como propósito resolver os problemas com os quais a agricultura e agropecuária se deparam.
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
“Com 45% do país em situação de seca severa e extrema e a disponibilidade de água em níveis críticos nas barragens portuguesas”, a Federação Nacional de Regantes (FENAREG) identifica medidas urgentes para mitigar os efeitos da seca na agricultura, no sentido de ser garantido, diz o comunicado, “o acesso dos agricultores à água e assegurar a produção da campanha agrícola”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alerta sobre a “situação dos elevados custos dos fatores de produção, que estão a criar dificuldades aos agricultores.” A Confederação destaca a “demora na concretização da medida da «Eletricidade Verde», aprovada na Assembleia da República”, que “deveria estar em vigor desde o passado dia 1 de Janeiro”.
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