A Rural Move lança hoje o projeto “Mulheres Rurais em Rede”, uma iniciativa nacional que pretende valorizar, capacitar e dar visibilidade ao papel das mulheres nos territórios rurais, num momento em que se assinala o Ano Internacional da Mulher Agricultora 2026. "As mulheres rurais têm demonstrado, em Portugal e no mundo, que são agentes de mudança fundamentais nas suas comunidades: lideram projetos, criam negócios, dinamizam iniciativas locais e mantêm vivas tradições e redes de apoio social. No entanto, continuam a enfrentar obstáculos no acesso a oportunidades, financiamento, reconhecimento e redes de apoio. É para responder a estes desafios que nasce o projeto Mulheres Rurais em Rede".
O Movimento Democrático de Mulheres (MDM), Núcleo de Santiago do Cacém, em comunicado enviado à nossa redação, repudia "a instabilidade no Serviço Nacional de Saúde, que está a afetar de forma significativa o acesso aos cuidados de saúde materna e infantil". De acordo com "os números oficiais do INEM, no ano passado 60 bebés nasceram em ambulâncias em Portugal, mais do dobro dos 28 que nasceram em 2024". O MDM acrescenta que "se forem somados os partos ocorridos em ambulâncias aos que aconteceram na rua, o número sobe para 83 bebés nascidos fora de unidades hospitalares".
A Galeria Municipal de Arte Contemporânea de Serpa acolhe hoje, 28 de março, às 16h30, a inauguração da exposição “As Mulheres e o Rio”, de António Réu. Integrada no programa comemorativo do centenário de Francisco Relógio (1926–1997), "esta mostra assume-se como uma homenagem da comunidade artística de Vila Verde de Ficalho, a uma figura maior da arte portuguesa do século XX, cuja ética, independência criativa e exigência estética continuam a marcar gerações".
A Organização das Nações Unidas (ONU), neste Dia Mundial da Água, propôs abordar o tema “Água e Género”. O objetivo é debater sobre a ligação entre água e a equidade de género, uma vez que a falta de acesso a fontes de água doce, saneamento e higiene adequada, em muitas habitações a nível mundial, afetam muito mais as mulheres do que os homens. Desta forma, a ONU quer chamar a atenção para o papel das mulheres e meninas, que são as coletoras e gestoras da água, muitas vezes em condições de extrema vulnerabilidade, por simultaneamente cuidarem de pessoas doentes devido ao consumo de águas contaminadas, o que lhes ocasiona perdas de tempo, saúde, segurança e oportunidades. Além disso, frequentemente, são excluídas dos processos de tomada de decisão. Por isso, é necessário colocar as mulheres no centro da procura de soluções, envolvendo a gestão de recursos hídricos. É a pensar nesta emergência global, que a ONU propõe a campanha chamada: “Onde a água flui, a equidade de género cresce”.
No Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) partilhou uma importante mensagem de uma das responsáveis por esta instituição pública, na qual relata a sua experiência pessoal enquanto mulher vítima de racismo. "Escrevo a partir de um lugar simultaneamente pessoal e institucional: o de mulher racializada imigrante a trabalhar na CIG. Mas este artigo não é sobre mim, é principalmente sobre o que significa ocupar um espaço que, historicamente, não foi pensado para corpos como o meu e sobre o que podemos, enquanto instituição pública, aprender com essas presenças", diz a mensagem institucional que se pode ler no site da CIG.
A Universidade de Évora inicia amanhã, dia 17 de março, às 14h00, o seminário internacional “Mulheres em Foco: da narrativa à representação na linguagem, arte, património e mundo digital”. Esta iniciativa conta com apresentações, debates, mesa-redonda, conferências e um workshop, centrando-se na promoção da igualdade de género e da inclusão cultural. O programa arranca com a partilha de algumas das atividades desenvolvidas na Universidade de Évora no âmbito da igualdade de género. Segue-se uma conferência dedicada ao uso de uma linguagem inclusiva, defendida como instrumento para promover a visibilidade e a simetria entre mulheres e homens. No dia 18 de março, a programação prossegue com apresentações online sobre temas como as mulheres na Arqueologia, o sexismo digital e as possibilidades de investigação no Arquivo PT. O seminário encerra com uma conferência-workshop de cante tradicional feminino, na associação Bota Rasa, valorizando o contributo das mulheres através das práticas culturais.
As mulheres portuguesas detêm uma das maiores percentagens de capital humano qualificado da Europa (59,1%) somente atrás da Estónia e Letónia, no entanto, ocupam apenas 15,7% dos cargos de CEO e Executivos nas maiores empresas em Portugal. As conclusões são da mais recente análise da Randstad Research sobre "o talento feminino no mercado de trabalho", lançada no âmbito do Dia Internacional da Mulher. O estudo revela que a estrutura do emprego apresenta fronteiras de género muito nítidas. O talento feminino apresenta uma concentração tradicional no setor da saúde e apoio social (16,5%) e na educação (12,9%), enquanto os homens dominam setores de maior peso tecnológico e produtivo, como a indústria (21,2%) e a construção (12,6%). Esta segregação mostra que as barreiras e os estereótipos ainda limitam a diversidade e canalizam o talento para áreas distintas. O maior fosso salarial do país está na área de "Atividades artísticas, de espetáculos, desportivas e recreativas" que apresenta uma disparidade de 48,5% a favor dos homens.
Em 2026, a igualdade entre mulheres e homens continua a ser um horizonte em disputa. Apesar de décadas de compromissos internacionais, nenhum país do mundo alcançou ainda a plena igualdade de jure entre mulheres e homens, e em média, segundo o Relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas ao Comité sobre o Estatuto das Mulheres para a 70ª Sessão da CSW, as mulheres dispõem apenas de cerca de 64% dos direitos legais reconhecidos aos homens. Num mundo atravessado por crises simultâneas – conflitos armados, instabilidade económica, emergência climática, transformação digital acelerada e fragilização das instituições democráticas – os direitos das mulheres são frequentemente os primeiros a ser questionados e os últimos a ser plenamente garantidos. Estamos perante um crescente retrocesso político e social, logo o direito de mulheres e raparigas a aceder à justiça encontra-se sob pressão precisamente quando é mais necessário. Multiplicam-se discursos que procuram relativizar ou deslegitimar conquistas históricas do movimento feminista, ao mesmo tempo que persistem desigualdades estruturais profundas: discriminação no trabalho e na proteção social, violência masculina sistémica contra mulheres e raparigas e obstáculos ao exercício efetivo de direitos fundamentais. Neste contexto, reafirmar a centralidade dos direitos humanos das mulheres e exigir a sua concretização prática, nas leis, nas políticas públicas e na vida quotidiana, é uma responsabilidade coletiva e uma condição essencial para a sustentabilidade democrática.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) assinala este Dia Internacional da Mulher, saudando a sua filiada MARP – Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas que, "ao longo dos seus 25 anos, tem tido um papel ímpar e importantíssimo na defesa e representação das mulheres que trabalham e vivem no Mundo Rural". Em nota de imprensa, a CNA faz "uma saudação especial a todas as mulheres, particularmente às agricultoras que lutam pela valorização do seu trabalho, por preços justos à produção, pelo acesso equitativo à terra e aos recursos naturais e pelo direito a viver nas suas terras, em condições de igualdade e dignidade". De acordo com a CNA "as mulheres produzem grande parte dos alimentos que nutrem as comunidades e fortalecem a soberania alimentar, são guardiãs das sementes, protetoras da biodiversidade e sustentam as economias locais e comunitárias, mas continuam a ser fortemente penalizadas pelos baixos rendimentos da atividade".
No âmbito do Dia Internacional da Mulher, neste domingo 8 de março, o Coletivo Feminista - As Insuspeitas lança novamente o desafio "simples mas poderoso" para a criação do "Estendal dos Direitos das Mulheres" em Beja. Esta ação aconteceu ontem na Praça da República e hoje vai ter lugar no Jardim do Bacalhau, a partir das 12h00. Em nota de imprensa, o coletivo bejense afirma que "o uso do estendal para reivindicar os direitos das mulheres carrega uma carga simbólica profunda, transformando uma tarefa historicamente associada à "servidão doméstica" feminina, num ato de resistência e visibilidade política". E é a partir deste simbolismo que fazem o convite à população de Beja para criar coletivamente um estendal com "peças em cartão ou cartolina, no formato de peças de roupa, onde fiquem registadas as mensagens, as lutas e as conquistas dos direitos das mulheres".
Hoje, 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, o Movimento democrático de Mulheres (MDM), promove a Manifestação Nacional de Mulheres (MNM) em todo o país com o lema "Vida com dignidade. Direitos com igualdade". Em Beja, "as mulheres do distrito saem à rua e, pelas 14h, vão juntar-se no Largo de Santo Amaro", seguindo depois em desfile até ao Parque da Cidade. A última paragem será junto ao Memorial à Mulher Alentejana, onde o percurso acabará "em festa, prestando uma homenagem simbólica às mulheres alentejanas de ontem e de hoje".
No âmbito do Dia Internacional da Mulher, domingo 8 de março, o Coletivo Feminista - As Insuspeitas lança o desafio "simples mas poderoso" para a criação do "Estendal dos Direitos das Mulheres". Em nota de imprensa, o coletivo bejense afirma que "o uso do estendal para reivindicar os direitos das mulheres carrega uma carga simbólica profunda, transformando uma tarefa historicamente associada à "servidão doméstica" feminina, num ato de resistência e visibilidade política". E é a partir deste simbolismo que fazem o convite à população de Beja para criar coletivamente um estendal com "peças em cartão ou cartolina, no formato de peças de roupa, onde fiquem registadas as mensagens, as lutas e as conquistas dos direitos das mulheres". Esta ação acontece ao longo do fim de semana, sábado dia 7, na Praça da República a partir das 12h e no domingo, dia 8, no Jardim do Bacalhau à mesma hora.
A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens – CIMH/CGTP-IN está a promover a SEMANA DA IGUALDADE, que decorre até ao dia 8 de Março, em todo o país, num total de 26 cidades e em mais de mil locais de trabalho, com o lema: “A Igualdade que Abril abriu. Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição.” A comissão diz em comunicado que "apesar dos avanços, as mulheres trabalhadoras confrontam-se com salários mais baixos, carreiras profissionais estagnadas, precariedade, horários desregulados, discriminações derivadas da maternidade. Enfrentam o assédio. Adoecem a trabalhar. Cuidam de todos - sem tempo para si". Para além das iniciativas que os vários sindicatos do distrito irão promover nos locais de trabalho, no âmbito da Semana da Igualdade, a União de Sindicatos de Beja vai realizar amanhã, dia 6 de março, uma "acção convergente" em vários pontos da cidade.
Apesar dos elevados níveis de emprego registados em Portugal, o acesso ao mercado de trabalho continua a ser desigual. Fatores como a falta de qualificações, a idade, a origem, a deficiência ou os problemas de saúde física ou mental continuam a dificultar a integração profissional de milhares de pessoas, mesmo num contexto de taxa de desemprego historicamente baixa. Para responder a estas desigualdades, a Fundação ”la Caixa” promove em Portugal, desde 2018, o programa de inclusão profissional Incorpora, uma iniciativa orientada para facilitar o acesso ao emprego de pessoas em situação de vulnerabilidade, através de uma estreita colaboração com o tecido empresarial. Em 2025, o programa conseguiu intermediar 1.852 contratações de pessoas em nesta situação em Portugal, das quais 64% são mulheres, contando com a colaboração de 936 empresas que ao longo do último ano apostaram num modelo de contratação mais inclusivo e socialmente responsável.
No dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, o Movimento democrático de Mulheres (MDM), promove a Manifestação Nacional de Mulheres (MNM) em todo o país com o lema "Vida com dignidade. Direitos com igualdade". Em Beja, "as mulheres do distrito saem à rua e, pelas 14h, vão juntar-se no Largo de Santo Amaro", seguindo depois em desfile até ao Parque da Cidade. A última paragem será junto ao Memorial à Mulher Alentejana, onde o percurso acabará "em festa, prestando uma homenagem simbólica às mulheres alentejanas de ontem e de hoje".
Entre os meses de janeiro e abril, a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul (LPCC-NRS), em parceria com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), promove a continuidade do Programa de Rastreio do Cancro da Mama no concelho de Odemira, através de uma Unidade Móvel de Rastreio que irá percorrer várias localidades do município. O rastreio destina-se a mulheres com idades compreendidas entre os 45 e os 74 anos, residentes no concelho, devendo ser realizado de 2 em 2 anos de acordo com as recomendações clínicas. As mulheres elegíveis terão ao seu dispor uma equipa técnica especializada e equipamentos digitais de última geração, que garantem maior precisão no diagnóstico.
Lisa Ferro do movimento cívico “No Alentejo somos mais a dizer NÃO à violência contra as mulheres”, falou com a Rádio Voz da Planície sobre este "Dia Internacional Pelo Fim da Violência Contra As Mulheres, instaurado pelas Nações Unidas, que pretende alertar para as formas específicas de violência que, diariamente, atingem milhões de meninas e mulheres em todo o mundo". A marcha que acontece a partir das 18h00, tem concentração marcada para a Praça da República e passagem pelo Largo do Museu, Jardim do Bacalhau, terminando nas Portas de Mértola. Ao longo do percurso, Os Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho marcam o passo e, no final, atua o grupo coral feminino de Santa Clara do Louredo, As Rosinhas, que vão interpretar a moda “Só me falta ser mulher”, criada originalmente pelas Vozes da Aldeia e Estevas em Flor, dois grupos corais de Aldeia dos Fernandes (Almodôvar).
Beja recebe "Marcha pelo Fim da Violência contra as Mulheres" no dia 25 deste mês, pelas 18h00, na Praça da República, passa pelo Largo do Museu, Jardim do Bacalhau e termina nas Portas de Mértola. Caso se registem condições meteorológicas adversas o término decorre no espaço exterior da Casa da Cultura. Vai ser acompanhada, ao longo do percurso, pel’ Os Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho e, no final, conta com a atuação d’ As Rosinhas - grupo coral feminino de Santa Clara do Louredo, que vão cantar a moda “Só me falta ser mulher", é referido no documento enviado à nossa redação.
Um em cada três portugueses tem receio de ser assaltado ou agredido, o que representa um aumento de 10 pontos percentuais face a 2023, revelou o Barómetro da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).
Neste sábado, dia 25, pelas 16h00, a Biblioteca de Beja, recebe Maria Bravo e Catarina Rodrigues, no ciclo "Escritoras do meu País", uma iniciativa realizada em parceria com o Clube de Mulheres Escritoras. Ao longo do ano, aos sábados à tarde, escritoras com diferentes percursos e estilos literários encontram se para partilhar as histórias por detrás dos seus livros e as trajetórias que as trouxeram até aqui. Sem temas predefinidos, estas sessões prometem ser um convite à descoberta da diversidade criativa e humana que habita entre as linhas das suas obras
A Feira do Livro de Beja 2025 cumpre neste sábado, dia 13, o seu terceiro dia de realização. Um dos destaques vai para o lançamento nacional do livro “Amor”, da coleção Contos ASSESTA, com Mercedes Guerreiro, Paulo Vaz, Isabel Montes à conversa com Luís Miguel Ricardo, a partir das 11h00. As atividades programadas prosseguem nos vários espaços da feira, no centro de Beja, na zona pedonal da Rua Capitão João Francisco de Sousa.
Gonçalo M. Tavares, Gisela Casimiro, Lénia Rufino e Bernardo Mendonça são alguns dos mais de 100 escritores e mediadores de leitura que estão por estes dias na Feira do Livro em Beja, mais precisamente até domingo, dia 14 de setembro. A 3.ª edição da Feira do Livro é organizada pela Câmara de Beja, em parceria com a ASSESTA – Associação de Escritores do Alentejo, a Rede de Livreiros Independentes e o Clube das Mulheres Escritoras.
Segundo comunicado emitido pelos socialistas, as listas entregues a todos os Órgãos Autárquicos do Concelho de Aljustrel são compostas por 62 homens e 56 mulheres, militantes e independentes de todas as freguesias do Concelho.
A Coligação Democrática Unitária (CDU) revelou recentemente os seus candidatos às diferentes posições nos órgãos autárquicos do concelho de Ferreira do Alentejo.
O arcebispo Joan-Enric Sicília afirmou em Fátima que os migrantes não são um problema, mas um sinal dos tempos que exige uma resposta solidária, e que o seu acolhimento não é uma opção política, antes uma exigência evangélica.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro - Núcleo Regional do Sul faz hoje, dia 21 de julho, em Beja, rastreio de cancro da mana, com o "objetivo de alcançar o maior número de mulheres e reforçar a importância da prevenção e deteção precoce deste tipo de cancro".
A Federação do Baixo Alentejo do PS fez, em Beja, a apresentação dos cabeças de lista a todas as câmaras do distrito. Nesta iniciativa participou o secretário-geral, José Luís Carneiro, que pediu "confiança nos homens e mulheres que vieram do território e que nele estão para o defender, com os valores socialistas, pois o PS conhece, percebe e vai ao encontro das necessidades das populações que representa".
A GNR deteve 13 homens e três mulheres nos concelhos de Aljustrel e Alcácer do Sal por suspeita de crimes de tráfico de droga no âmbito de uma investigação que durava há cerca de dois anos, divulgou hoje.
As mulheres portuguesas estão particularmente concentradas nas profissões de cuidados pessoais, limpeza, saúde e ensino, mas a sua presença é quase residual entre os trabalhadores da floresta ou da metalurgia, segundo um barómetro do Observatório Género, Trabalho e Poder.
O livro «Mulheres do Sul fizeram a Reforma Agrária e trazem Abril no coração», da autoria de Ana Benedita, numa edição da Página a Página, é apresentado em Serpa amanhã, terça-feira, 8, pelas 18h30.
Uma equipa do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), de Coimbra, tornou acessível aos profissionais portugueses de saúde mental uma escala internacional que mede a dependência dos jovens em videojogos.
No âmbito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Sexual em Conflito que se assinalou ontem, 19 de junho, realiza-se hoje, dia 20, no salão do Antigo Hospital de Beja pelas 18h30, uma conversa sobre "Violência sobre as mulheres em tempo de Guerra".
Mais de 6.500 idosos, a maioria mulheres, foram apoiados nos últimos quatro anos pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), que registou neste período um aumento de 8,5% nos crimes contra esta população, revelam dados divulgados.
Já foi apresentado na Biblioteca Pública de Évora, bem como na Feira do Livro de Moura, o livo "Mulheres do Sul Fizeram a Reforma Agrária", da autoria de Ana Benedita, uma obra que "dá voz às mulheres operárias agrícolas do Sul de Portugal que estiveram na linha da frente da transformação social iniciada com o 25 de Abril de 1974". E está uma nova apresentação agendada para a Feira do Livro de Lisboa onde vai participar Santiago Macias, de Moura e diretor do Panteão, desde 2021.
Mais de um quarto das mulheres trabalhadoras têm vínculos precários, um fenómeno que se agrava entre as mais jovens e as estrangeiras, sendo Portugal o segundo país da União Europeia com mais emprego precário.
O Comando Territorial de Beja, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Odemira, constituiu arguidos, no passado dia 19 de maio, um homem de 66 anos e duas mulheres de 26 e 60 anos, por furto em anexo de residência, no concelho de Castro Verde.
A PSP de Beja desmantelou uma rede de tráfico de droga, que operava em vários locais da cidade e que tinha a Praça da República como epicentro, no passado dia 20. Neste âmbito foram feitas 11 detenções, 7 homens e 4 mulheres, que ,entretanto, já foram ouvidos em Tribunal. Neste âmbito foi decidido aplicar a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva a 6 dos detidos, entre eles uma mulher. Nesta terça-feira, O comissário Dário Marta, da PSP de Beja, faz, também, o balanço da operação que levou à detenção de um indivíduo, na capital de distrito, por furto e violação de correspondência.
O Pax Julia - Teatro Municipal de Beja recebe hoje, dia 24, às 21h30, pelo Viento Sur Teatro (Espanha) Integrado no FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo. "Uma sessão de mulheres que narram, que contam e que se unem para contar histórias. As palavras mantêm vivo o nosso legado, e de onde já não resta mais do que palavras, nascem personagens que acompanham o espectador numa viagem", explica a organização.
No âmbito da operação "Pelourinho" foram detidos 7 homens e 4 mulheres, com idades entre os 17 e os 44 anos. As detenções ocorreram depois da realização de 8 buscas domiciliárias, em diversos locais de Beja, dando cumprimento a 11 mandados de detenção fora de flagrante delito. Este foi o resultado de uma longa investigação criminal, com mais de 12 meses de recolha de prova, que culminou nestas detenções por suspeitas da prática de diversos crimes, destacando-se o tráfico de estupefacientes, roubo, burla e ofensa à integridade física.
Neste sábado, dia 10, Beja recebe, durante a manhã, mais uma edição da Festa das Maias. A Festa das Maias é organizada pela AdpBeja e é, igualmente, uma tradição romana com mais de dois mil anos, que a associação recuperou pela mão de Florival Baiôa.
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com