O Partido Comunista Português (PCP) nomeou a valorização dos salários e pensões, para contrariar o “aumento do custo de vida”, e o reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS) como prioridades para o próximo Orçamento do Estado.
O Falar Claro sugere para esta terça-feira um debate, entre os comentadores do painel fixo, centrado nas questões com impacto no futuro do distrito de Beja. O novo Governo toma posse amanhã e Ana Horta, José Pinela Fernandes e Tomé Pires vão identificar, e refletir, sobre o que seria importante garantir para o território na próxima legislatura.
Tendo em conta as cotações mais recentes, os aumentos podem chegar aos 15 cêntimos por litro no caso do gasóleo e aos oito cêntimos por litro no caso da gasolina.
As famílias mais vulneráveis vão receber um apoio extraordinário, que servirá para reduzir o impacto do aumento dos preços dos bens alimentares de primeira necessidade.
As três distritais do PSD no Alentejo acusaram o Governo de fazer “propaganda” com as anunciadas medidas de apoio aos agricultores devido à seca, que consideram insuficientes e desadequadas às necessidades do setor.
Um projeto-piloto para a produção de energias renováveis está a ser desenvolvido no perímetro de rega do Roxo, no concelho de Aljustrel (Beja), no sentido de reduzir os gastos das explorações agrícolas com eletricidade.
Hoje é dia de “Falar Claro” na Voz da Planície. Nesta terça-feira, os comentadores José Pinela Fernandes, Ana Horta e Tomé Pires comentam os temas da atualidade, entre eles, o aumento dos preços na vida das pessoas. O programa vai para o ar a partir das 18h00.
As empresas portuguesas de rações, que registavam um aumento contínuo dos custos das matérias-primas desde 2021, estão a braços com preços “loucos” face à guerra na Ucrânia e anteveem impactos em toda a cadeia alimentar.
Esta semana, o preço dos combustíveis desce, contudo as previsões de uma diminuição acentuada podem não se verificar. Tudo depende do preço do petróleo no mercado internacional. Mas os consumidores devem preparar-se para outros aumentos, nomeadamente na tarifa, regulada, da luz, já em abril.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que são insuficientes as medidas para mitigar efeitos da seca e escalada dos custos de produção
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) propôs ao Governo um plano de apoio ao setor, no seguimento dos desafios intensificados pelo conflito na Ucrânia. Entre as medidas está a redução dos preços da energia e dos combustíveis.
O Governo decidiu transferir 1.500 euros para cada corporação de bombeiros “a título de compensação transitória da comparticipação com encargos com combustíveis”, num total aproximado de cerca de 650.000 euros.
O preço por litro do gasóleo subiu esta semana mais de 13 cêntimos e o da gasolina mais de nove cêntimos. José Maria Pós-de-Mina, formado em Gestão de Empresas, analisa estes dados e diz, entre outros aspetos, que “não há grandes justificações para o aumento que se tem verificado nos combustíveis”.
"Verifica-se uma tendência de aumento do preço dos alimentos em toda a União Europeia, devido aos elevados custos das matérias-primas, fertilizantes e energia. Esta tendência poderá ser agravada pelo atual conflito militar entre a Rússia e a Ucrânia", diz o Governo.
A Confederação Nacional dos Agricultores (CNA) e a Ruralentejo manifestam, em comunicado, preocupação com a subsistência da classe face às consequências sentidas devido à seca, aumento do preço dos combustíveis e falta de apoio da tutela. Os agricultores saem à rua para protestar no próximo dia 24.
O Governo aumentou o valor devolvido aos contribuintes no âmbito do AUTOvoucher para 20 euros este mês, de modo a mitigar o impacto do aumento dos preços dos combustíveis.
Esta semana os preços dos combustíveis ficaram mais caros e é esperado um novo aumento já na segunda-feira, dia 14. Há estimativas que apontam para aumentos de 25 cêntimos por litro no caso do gasóleo e de 15 cêntimos para a gasolina. O Governo promete ajuda através do programa AUTOvoucher.
A Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas, filiada na Confederação Nacional da Agricultura (CNA), pede a redução dos preços dos fatores de produção pelo direito a produzir e alimentar em defesa da paz.
Desde que a situação de guerra no Leste da Europa começou que os aumentos no petróleo, nos combustíveis, no gás, na eletricidade e nos alimentos se têm feito sentir. No caso da alimentação, a situação de seca que o País vive tem levado, também, ao aumento dos custos de produção e consequentemente ao do preço a pagar pelo consumidor.
Nesta terça-feira, o habitual comentário do jornalista Carlos Lopes Pereira. A situação política nacional e internacional são refletidas neste texto com atenções centradas nas consequências da guerra que se vive no Leste da Europa.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) celebra 44 anos. Para assinalar a data fez a Carta da Lavoura Portuguesa e marcou a ação de protesto “Por outras e melhores políticas agro-rurais, a CNA – sempre com os agricultores e com as suas Filiadas” para o dia 24 deste mês, em Braga.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que medidas anunciadas para combater a seca não respondem de forma eficaz às grandes dificuldades que os agricultores estão a enfrentar. Depois de se ter ido a Bruxelas “negociar” apoios, para a agricultura portuguesa minimizar os efeitos da seca, “a montanha pariu um rato”.
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) pede ao Governo um plano de ação para apoiar as empresas na sequência dos “sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis e previsão da subida das taxas de juro.”
A produção de azeite deverá registar nesta campanha um valor recorde, aumentando 46 por cento face a 2019. Um crescimento que contrasta com os “mínimos históricos” da área de cereais de inverno, penalizada pela seca, divulga o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O jornalista Carlos Lopes Pereira comenta, na Voz da Planície, a atualidade política, centrando atenções nos planos nacional e regional.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) pede que seja reforçado, no novo governo do País, o Ministério da Agricultura, perante as dificuldades crescentes que afetam o sector agrícola.
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alerta sobre a “situação dos elevados custos dos fatores de produção, que estão a criar dificuldades aos agricultores.” A Confederação destaca a “demora na concretização da medida da «Eletricidade Verde», aprovada na Assembleia da República”, que “deveria estar em vigor desde o passado dia 1 de Janeiro”.
Têm sido muitas as posições tomadas sobre o facto, de já não avançar, como estava previsto, mais de 3 mil hectares de regadio no bloco de rega de Moura. A EDIA assegura que teve de “decidir, perante o financiamento existente, o que podia avançar” e que “não se fazendo agora poderá ser concretizado depois”. Reforça que “é sempre uma decisão política, encontrar reforço de dotação ou outras fontes de financiamento”.
A Câmara Municipal de Ourique assegura que já tem “visto prévio” do Tribunal de Contas para avançar com as “obras de requalificação da Escola EB2,3”, que permite “desenvolver projeto e concurso público da empreitada”, assim como “respetiva adjudicação”. As obras têm um custo de 1 milhão e 100 mil euros, releva a autarquia.
O Livre apresenta-se a votos pelo Círculo Eleitoral de Beja, nas Legislativas 2022 e tem João Aiveca Caseiro, 23 anos, como cabeça de lista. No manifesto que o Livre apresenta para o distrito é referido que a inexistência de “investimento público no Baixo Alentejo (BA) é responsável por todos os problemas e é consequência de decisões políticas tomadas ao longo das últimas décadas.”
No âmbito das eleições legislativas aproxima-se um novo ciclo de oportunidades e neste sentido, a Confederação Nacional da Agricultura propõe e reclama, em comunicado, um conjunto de 10 medidas prioritárias para a nova legislatura.
A Associação Nacional de Cuidados Continuados (ANCC) comunica e lamenta o encerramento da Unidade Garvão. "Este encerramento elimina 30 camas da tipologia mais carente da Rede de Cuidados Continuados (a longa duração) e assim se extinguem 40 postos de trabalho numa região do país com escassas oportunidades de emprego e de apoio social e de saúde, com a agravante que estes trabalhadores têm salários em atraso", frisa o comunicado.
O Programa Operacional Regional do Alentejo, Alentejo 2020, alcançou, em 2021, a taxa de execução de 60,1%, o que representa um aumento significativo de mais de 20% relativamente ao ano anterior, ultrapassando os compromissos e metas estabelecidos com o Governo.
O ano de 2022 fica marcado com as atualizações de preços a ser pagos pelos consumidores, nos serviços que usam no seu dia-a-dia.
No âmbito do Fundo para uma Transição Justa, o Ministério da Coesão Territorial informa que, podem ser submetidas propostas para desenvolvimento de projetos de investimento, na região do Alentejo Litoral.
O Dia Internacional do Chá não foi criado para se degustar uma chávena de chá, embora seja uma boa data para o fazer. A celebração desta data tem como propósito chamar a atenção dos governos, das organizações e da população mundial para os problemas da produção do chá que os trabalhadores das plantações de chá atravessam, assim como os pequenos produtores e consumidores.
Tendo em conta as dificuldades reconhecidas e vividas no setor da agricultura, em particular o aumento dos custos de produção nos preços pagos aos produtores, a CNA solicita ao Governo que tome medidas semelhantes às que foram aprovadas em Espanha, na semana passada.
Os agricultores têm vindo a chamar a atenção para a inviabilização de muitas explorações agrícolas que deixam de ter condições para suportar o abrupto aumento dos encargos, considerando o aumento generalizado dos fatores de produção para a agricultura, nomeadamente combustíveis, adubos, rações, cereais, e ainda a subida dos custos de energia elétrica para valores que podem atingir o triplo do preço.
Os agricultores do Campo Branco, concelhos de Castro Verde e Almodôvar e parte dos de Aljustrel, Mértola e Ourique, estão a sentir dificuldades provocadas pelo aumento dos combustíveis, que encarecem os custos dos fatores de produção e pelo ano agrícola menos bom que esperam devido à falta de chuva, pois aqui a influência do clima é acentuada. De tudo isto falam os agricultores António Tomé e Teresa Mestre.
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